Crise moral | Fábio Campana

Crise moral

assediomoral

A crise moral é tamanha que os servidores da UFRGS estão convocando uma greve contra o controle de frequência. Isso mesmo. Os servidores não querem “bater ponto”, algo que praticamente todo trabalhador brasileiro faz agradecendo aos céus por ter um emprego. Para estes servidores, a prática seria um “assédio moral”.


10 comentários

  1. Viezzer
    quarta-feira, 8 de junho de 2016 – 18:44 hs

    Bem coisa de vermelho isso.

  2. RR
    quarta-feira, 8 de junho de 2016 – 21:40 hs

    LUGAR DE VAGABUNDO,É NA CADEIA OU NO CEMITÉRIO E NÃO NO SERVIÇO PÚBLICO.

  3. Ângela Ricci
    quarta-feira, 8 de junho de 2016 – 21:56 hs

    Devem ser todos petistas!!! Bandido não quer controle mesmo! Tem que abrir processo adm é excluir a centelha do serviço público. Professor tem que ter caráter

  4. Ângela Ricci
    quarta-feira, 8 de junho de 2016 – 21:56 hs

    Devem ser todos petistas!!! Bandido não quer controle mesmo! Tem que abrir processo adm é excluir a centelha do serviço público. Professor tem que ter caráter

  5. Andrés
    quarta-feira, 8 de junho de 2016 – 22:07 hs

    Meu deus… é tanto malandro no setor publico, isso é pra controle, aposto que quem nao gostou do assédio é aquela galera parasita que nao vai trabalhar mas recebe, esses sanguessugas!!!!

  6. Reinaldo
    quinta-feira, 9 de junho de 2016 – 0:12 hs

    Vagabundos, por serem funcionarios publicos deveriam bater o ponto e fazer tudo às claras, este pessoal se apoia em estatutos que tornam quase impossivel de se mandar embora alguem, PRIVATIZAR AS UNIVERSIDADES JÁ! e RUA PARA ESTES VAGABUNDOS!

  7. Andrea Lima
    quinta-feira, 9 de junho de 2016 – 12:49 hs

    Bater ponto é o correto. O que não dá para entender é o fato de apenas a área administrativa bater ponto. E os professores com dedicação exclusiva que só aparecem no dia em que dão aula? E os professores com cargo de chefia que também não aparecem?

  8. Caio
    sexta-feira, 10 de junho de 2016 – 19:54 hs

    Sabe aquelas provas? Aqueles relatórios??? Vão ser corrigidos em casa!!! Sabe por que? Temos uma salona e não uma sala para dividir em alguns professores! Sabe aquele projeto que surge de madrugada??? Nessa hora, eu escrevo!!! Dê as condições, que dae batemos ponto!

  9. Leticia
    sábado, 11 de junho de 2016 – 8:12 hs

    Se fosse assédio moral, toda e qualquer forma de controle de frequência de qualquer funcionário seria vista da mesma forma.
    Se o cidadão é PAGO para realizar um serviço (ainda mais num País malandro como aqui) tem que haver controle de frequência sim! Ninguém está fazendo trabalho voluntário nesse caso.

  10. Mauro Kazuo Nonaka
    domingo, 12 de junho de 2016 – 19:28 hs

    Cambada de vagabundo

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