Assembleia sem recesso | Fábio Campana

Assembleia sem recesso

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O adiamento da votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) impactou no calendário da Assembleia Legislativa do Paraná. O presidente da Assembleia, deputado Ademar Traiano (PSDB), confirmou nesta quarta-feira (6) o cancelamento do recesso parlamentar previsto para iniciar no próximo dia 18 de julho.

Segundo Traiano, já não há mais tempo hábil para votar a LDO antes do prazo estipulado no Regimento Interno para o fim do primeiro período das sessões legislativas. “Está definitivamente confirmado. Nós não teremos recesso na Assembleia em razão de não votarmos a LDO. Eu vou definir uma pauta normal para o período”.

A reunião da Comissão de Orçamento da Casa, ocorrida pela manhã, também terminou sem uma decisão sobre a LDO. O relator, deputado Elio Rusch (DEM), considerou prudente aguardar a votação, pelo Congresso Nacional, da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) nº 241/2016, instituindo um novo regime fiscal no âmbito da União, e do projeto de lei complementar nº 257/2016, que estabelece o Plano de Auxílio aos Estados e ao Distrito Federal e medidas de estímulo ao reequilíbrio fiscal.

A LDO é o planejamento, pelo Governo do Estado, das metas fiscais para o próximo exercício financeiro. Com base nesse plano é elaborado o orçamento contemplando as receitas e as despesas para o período.


3 comentários

  1. Antonio Carlos
    quarta-feira, 6 de julho de 2016 – 20:13 hs

    E agora como é que ficam os netinhos destes pobres deputados sem a presença dos seus vovôs e vovós para tomar conta deles nas suas ´ferias de inverno? Pobres deputados, estou até com peninha deles.

  2. Eleitor
    quinta-feira, 7 de julho de 2016 – 13:07 hs

    Sem contar que eles recebem em dobro por esse “excesso” de trabalho, judiação.

  3. ANDRI
    sexta-feira, 8 de julho de 2016 – 9:22 hs

    O interino Michel Temer (PMDB) sofreu na noite desta quarta (6) a primeira grande derrota na Câmara. Os deputados rejeitaram pedido de urgência que trata do acordo de renegociação das dívidas dos estados.
    O governo do golpe obteve apenas 253 votos favoráveis, mas eram necessários 257. Ainda 131 votaram contra e houve duas abstenções.
    A primeira derrota de Temer na Câmara também deverá impactar no Senado, que, em breve, decidirá se o interino será transformado em efetivo.
    No Paraná, o governador Beto Richa (PSDB) esperava essa votação para justificar novo calote nos servidores públicos do estado, pois, de acordo com o texto, ficaria congelado aumentos e reajustes acima da inflação.

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