Aproveite o sábado | Fábio Campana

Aproveite o sábado

índice

música.

Oficina de Música de Curitiba:

– Recital de Antonio Meneses (foto) violoncelo solo ,Teatro do Paiol, 18:30.

– Concerto de Música Antiga – A Música francesa na corte do Rei Sol, Capela Santa Maria, 20:30.

– Gênesis – Orquestra de metais e percussão, Praça Iguaçu – Memorial de Curitiba, 22:30, gratuito.

cinema.

– Todas as manhãs do mundo, Cinemateca, 19h.

– Tudo que aprendemos juntos, diversas salas e horários.

– Oito e Meio, Espaço Itaú de Cinema (Shopping Crystal), 21:30h.

– O Prazer, Cinemateca, às 16h.

exposição.

– Entre mesas e balcões: restaurantes e bares de Curitiba nas décadas de 1950 e 1960, Casa Romário Martins.

– Polaroids, 1998 – 2012 de Charif Benhelima, Museu Oscar Niemeyer.

– Arte: uma viagem no tempo – Colônia de Férias, Museu Oscar Niemeyer.

passeio.

– Caçarola do Joca, Antonina.

literatura.

– Adriana Sydor, toda prosa

– Quatorze, Salvador Espriu

para aproveitar o final de semana – sábado

música.

Oficina de Música de Curitiba:

– Recital de Antonio Meneses violoncelo solo

Programa: Johann Sebastian Bach – Suite nº 2 em Re menor BWV 1008; Carlo Alfredo Piatti – 12 Caprichos para violoncello solo Op. 25; Gaspar Cassadó – Suite para violoncello solo.

Teatro do Paiol, 18:30, entrada: 10,00 e 5,00.

– Concerto de Música Antiga – A Música francesa na corte do Rei Sol

Direção musical – Rodolfo Richter

Obras de François Couperin, Saint Colombe, Marin Marais, Michel Lambert, Jacques Duphly, Michel Corrette, Carl Rosier e Michel De la Barre entre outros.

Professores: Maria Cristina Kiehr – soprano, Rodrigo del Pozo – tenor, Rachel Brown – flauta, Diego Nadra – oboe, Rodrigo Calveyra – flauta doce e corneto, Tomasz Wesolowski – fagote, Robert Farley – trompete, Rodolfo Richter e Manfred Kraemer – violinos, Claire Fahy – viola, Juan Manuel Quintana – viola da gamba, Phoebe Carrai – violoncelo, Paolo Zuccheri – violone, Dolores Costoyas – teorba e guitarra barroca, James Johnstone – cravo.

Capela Santa Maria, 20:30, entrada: 10,00 e 5,00.

– Gênesis – Orquestra de metais e percussão

Regência – Vagner Gonçalves Franco

Programa: obras para Orquestra de metais: Piotr Ilitch Tchaikovsky – Marcha Eslava, Steven Ponsford – Life ablaze, Paul Lovatt-Cooper – Vitae Aeternum, Jazz – Pour on the power.

Praça Iguaçu – Memorial de Curitiba, 22:30, gratuito.

cinema.

– A história do compositor Sainte-Colombe, obcecado pelo perfeccionismo de sua criação artística e seu ambicioso aluno, que não mede esforços para se tornar famoso e rico estampa Todas as manhãs do mundo. A direção é de Alain Corneau e traz no elenco Anne Brochet, Carole Richert, Caroline Sihol, Gérard Depardieu, Guillaume Depardieu e Jean-Pierre Marielle. Cinemateca, 19h.

– Laerte (Lázaro Ramos) é um talentoso violinista que, após frustradas tentativas de integrar a Osesp, se vê obrigado a dar aulas de música para uma turma de adolescentes de Heliópolis. Nesse caminho, as dificuldades são muitas, mas o poder transformador da música e da amizade que surge entre eles faz com que o professor e os alunos encontrem um novo lugar no mundo. Tudo que aprendemos juntos, diversas salas e horários.

– “O cineasta Guido Anselmi, pressionado pelo produtor e pela família, se isola para concretizar a obra que mistura passado e presente, realidade e ficção”, de Federico Fellini, Oito e Meio, no Espaço Itaú de Cinema (Shopping Crystal), 21:30h.

– O Prazer, de Max Ophüls. “Três histórias sobre o prazer e o seu carácter efêmero adaptadas da Obra de Guy de Maupassant. Na primeira, A Máscara, Max Ophuls leva a um movimento e ritmo trepidantes dos bailes de máscaras onde um homem velho procura a juventude no mesmo ritmo, usando uma máscara de jovem no salão para seduzir as mulheres. No conto seguinte, Mansão Tellier, uma cafetina e suas prostitutas passeiam pelo campo durante um final de semana, pela impossibilidade de se manter a beleza fixada num quadro e pelos prazeres de uma vida rural revivem um dia especial. Já a terceira história, a modelo, fala sobre a paixão de um casal de artistas. A doçura e a amargura do prazer num dos mais belos filmes de sempre. Obra prima fundamental”, na Cinemateca, às 16h.

exposição.

– A exposição traz a memória curitibana dos restaurantes e bares das décadas de 1950 e 1960. Pesquisa feita e montada por Maria do Carmo Marcondes Brandão Rolim mostra registros fotográficos, noticias de jornais da época, acervos pessoais de proprietários e frequentadores fazem parte do acervo que poderá ser visto até junho de 2016. Entre mesas e balcões: restaurantes e bares de Curitiba nas décadas de 1950 e 1960, na Casa Romário Martins, de terça a sexta das 9h às 12h e 13h às 18h, sábado e domingo das 9h às 14h.

– Polaroids, 1998 – 2012 de Charif Benhelima está em cartaz no Museu Oscar Niemeyer. A exposição reúne cerca de 130 imagens feitas em Polaroid, além de obras em grande formato, de um dos maiores artistas belgas na prática da fotografia. O MON fica aberto de terça a domingo das 10h às 18h.

– Uma dica para a semana: o Museu Oscar Niemeyer (MON) traz para o público infantil a oitava edição da Colônia de Férias, “Arte: uma viagem no tempo”, com diversas atividades de caráter lúdico, artístico e cultural. Dividido em duas semanas, crianças de 5 a 10 anos poderão participar das programações no período da tarde, das 14 às 17h30, de terça a sexta-feira, no mês de janeiro de 2016. Informações sobre vagas, valores e programação: 3350-4412/ 3350-4469 / 3350-4468 ou pelo site: www.museuoscarniemeyer.org.br.
MON – Museu Oscar Niemeyer
www.museuoscarniemeyer.org.br
Inaugurado em 2002, tem como principal objetivo se tornar um espaço expositivo de excelência no Brasil e exterior.

passeio.

– Descer a Serra do Mar para um sábado com boa gastronomia e paisagem revigorante ainda é um hábito curitibano. Se você tem um tempinho e disposição, vá a Antonina. O passeio charmoso, em que se vê flores, pássaros e a baía pode ser coroado com a melhor gastronomia do litoral, o restaurante Caçarola do Joca, funcionando desde 1981, é um oásis da boa mesa preparada com os melhores frutos do mar do nosso e de outros litorais.

literatura.

– Adriana Sydor, toda prosa

Depois de se dedicar à organização de dois volumes do Livro dos Novos, antologia dos novos escritores paranaenses, ao Quem cria, nasce todo dia, de Jaime Lerner, e Contos da carne, de Paulo Ras, todas publicações da Travessa dos Editores, Adriana Sydor olhou para si novamente e resolveu publicar seu segundo livro. Anteriormente, havia lançado o MPB para crianças, coleção que reúne dez artistas da nossa música popular.

Inspirada em sua própria vida, falou do mundo, contando muito de si, quase tudo, mas talvez não tenha dito nada. Ao lê-la sabemos que tem dois filhos, que gosta de Antonina, desvendamos seu paladar e seu tipo de homem, logo, supomos que está solteira, dá dicas de sua idade, de alguns problemas de saúde, das felicidades e combinações triviais, é de Curitiba e dela gosta; que seu pai a ajuda nas tarefas hidráulicas, mas tem na manga um marido de aluguel; é realista, é fantástica e não veio à vida fazer um discurso, não veio com seu livro fazer um discurso. Lê-se em sua crônica de maneira coloquial o cotidiano – e nele não há maiúsculas, nem no texto dela. Adriana mostra que gosta de Pixinguinha, Tom Jobim e Dominguinhos. De Alberto Caeiro, Mia Couto e Mário Quintana. De Van Gogh e Monet. Isso tudo está em sua crônica, como uma crônica deve ser, contar e mostrar o dia a dia. Adriana revela que faz poesia, mas, sobretudo, nos diz que é toda prosa.

– Quatorze, Salvador Espriu

Seleção de poemas de um dos mais relevantes poetas catalães do século XX. Escritor versátil, transitou por vários gêneros, tendo transcendido na poesia. A morte foi um dos temas mais freqüentes deste autor que se opôs à ditadura franquista. Tradução assinada por Ronald Polito.


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