Marco Aurélio, do STF, pede renúncia de Mercadante | Fábio Campana

Marco Aurélio, do STF, pede renúncia de Mercadante

O ministro do STF, Marco Aurélio Mello, não perdoa. Ele pediu a renúncia do ministro da Educação, Aloizio Mercadante, até que sejam esclarecidas as suspeitas levantadas contra ele na Operação Lava-Jato. Segundo depoimento do senador Delcídio Amaral, do PT. Mercadante teria oferecido dinheiro ao parlamentar na tentativa de convencê-lo a não firmar acordo de delação premiada com o Ministério Público. Para Marco Aurélio, a revelação “estarrece”.


12 comentários

  1. Doutor Prolegômeno
    terça-feira, 15 de março de 2016 – 17:27 hs

    Pelo menos falou algo que se aproveite. Este senhor falastrão adora um microfone e uma câmera. Está sempre pronto a ensaiar caras e bocas para comenta qualquer assunto, de política a culinária.

  2. Luis Gringo
    terça-feira, 15 de março de 2016 – 17:37 hs

    E sobre o STF estar investigando o Beto Richa nada?

  3. Sergio Silvestre
    terça-feira, 15 de março de 2016 – 17:52 hs

    Estarrece isso e como o Aécio abocanhava verbas de furnas.Mas eu acho que não tem concerto,a lava -jato vai chegar até na igreja do delegado,não vai sobrar um malafaia

  4. Estrelinha
    terça-feira, 15 de março de 2016 – 17:52 hs

    Exa.! Com a devida venia todos são iguais perante a Lei. O Senador Delcidio foi preso nas mesmas circunstâncias. Por que Vsa. Exa. nãopediu SOMENTE a renuncia daquele parlamentar?

  5. O CURITIBANO
    terça-feira, 15 de março de 2016 – 18:29 hs

    TEM QUE PAGAR NA MESMA MOEDA….. CANA….

  6. terça-feira, 15 de março de 2016 – 19:52 hs

    Valente esse “Collor” De Mello não ? Porque não tem peito de pedir renúncia de Dilma ou lhe casse o mandato comprado ?

  7. Gandu Moreira
    terça-feira, 15 de março de 2016 – 20:16 hs

    a APP Sindicato vai ficar ao lado do criminoso Mercadante?

  8. Carla Amorim
    terça-feira, 15 de março de 2016 – 23:08 hs

    a APP sindicato vai invadir o ministério, que covil hein? A cara de pau, a desfaçatez, a criminalidade sem limites, até onde vai essa aberração de governo. Em qualquer país sério esses meliantes estariam atrás das grades

  9. Laertes
    quarta-feira, 16 de março de 2016 – 0:42 hs

    Vou fingir que acredito.

  10. BETO
    quarta-feira, 16 de março de 2016 – 9:22 hs

    Esses corruptos que ai estão, se valem da ignorância generalizada do povo, o qual por sua filosofia de vida, não percebe o bombardeio subliminar constante e constante a que é submetido, nesse cenário nauseabundo chamado Brasil. Costumamos invocar para as políticas envolvidas em nossos, chavões e rotular as recorrências em seus arcabouços de tal forma, que a confusão se instaura, e a maioria absoluta dos seguidores por sua falta de conhecimento dos rumos e ferramentas necessários para a consecução plena dos objetivos fins, não atingem o foco principal onde permeiam a corrupção e a falta de ética.
    A sede de liderança gerada por fenômenos ainda indecifrados, mas sabidamente ligados às auras de alguns líderes, massificam por osmose e interligam os grupos mais diversos, pelo lugar comum que é a miséria absoluta e a fome que grassa nas regiões mais pobres. Os explorados inescrupulosamente, e aí reside a crueldade dessas falsas políticas sociais, que só visam à manutenção desse estado miserável – covalência gratificada.
    Fundamentado na doutrina milenar da superioridade da sabedoria do saber sobre o saber, uma espécie de objetivo político para a filosofia, que comprova e justifica sua própria existência, subliminamos Idéias ou Formas cristalizadas na dimensão real e visível dos fatos, tornar-seão implementos, mudando o rumo político inicial desejado, à medida que as circunstâncias se delineiam gerando necessidades, antes não visualizadas, no contexto desses desejos, ou fora deles.
    Tivemos no passado líderes que eram seguidos apenas pelo carisma que os envolviam. Constata-se, assim, que essa forma de platonismo extrapola as engenharias sociais, redundando em abstrações e continuísmos que exauram as previsibilidades cotidianas, ao mesmo tempo em que corrompem os predispostos; primeiro os seguidos, revertendo nessa esteira, os conceitos morais arraigados, nas particularidades de algumas classes intelectualmente menores, quase sempre carentes e excluídas de um mínimo desejável de suporte financeiro ou da empregabilidade de arrimo. A conseqüência imediata dessa cristalização interfere diretamente nas conceituações herdadas ou de ouvir falar, ou dos cochichos, levando instantaneamente o neocatequizado a ser fonte propagadora de um ideal virtual, onde só as emoções regem e esse fato é aproveitado pelas forças políticas rumadas para o politicamente imoral e indecente e para a desonestidade.
    Se o olhar semi-deus – algoz massivo -, ficasse restrito aos círculos diretórios e só atingisse os ideais e sumos filosóficos, atemporalmente tenderia a um fundamentalismo de pensamento e transcenderia para uma purificação hermética sem conseqüência entre os pobres mortais. Mas não é isso que acontece.
    As determinantes manietadas em causas objetivadas idealisticamente numa provisão conceitual, essas idéias assim definidas, dão ao objeto uma estrutura especial dentro de condições profusas ou de uma condição especial; assim, podemos ter como exemplo LULA DA SILVA, que por muito tempo tornou-se um líder moldado pelas necessidades e aspirações dos excluídos, os menos favorecidos pela sorte da vida, pobre intelectualmente falando, usando de sua oratória populista, passando-se como salvador da classe pobre e oprimida, um bom samaritano, enganou por oito anos esta massa criando a maior facção criminosa já vista como ai esta.
    Numa população descrente nos homens, seus olhares tendem a elevar-se para o céu. A religiosidade se manifesta em níveis perigosos, novas seitas surgem e sugam o pouco do que restou na forma de “contribuição espontânea” ou, na falta dela, pela cobrança descarada do dízimo bíblico, de quem não tem nem para si…
    O olho clínico do petismo captou essa necessidade fantástica e capitalizou-a nas comparações de quem se arvora líder carismático e dono da nova verdade ético-política praticada num partido que inicialmente se dizia do povo e resgatador dos princípios da ética e da moralidade.
    Na prática a “beleza” de tal figura dissociou-se de seu arquétipo. A ilusão cegou a todos que se entregaram aos encantos e cantos da falsa sereia, que na verdade é um ninho de Hydras, misto de serpentes e dragões, a guardar a caverna do justiceiro e suas quatro dezenas de escudeiros.
    O essencial deixa de ser arquétipo sem nenhuma significação profunda para os eleitores até das castas mais sólidas, causando estranheza nos cientistas políticos, estudiosos da facção, descredenciando de nele votar, os eleitores que professam a vergonha austera e a honestidade como carro chefe de um governo representativo de uma nação e de um povo cansado de ser aviltado desde os idos do ano de 1500. Como iremos então conseguir sair desta crise e limpar o Brasil deste câncer chamado corrupção???

  11. Sergio Silvestre
    quarta-feira, 16 de março de 2016 – 16:02 hs

    Nossa Beto os comentários estão esticando como vocês esticam o saco do Campana de tanto puxar,será que o ÓDIO vai também esticar????????????????????????????

  12. Edson
    quarta-feira, 16 de março de 2016 – 16:12 hs

    Grande Ministro da Educação! Se não renunciar por corrupção, deveria renunciar por analfabetismo (se não analfabeto de direito, sim de fato). Viram e ouviram as palavras do homem gravadas: “Adevogado”, outras vezes “Devogado”. Por aí vai a educação do meu Brasil. Ah! outra coisa: Cadê o Janot, que em sua sabatina no Senado disse que “o mesmo pau que bate em Chico, bate em Francisco”? O Mercadante não deveria seguir o mesmo caminho do Delcídio Amaral? Ou está sendo blindado? Não é a primeira vez que seu nome é citado em delações!

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