Atirador invade restaurante no Juvevê e dispara contra clientes | Fábio Campana

Atirador invade restaurante no Juvevê e dispara contra clientes

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Um atirador invadiu um tradicional restaurante de comida portuguesa na Rua Euzébio da Motta, no bairro Juvevê, em Curitiba, por volta das 12h desta quarta-feira (25). O marginal abriu fogo contra clientes que almoçavam no estabelecimento, ferindo três clientes; duas mulheres e um homem. O suspeito acabou preso em flagrante após ser seguido por um delegado da Polícia Civil (PC), que coincidentemente passava pelo local.

Muito emocionado, o proprietário do estabelecimento lamentou a violência empregada pelo atirador. “Ele veio atrás de uma pessoa para matar e acabou atingindo quem estava aqui. Infelizmente, a gente passou por isso hoje. Não sei o que eu posso falar neste momento”, descreveu o empresário, conhecido na região como “Português”. As informações são da Banda B.

Das vítimas feridas, um homem, que seria o alvo, foi encaminhado ao hospital com ferimentos moderados. Outras duas mulheres, que também foram baleadas, tiveram ferimentos leves. “Ambas atingidas em membros inferiores, uma em pé e outra em perna. As duas, de 41 e 52 anos, estão com ferimentos leves e sem risco de morte”, descreveu o socorrista Cazarotto, do Siate do Corpo de Bombeiros.

O suspeito foi preso em flagrante, mas não revelou o motivo do crime. “Ele não falou nada até agora. Eu e um investigador passávamos pelo local e prendemos o rapaz. Seguimos ele e conseguimos êxito em alcançá-lo”, afirmou o delegado, que entregou o preso à Polícia Militar. “As informações ainda estão confusas. Não sabemos quem era o alvo do autor e o que ele queria. Parece que a intenção era atingir um homem”, disse o policial militar Antero, que levou o detido ao distrito da área.

As vítimas feridas foram encaminhadas a hospitais de Curitiba. O delegado não teve a identidade revelada por trabalhar na corregedoria da PC.


2 comentários

  1. quarta-feira, 25 de janeiro de 2017 – 14:36 hs

    Poxa …..Restaurante Açores no Centro Civíco perto da Alep …. muitos funcionários dos orgãos governamentais do Centro Civico almoçam no Restaurante do Portugues ( sou um deles) pois serve um ótimo bacalhau ……… joao feio

  2. Observador
    quarta-feira, 25 de janeiro de 2017 – 14:41 hs

    Sim, concordo que o delegado não possa ser identificado por sua atual atividade, mas e o atirador? Não foi encontrado nada em seu poder que o identificasse? Fábio, sou um grande admirador do seu trabalho, mas aceite a minha sugestão de dar nomes ao acusado. Preservar os nomes das vitimas, tudo bem, mas do acusado não. Acho ocê deve mostrar a cara dele para a sociedade. Obrigado

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