Richa na presidência do Codesul | Fábio Campana

Richa na presidência do Codesul

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O governador Beto Richa assumiu nesta terça-feira (7) a presidência do Codesul – conselho de desenvolvimento dos estados do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul. Richa substituiu o gaúcho José Ivo Sartori, e disse que a prioridade é proteção e criação de empregos na região, em um momento em que a crise econômica elimina postos de trabalho e o desemprego bate recorde em todo País. Richa também defendeu a suspensão do pagamento da dívida dos estados com a União por 24 meses e o alongamento do prazo por 20 anos.

A ideia será discutida entre os governadores e o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, em uma reunião na próxima semana em Brasília. “Grande parte dos estados e municípios sofre pela irresponsabilidade do governo federal, que levou o País à maior crise econômica dos últimos tempos”, disse Richa. “Nada mais justo que o governo federal arque com parte das consequências e assuma a carência total, por dois anos, da dívida dos estados junto à União, permitindo que, nesse momento de crise, os estados possam suprir as demandas adicionais da população” afirmou.

Richa citou como exemplo o caso da dívida do Paraná, originalmente em R$ 5,6 bilhões quando foi contraída, em 1989. “De lá para cá, o Paraná já pagou R$ 14 bilhões e ainda deve R$ 9,5 bilhões. É uma dívida impagável, uma bola de neve, com juros extorsivos. O governo federal age como um agiota em relação aos estados”, acrescentou.

(foto: Arnaldo Alves/ANPr)


4 comentários

  1. PUNISHER
    terça-feira, 7 de junho de 2016 – 17:52 hs

    CAMPANA PARE DE CHAMAR (ESCREVER) AUDITOR FISCAL, PRA ESTA TURMA DE TRANSPOSTOS, HOJE ELES NÃO PASSAM DE ADMINISTRATIVOS NO PARANÁ. É SÓ VOCÊ VERIFICAR E PUBLICAR O CONTIDO NA AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE 5510, CONTRA AS LEIS COMPLEMENTARES 131/2010 E 092/2002. PROPOSTO PELO SR. PROCURADOR GERAL DA REPUBLICA, RODRIGO JANOT, EM 05 DE MAIO DE 2016.

  2. Carlos
    terça-feira, 7 de junho de 2016 – 22:43 hs

    Esse cidadão, de cognome Punihser, não sabe do que está falando e está empenhado em somente difamar a classe dos auditores fiscais que, inobstante a ação de maus elementos, foi responsável pelo aumento significativo da arrecadação estadual nos últimos anos, antes mesmo do ajuste fiscal efetuado em 2015. Administrativo, Sr. Punisher, não tem entre suas atribuições arrecadar, fiscalizar e tributar, ou tampouco constituir o crédito tributário pelo lançamento, como o tinha a carreira de agente fiscal. O que a PGR questiona é o aproveitamento, no cargo de auditor fiscal, dos anteriores ocupantes do cargo de agente fiscal que, por força de uma lei editada em 1978, e modificada profundamente em 1983, era de nível médio, mas tinha todas as competências e prerrogativas do cargo de auditor fiscal. Em Santa Catarina, o governo estadual unificou duas carreiras da fiscalização inteiramente distintas e originalmente de nível médio com outras duas de nível superior, e o STF julgou isso constitucional, tendo em vista a similitude de atribuições (ADI 2335). Por outro lado, a situação do Paraná nada tem a ver com a ADI referente à unificação das carreiras do fisco do Ceará, que teve, entre outras coisas, o aproveitamento até de motoristas no cargo de auditor fiscal.

  3. Zé Venancio
    quarta-feira, 8 de junho de 2016 – 11:55 hs

    Será esta a tão sonhada presidência pelo governador?
    Se não estivéssemos no Brasil, diria que será o mais próximo que Richa chegará de uma presidência…
    Como aqui tudo é possível, quem sabe o ex alcaide de Curitiba não chega à outras presidências, até o tão almejado ostracismo?

  4. Carlos
    sexta-feira, 10 de junho de 2016 – 23:38 hs

    Punisher, ou Fazendário Falido, o único administrativo aqui é você. Deixe de ser recalcado e vá procurar um bom professor de Português antes de fazer seus infelizes comentários.

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