Romanelli destaca avanços na Educação do Paraná | Fábio Campana

Romanelli destaca avanços na Educação
do Paraná

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O deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB), líder do Governo na Assembleia Legislativa, destacou nesta terça-feira, 26, as conquistas da educação paranaense e a necessidade de continuar dialogando com os representantes dos professores para garantir avanços e atender as reivindicações. “Temos um canal de diálogo permanente para o debate das demandas dos professores. São reuniões semanais com a APP-Sindicato”, disse Romanelli.

Educação é uma prioridade do governo, mas é preciso ressaltar que os legítimos pleitos dos servidores e professores serão atendidos na medida das possibilidades do Tesouro do Estado. Governar exige responsabilidade, espírito público e respeito à lei”, completou.

Romanelli reafirmou que enquanto servidores de outros estados enfrentam grandes dificuldades com salários em atraso e sem perspectiva de aumento, os funcionários públicos do Paraná estão com os salários em dia, tiveram 14% de reajuste desde outubro. “É preciso reconhecer todo esforço que o Paraná fez e a situação privilegiada que os nossos funcionários têm em relação aos servidores de outros Estados”, ponderou.

Segundo Romanelli, entre as principais conquistas da Educação no Paraná está o orçamento para o setor, que mais que dobrou nos últimos cinco anos. “De R$ 3,7 bilhões em 2010, evoluiu para uma previsão de R$ 7,8 bilhões neste ano de 2016. Além do crescimento orçamentário, o número de professores e funcionários da rede pública estadual também aumentou, com a contratação, desde 2011, de mais 23 mil profissionais da educação, entre professores e servidores”.

Nesse período, os professores receberam reajustes salariais de 82%. Foram nomeados 17,6 mil professores de 2011 a 2014, enquanto que de 2007 a 2010 foram 13,8 mil. Em relação a reajustes pagos ao magistério, de 2003 a 2006 foram 33,7%; de 2007 a 2010 foram 50%.

“Um professor concursado em início de carreira no magistério do Paraná recebe uma remuneração mensal de R$ 3,6 mil, para jornada de 40 horas semanais, para o nível I da carreira, licenciatura plena. São R$ 2,8 mil de salário, mais R$ 800 de auxílio-transporte, o que totaliza a remuneração de R$ 3,6 mil”.

Além disso, explica Romanelli, a hora-atividade (tempo para que o educador prepare e corrija provas e trabalhos) foi ampliada em 75%. A cada 20 horas de trabalho, sete são reservadas à hora-atividade.


4 comentários

  1. Zé Venancio
    terça-feira, 26 de abril de 2016 – 18:55 hs

    Um professor no último nível de carreira, ou seja, depois de mais de vinte anos de carreira, na última referência do nível PDE, ganha o mesmo que um terceiro argdnto da PM.
    Sem desdenhar dos policiais militares de nosso estado e os de outras carreiras que exijam nível superior, os professores recebem historicamente o menor salário para funcionários com nível superior do estado.
    Os outros “avanços” citados pelo líder do governo, nada mais são que reposições inflacionárias e aplicações de leis estabecidas.
    Não há de maneira alguma nenhum favor ou ato de heroísmo do governo, em meio à crise na qual o país está atolado.
    Ah, e ainda deve ser pago aos funcionários da educação as promoções e progressões na carreira, que o governo e e desde março de 2015, portanto à mais de ano.
    Também não é nenhum favor. A lei prevê um melhor salário para os professores que realizam cursos de lato e stricto senso, capacitações oferecidas pela própria SEED e outros previstos em lei, além de terem condução ilibada de suas carreiras, com avaliação realizada pelas direções escolares.
    Como se vê, antes de falar em avanços, Romanelli tem que falar em fazer o dever de casa…

  2. medonho
    terça-feira, 26 de abril de 2016 – 19:10 hs

    A educação se resume o docente finge que ensina e o discente, que aprende, basta ver resultados do ideb, enem….Os sindicatos ligados ao PT é o princilpal desqualificador da educação, não é atoa que protestam contra o nosso mais influente juiz, Dr. Sergio Moro.
    Não basta mestrado doutorado, temos de ter um corpo docente comprometido sem tantas “medalhas”, condecorações (diplomas) mas o amor pela batalha, estar na sala de aula de corpo e alma.
    Como exemplo há escolas no sertão do ceará (sobral), com médias equivalentes aos paises desenvolvidos, fonte: folha de são paulo.

  3. terça-feira, 26 de abril de 2016 – 20:57 hs

    Medonho, concordo com você quando diz que professores fingem que ensina, isso é parte da formação dos docentes, reclamarem dos governos e transferir responsabilidade, quando tem algum docente que contraria este é isolado ,pois esta ao lado do governo é assim que eles tratam. Para a educação melhorar deve ser feito uma reciclagem dos nossos docentes, olha sobraria bem pouco, pois se você apertar eles dominam mal e mal o básico de sua disciplina.

  4. quarta-feira, 27 de abril de 2016 – 11:53 hs

    VALHA-ME DEUS, TER QUE DIALOGAR COM A APP – SINDICATO É UMA FORMA DE DAR RESPALDO A ESSES VERMES INTITULADOS PROFESSORES PETISTAS QUE SE APODERARAM DO SINDICATO PARA PROVEITO PRÓPRIO E DE SEU PARTIDO O PR. Têm que haver reuniões em cada escola com os verdadeiros professores e não os politiqueiros petistas.

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