Francischini promete tolerância zero para Curitiba | Fábio Campana

Francischini promete tolerância zero para Curitiba

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O deputado federal Fernando Francischini (SD) iniciou a segunda semana da série de sabatinas com pré-candidatos a prefeitos de Curitiba, nesta segunda-feira (25), com um discurso ligado, principalmente, a sua área de atuação histórica: segurança pública. Agora em 2016, oficialmente em campanha como pré-candidato a prefeito, o parlamentar prometeu implantar uma política de tolerância zero, aos moldes do programa implantado em Nova York entre 1994 e 2002 pelo então prefeito republicano Rudolph Giuliani. A política de Giuliani conseguiu derrubar as taxas de criminalidade pela metade. As informações são de Diego Ribeiro e Rogério Galindo na Gazeta do Povo.

“Sou fã dele. Vai ser o plano mais ousado que vou ter [o tolerância zero]. Queremos implantar a mesma política aqui”, disse o deputado. A proposta do parlamentar, entre outros temas, pretende fortalecer a guarda municipal da cidade.

Durante a entrevista, além da proposta de tolerância zero, há outros dois pilares no que pretende implantar, caso seja eleito prefeito: a saúde e o transporte. Uma das primeiras providências que tomaria seria acabar com o Programa Mais Médicos, do governo federal, em Curitiba. Segundo ele, o dinheiro usado para pagar esses médicos deveria ser investido para treinar mais profissionais na filtragem para encaminhamento as especialidades.

“Sabe como é o chamado o médico cubano pelo pessoal da saúde? É o ‘ao, ao’. É o médico ‘ao, ao’. Estou com dor no peito, ao cardiologista. Estou com dor no pé, ao ortopedista”, comentou. De acordo com ele, essa transferência de atendimento acaba lotando a agenda de consultas das unidades que atendem com médicos especialistas.

No transporte, Francischini prometeu reintegrar o transporte público de Curitiba ao da região metropolitana em uma negociação aberta com o governo estadual. “A desintegração foi o pior erro político e histórico de Fruet [Gustavo Fruet, prefeito de Curitiba]”, criticou. Além disso, garantiu que espera conversar, de forma “firme”, com os empresários do transporte.


19 comentários

  1. medonho
    segunda-feira, 25 de janeiro de 2016 – 18:41 hs

    Principalmente contra os professores….. haja borracha

  2. Cesar
    segunda-feira, 25 de janeiro de 2016 – 18:52 hs

    É um bom nome para candidato a prefeito de Curitiba,ainda mais se fizermos o cotejo com as outras opções.O único fato que pode atrapalhar a sua candidatura,é o de ter caído na armação orquestrada pelo sindicato de professores,que culminou no lamentável confronto entre policiais e sindicalistas.
    Quanto à questão dos médicos cubanos,está absolutamente certo.O Fruet fez concurso para médico no meio do ano passado,quase 500 médicos foram aprovados,e até agora ele sequer nomeu algum.Enquanto isso,a população sofre com a falta de profissionais nos postos de saúde.

  3. Sergio Silvestre
    segunda-feira, 25 de janeiro de 2016 – 19:59 hs

    Aquele professor que deu um carreirão nele também tem tolerância zero.

  4. Tome
    segunda-feira, 25 de janeiro de 2016 – 20:28 hs

    voto nele

  5. Eleitor Curitibano
    segunda-feira, 25 de janeiro de 2016 – 22:46 hs

    Brincadeira,foi Secretario de Segurança,e não funcionou a tolerância zéro,e agora vai funcionar como Prefeito?Assim não dá,não somos analfabetos Curitibanos.Basta o Fruet,agora mais um………a nossa tolerância no voto sim,vai ser zero.

  6. Luiz Flavio
    terça-feira, 26 de janeiro de 2016 – 7:49 hs

    Conversa fiada.
    Perdeu ótima oportunidade de implantar o sistema de tolerância zero quando foi sec da Segurança no Paraná!
    Aplicou a TOLERÂNCIA ZERO contra os PROFESSORES.
    Isso é conversa para boi dormir, para quem não tem mais propostas, quem o sr acha que engana?????

  7. terça-feira, 26 de janeiro de 2016 – 8:13 hs

    kkkkkkkkkkkkkkkk esse Francisquini é um idiota…….foi Secretario de Segurança e só fez besteira…….o que ele entende mesmo é de Camburão…….ele e seu filho ( Idiota Junior) nunca mais vão se elegerão a nada pois são incapazes…….kkkkkkk mentiroso falar em Nova York e tolerância zero……. será que a guarda municipal é tão poderosa assim….. pois o cabra acha que os curitibanos são idiotas como ele….vai pastar seu idiota.

  8. COMANDO
    terça-feira, 26 de janeiro de 2016 – 8:30 hs

    Tolerância zero, cai fora

  9. lika
    terça-feira, 26 de janeiro de 2016 – 8:56 hs

    Acho que o Francischine ja deu sua contribuição ao Beto como Secretario de Segurança,rsrsr, mas,,, para prefeito de curitiba é preciso uma pessoa mais centrada, o que não é o caso dele, acho ele um pouco falastrão e papa microfone, falar e fácil. O Guga pode não estar fazendo tudo aquilo que poderia fazer, mas não roubando já estamos no lucro.

  10. Tisa Kastrup
    terça-feira, 26 de janeiro de 2016 – 9:06 hs

    A melhor parte da entrevista foi quando ele prometeu despachar pro colo da Dilma todos os petistas que “trabalham” na Prefeitura de Curitiba.

  11. Cesar
    terça-feira, 26 de janeiro de 2016 – 10:42 hs

    A trupe da APP sindicato se mobiliza para tentar desmoralizar o Francischini.Não vai adiantar,a maioria da população já percebeu que aquela confusão foi orquestrada por sindicalistas.
    Quanto aos “médicos” cubanos,está certíssimo.Especula-se que sequer sejam médicos.O programa mais médicos tem a finalidade de sustentar o falido regime de Cuba.O Fruet fez concurso para médico em julho do ano passado,quase 500 profissionais foram habilitados,e ele não nomeu ninguém até agora(depois fica bravo com a alcunha de prefeito tartaruga!).

  12. Politicamente incorreto
    terça-feira, 26 de janeiro de 2016 – 11:05 hs

    Seria um bom candidato, mas a personalidade dele foge um pouco ao perfil para Prefeito. Ele é inflexível demais, falta jogo de cintura e não será com imposições somente que conseguirá ser um gestor público.

  13. GRANDE MESTRE, voltou.....
    terça-feira, 26 de janeiro de 2016 – 11:21 hs

    Fernando Tucano conte com nosso apoio…
    Terei orgulho em novamente votar em vc…. Chega dessa tropa da PTzada e do Tartaruga Fruta….

  14. Marcão
    terça-feira, 26 de janeiro de 2016 – 11:23 hs

    Esse Cesar deve ser Funcionário (baba) do chiquini e também não deve ter filho nem neto em escola pública pra saber oque realmente ocorre, por isso tenho nojo da política partidária, se é que da para entender, ou posso desenhar.

  15. Cesar
    terça-feira, 26 de janeiro de 2016 – 11:38 hs

    Não é preciso ter filho nem neto em escola pública para saber o que acontece por lá:um ensino de péssima qualidade impregnado por ideologia embusteira esquerdista.

  16. rodrigues
    terça-feira, 26 de janeiro de 2016 – 14:39 hs

    Repetindo Cesar, porque isso e a verdadeiro acontecimento “A trupe da APP sindicato se mobiliza para tentar desmoralizar o Francischini.Não vai adiantar,a maioria da população já percebeu que aquela confusão foi orquestrada por sindicalistas”.

  17. ILSON
    terça-feira, 26 de janeiro de 2016 – 16:30 hs

    ele não foi tolerante com a classe de professores, se queimou diante da população, já era a sua aposentadoria está próxima e vai ser nas urnas…….nunca mais se elegerá….

  18. Karamba
    terça-feira, 26 de janeiro de 2016 – 17:25 hs

    Karamba, meu! Povo vive reclamando de falta de segurança. Daí vem o Francesquini e desce o cassetete (com razão) nos comuna disfarçado de profe na praça. E o povo não gosta?

  19. Alencar Furtado
    terça-feira, 26 de janeiro de 2016 – 17:40 hs

    Me parece que a eleição deste ano para Prefeito de Curitiba,está reunindo o que se tem de pior na politica..,.,é muito triste ver as péssimas opções que possuímos e os apegados ao poder e ao dinheiro público…o País vai muito mal com essa classe política que temos independente de partidos!

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