Além de Toffoli, outros dois ministros do STF foram investigados pelo MPF | Fábio Campana

Além de Toffoli, outros dois ministros do STF foram investigados pelo MPF

dias-toffoli

Mônica Bergamo, Folha de S. Paulo

O governo de Michel Temer acompanha com lupa a crise entre o Ministério Público Federal e o STF (Supremo Tribunal Federal). E tem informações de que procuradores tentaram investigar, além do ministro Dias Toffoli, também assessores e familiares de outros dois magistrados da corte.

MESMA ESTRADA
O STF trabalha com a mesma informação.

PÊNDULO
O governo tem conhecimento ainda de que um racha contrapõe hoje procuradores ligados a Rodrigo Janot, em Brasília, ao grupo que toca a Operação Lava Jato em Curitiba. As divergências são antigas e já tiveram momentos até mais críticos.

SÓ O COMEÇO
A divisão poderia estar na origem do vazamento da informação de que Dias Toffoli aparecia nas tratativas de delação premiada da empreiteira OAS.

SOPA RALA
O grupo de Janot era contra a inclusão do nome de Toffoli no acordo, já que as informações preliminares dadas pela OAS não configuravam nenhum crime.

CALDO
A suspeita é que, incomodados com a exclusão do nome de Toffoli da delação e sem ter como investigá-lo, já que o ministro tem foro privilegiado, procuradores do Paraná espalharam a informação do relacionamento dele com a OAS, que chegou ao conhecimento de jornalistas. Essa seria uma das origens do vazamento. Mas não obrigatoriamente a única. Janot trabalha com a possibilidade de que a empreiteira tenha divulgado dados.

CALDO 2
Gilmar Mendes, do STF, citou o fato de que procuradores do Paraná chegaram a escrever artigo “achincalhando” Toffoli como sinal de que poderiam ter vazado dados contra o magistrado. Questionados, os procuradores não se manifestaram até a conclusão da coluna.

(foto: STF)


2 comentários

  1. PIXULEQUINHO
    quinta-feira, 25 de agosto de 2016 – 12:24 hs

    .
    OPA !!! AQUI A BRIGA É DE CACHORROS GRANDES.

  2. Junior
    quinta-feira, 25 de agosto de 2016 – 20:01 hs

    Meu filho foi ouvido como testemunha em um inquérito de porte ilegal de arma e a Promotora do caso, que certamente sequer leu o inquérito, denunciou-o como autor do fato e ainda disse na denúncia que ele fora preso em flagrante.
    Ele teve que para SETE MIL DILMAS para o advogado defendê-lo porque sua excrescência, o juiz, recebeu a denúncia (certamente também não leu!).
    Isso é o retrato atual de grande parte do MP e da Magistratura.
    E depois nem adianta entrar com ação de dano moral que é capaz de ele ser condenado por incomodar a digna representante do MP.

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