Endividamento cai entre as famílias paranaenses | Fábio Campana

Endividamento cai entre as famílias paranaenses

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Uma pesquisa divulgada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio-PR) aponta que os paranaenses estão um pouco menos endividados. O número de famílias nesta situação caiu de 89,1% para 88,1%. Em outubro do ano passado, o índice era de 85,7%. São consideradas endividadas as pessoas que possuem financiamentos ou algum tipo de dívida a longo prazo. As informações são da Joyce Carvalho no Massa News.

A situação do Paraná ainda é bem elevada na comparação com a média nacional de 57,7% de famílias endividadas. Houve uma queda significativa em relação a outubro de 2015, quando 62,1% das famílias se enquadravam neste cenário no País.

Quanto ao atraso nas contas, o índice também caiu no Paraná: de 27,1% em setembro para 25% em outubro deste ano. O volume é menor em relação ao verificado em outubro de 2015 (27,3%). A média paranaense no atraso de contas é maior na comparação com os dados nacionais. A pesquisa indicou que 23,8% das famílias, na média brasileira, estão com contas atrasadas no mês de outubro. No entanto, o índice é ligeiramente maior do que em outubro de 2015 (23,1%).

No Paraná, houve queda no número de pessoas que não têm condições de pagar suas dívidas: 10,7% em setembro para 9,9% em outubro de 2016. No Brasil, o índice praticamente se manteve entre os dois meses (9,6% em setembro e 9,4% em outubro). A pesquisa ainda indicou que a inadimplência (contas em atraso há mais de 90 dias) também apresentou redução, de 49,2% em setembro para 47,7% em outubro.

O cartão de crédito continua sendo o principal meio de endividamento no Paraná (69,8%), seguido por financiamento de casa (11%), financiamento de carro (10,1%), carnês (3,2%) e crédito pessoal (2,9%). A pesquisa ainda mostrou um aumento nos débitos com financiamentos de imóveis – a segunda causa de endividamento. Enquanto em outubro de 2015 esse percentual representava 8,6% das dívidas, em outubro de 2016 ele se elevou para 11%. O contrário foi verificado no financiamento de veículos: caiu de 12% para 10,1% na relação com outubro de 2015.


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