Os exemplos do Paraná | Fábio Campana

Os exemplos do Paraná

Gov. Beto Richa, retratos

Beto Richa

Nesta sexta, inauguramos, com muita satisfação, a fábrica da Ambev em Ponta Grossa, cuja pedra fundamental foi lançada em agosto de 2013, com o estímulo do “Paraná Competitivo”, programa do nosso governo.

Agora, não só esta fábrica, que produzirá 4,6 milhões de hectolitros de cerveja e refrigerantes (4% da produção nacional) e atenderá a 80% das demandas da empresa no Estado, está edificada, com mais de 400 mil metros quadrados de área construída, mas igualmente está consolidada nossa certeza de que empreendedores continuam a confiar no Paraná, apesar de todos os desacertos da área econômica do governo federal e da profunda crise que estamos vivendo.

Esta nova indústria nos Campos Gerais, na companhia de vários outros empreendimentos na mesma região, que somam mais de R$ 2,3 bilhões em investimentos, demandou R$ 848 milhões investidos e oferecerá empregos diretos para 500 brasileiros. Isto sem contar o significativo investimento de R$ 8,8 bilhões, o maior do setor privado na história do Paraná, sob responsabilidade da Klabin, em Ortigueira.


Desde 2011, estabelecemos em nosso Estado um governo baseado no diálogo e no respeito jurídico, abandonado a retórica vazia e as ameaças ao capital e aos investidores. A resposta à nossa conduta se manifesta a cada dia no Paraná.

Além disso, fizemos, com muita responsabilidade, um grande ajuste para equilibrar as finanças e recuperar a capacidade de investimento estadual.

Hoje, o Paraná tem a melhor situação fiscal e financeira do Brasil. A própria mídia nacional, que ressalva a situação menos grave de alguns entes federados, tem destacado a penúria dos Estados e Municípios, agravada desde sempre pela má distribuição nacional dos impostos e tributos recolhidos pela União.

Conseguimos, por isto, manter absolutamente em dia o pagamento e reajustes do funcionalismo público estadual e consolidar a confiança conquistada com empreendedores privados. Além do comprometimento com a responsabilidade fiscal, mantivemos a aplicação correta em setores fundamentais como a saúde, educação, segurança pública e infraestrutura, entre outros.

Só para termos exemplos, neste ano investiremos R$ 7,8 bilhões em educação até o ensino médio, sem contar os aportes em ciência e tecnologia e no ensino superior. No setor de saúde, estimamos aplicar R$ 4,5 bilhões. Em resumo, sem nos esquecer dos outros setores, priorizamos educação, saúde, segurança, infraestrutura, a manutenção e a qualificação dos programas sociais, com redução da desigualdade e promoção de oportunidades.

Paralelamente, o Paraná, que desde o início de nosso governo conseguiu investimentos da ordem de R$ 40 bilhões, irrigando a economia em todas as regiões do Estado, gerando empregos e distribuindo renda, não merece desrespeitos. Desde 2011, passamos à quarta economia do país, o que é um feito histórico perseguido há meio século, e considerado pela consultoria britânica Economist Intelligence Unit (EIU), divisão de análise do grupo The Economist, o segundo Estado mais competitivo do país, com exemplos da convivência saudável entre as iniciativas pública e privada, com um custeio equilibrado. Além disso, o Paraná, de acordo com análise do Jornal Financial Times FDI Intelligence, tem a melhor estratégia para atração de investimentos da América do Sul.

Este Paraná, que continua investindo e promovendo desenvolvimento socioeconômico, em meio à uma grave crise nacional, reivindica o fim da discriminação sistemática imposta aos paranaenses por parte do governo federal, para que tenhamos participação maior nos projetos e investimentos federais, e possamos ainda mais oferecer a todo país exemplos de respeito a todos os cidadãos.

Beto Richa, governador do Paraná.


4 comentários

  1. Tia do café
    sexta-feira, 6 de maio de 2016 – 23:10 hs

    Trabalho no palácio
    O governador só vai ter de volta nosso respeito e credibilidade de volta se limpar o Iguaçu dos assessores corruptos e ladrao e que faz tudo às escondidas do governador
    Quem são vamos lá :
    Fábio dalazem
    Claudio Pacheco
    Ricardo rached
    Denilson rodo
    O gordinho do gabinete assessor de imprensa de nada vale nada
    Um tal de erasmo ex ou assessor do hauli que fica só nos rolos no 3 andar
    Fora do palácio
    Luís Carlos break
    Edson lau
    Na casa civil
    Todas as meninas fazem rolo o tempo todo …então alerta o governador Fábio campana ou ele vai se ferrrar mais ainda ..pode apostar

  2. jaferrer
    sábado, 7 de maio de 2016 – 16:12 hs

    Os investimentos nas IES, quando se trata de custeio – água, luz, combustível, material de consumo em geral, etc -, foi drasticamente reduzido neste ano. Algumas instituições já não conseguem manter o básico como, por exemplo, pagamento de terceirizados para limpeza das instalações, visto que há muito tempo não são abertos concursos para técnicos administrativos para suprir a demanda; os funcionários se aposentam, falecem, são afastados, etc. Pela mesma razão, muitas IES se servem de estagiários para serviço de secretaria, com os prejuízos inerentes à rotatividade que este modelo implica. Além disso, os estagiários não são pagos pela folha, são custos cobertos com o custeio. Como o custeio foi drasticamente reduzido, este expediente também sofreu cortes. Resultado: em várias IES setores estão sem funcionários.
    É verdade que os salários estão em dia e isso conta muito em tempo de crise, mas uma Universidade não funciona apenas com isso. O custeio é fundamental. Portanto, senhor governador, apresente com clareza sua posição quanto ao custeio das IES, pois são instituições públicas cuja responsabilidade é do estado.

  3. Louise
    sábado, 7 de maio de 2016 – 16:33 hs

    Ninguém escreve nada por aqui?

  4. viking
    sábado, 7 de maio de 2016 – 17:46 hs

    Mas que mentira em Campana, a construção da segunda fabrica da Klabin em Ortigueira foi firmada na gestão do Requião e o financiamento é do PAC BNDS.

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