Richa e ministro das Cidades entregam as chaves da casa própria para mais 404 famílias | Fábio Campana

Richa e ministro das Cidades entregam as chaves da casa própria para mais 404 famílias

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Nesta quarta-feira, 10, mais 404 famílias de Ponta Grossa receberam as chaves da casa própria do governador Beto Richa e do ministro das Cidades, Bruno Araújo. O residencial Buenos Aires teve investimentos de R$ 27 milhões em recursos dos governos estadual, federal e da prefeitura local.

Na cidade, Richa adiantou que de 2011 para cá foram atendidas mais de 4,6 mil famílias com a casa própria. “Já estivemos em Ponta Grossa, entregando as casas 4,6 mil famílias. São ações como essa que justificam o mandato, porque têm impacto direto na vida das pessoas e materializam um sonho aguardado a vida inteira”, disse Richa.

“O Paraná hoje é o Estado que, proporcionalmente, tem a maior parceria com a Caixa. Isso graças ao bom planejamento e a atuação da equipe da nossa Cohapar”, disse Richa. “Trago a experiência como prefeito de Curitiba para entender o quanto é importante uma moradia decente para as famílias, para uma vida mais digna”, afirmou.

O ministro Bruno Araújo também destacou a boa parceria com o governo paranaense e disse que o Ministério está retomando a construção de 51 mil unidades habitacionais que estavam paradas. “Implantamos uma relação de credibilidade pagamos em dia todas as construtoras que prestam serviço ao Ministério das Cidades”, explicou. Ele fez um balanço dos 70 dias no cargo e afirmou que estão em execução 500 mil unidades no país. “Além de entregar o sonho da casa própria, o Minha Casa Minha Vida possibilita a geração de milhares de empregos”, afirmou.

(foto: Guilherme Santos/Cohapar)


2 comentários

  1. Sergio Silvestre
    quinta-feira, 11 de agosto de 2016 – 14:13 hs

    Que coisa patética,casas do minha casa minha vida,.

  2. D.H.
    quinta-feira, 11 de agosto de 2016 – 15:59 hs

    A REVITALIZAÇÃO, REGULARIZAÇÃO E REURBANIZAÇÃO DO PRIMEIRO CONJUNTO CONSTRUÍDO EM 1962 NO PILARZINHO QUANDO AINDA NÃO EXISTIA O PARQUE TINGUÍ QUE VALORIZOU O BAIRRO..

    A Regularização Fundiária e o JUSTO TÍtulo de Propriedade aos moradores que vivem há décadas no Conjunto Residencial cedido para ocupação e uso sem exigência de Contrato, por ser UM BENEFÍCIO SOCIAL oferecido pelo Governo da época.

    O justo Título de Propriedade é o SONHO dos moradores que mantém a habitabilidade de suas casas, porém encontram-se em RISCO pela falta deste documento que lhes garantem a MORADIA E A PROPRIEDADE.

    O SONHO É BASILAR PARA O SER HUMANO! Charles Chaplin costumava dizer: Quando deixares de sonhar, poderás continuar vivendo, mas, com certeza, terás deixado de existir. Nos sonhos se alicerçam os anseios mais caros, os projetos de toda uma vida, o respeito por si mesmo, a autoestima e o dinamismo de viver.
    Um dos sonhos indispensáveis nessa caminhada, que chamamos de vida, é o de ter a nossa própria casa! Um lugar só nosso, fruto de bons serviços prestados no passado, que reafirma nossa dignidade, amparo e respeito perante a família.
    A casa é o nosso domicílio, o endereço certo, o lugar que nos identifica, que parece conosco. É o nosso lar, onde nossa família floresce e os valores são ensinados e partilhados. É o reduto dos entes queridos, o aconchego onde encontramos paz e reabastecemos nossas energias, com repouso e alegria para as lutas diárias.
    Mais do que um sonho, a questão da moradia deve ser interpretada como um espaço de organização coletiva, de integração e de construção da cidadania, que oportunize a formação de laços de solidariedade, pois dentre os direitos fundamentais, temos garantido o direito de propriedade, que atenderá a sua função social conforme o Art. 5°, incisos XXII e XXIII da Constituição Federal de 1988 e trata-se de um direito social fundamental e harmônico ao princípio da dignidade humana

    NÃO SE TRATA APENAS DE QUATRO PAREDES, TRATA-SE DE FAMÍLIAS QUE FORAM AGRACIADAS COM A MORADIA ADEQUADA NO PASSADO.

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