Saúde e Educação não terão cortes, diz Ricardo Barros | Fábio Campana

Saúde e Educação não terão cortes, diz Ricardo Barros

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O deputado federal e relator-geral do Orçamento, Ricardo Barros (PP-PR), afirmou que o relatório do Orçamento de 2016 será apresentado na terça-feira (15) sem cortes em Saúde e Educação. Pelo contrário, as áreas terão seus orçamentos aumentados.

“Saúde e educação já estavam muito sacrificadas. O Governo Federal vem reduzindo as verbas para essas áreas desde que mandou o Orçamento. Colocamos mais de R$ 300 milhões na educação e mais R$ 7 bilhões na saúde. Esses valores já estão aqui nessa conta”, disse em entrevista coletiva nesta sexta-feira, 11, em Brasília

De acordo com ele, os cortes equivalem a 35% do total do Orçamento apresentado pelo Governo Federal para o ano que vem. Entram nessa conta o bolsa família, auxílio-moradia e auxílio-reclusão. “Estudei profundamente cada um dos temas com os quais eu estou fazendo o debate, chamando a sociedade brasileira para o enfretamento da realidade desses fatos. Eu espero que essas auditorias solicitadas ao TCU mostrem ao Brasil a necessidade efetiva de alterar esses pontos que nós estamos tratando”.

O parlamentar afirma esperar que o Orçamento seja votado até o dia 17 de dezembro. “É muito importante que isso ocorra. Apresentarei um orçamento equilibrado e com o superávit que o Governo propôs na Lei de Diretrizes Orçamentárias de 0,7% do PIB”, ressaltou

Barros manteve o corte de R$ 10 bilhões no Bolsa Família. Segundo ele, o programa apresenta fraudes e problemas na gestão. “O Programa Bolsa Família tem deficiências que precisam ser corrigidas com os cortes, mas quem está enquadrado na lei, não deixará de receber o benefício”, reforçou. “Quero entregar um relatório com superávit. Se o governo não quiser cortar o Bolsa Família terá que que apresentar outras opções”.

O deputado lembrou ainda que o próprio Governo Federal cortou mais de 50% no Minha Casa Minha Vida e fez grandes cortes no Ciências Sem fronteiras e no Pronatec. “Portanto não é só o Bolsa Família que não deve contribuir para o ajuste fiscal”.

Mais Cortes – Barros também reduziu em R$ 1,84 bilhão a previsão da verba que a União terá de pagar à Previdência em 2016 e sugere outros R$ 320 milhões de redução no auxílio-reclusão. No entanto isso, depende da aprovação de um projeto Lei apresentado ontem pelo deputado para que o benefício passe a ter as mesmas regras do seguro-desemprego, ou seja o preso só receberá o valor pelo período de 3 a 5 meses.


Um comentário

  1. JOHAN
    sábado, 12 de dezembro de 2015 – 10:04 hs

    Caro FÁBIO, mesmo sendo do PP, o deputado RICARDO BARROS está acertando a mão. Reduzir o programa BOLSA FAMÍLIA é imperioso, num valor ainda superior ao já reduzido. Com a aplicação desmedida no BOLSA FAMÍLIA, a SAÚDE deixou de ser privilegiada. Nos últimos 13 do desgoverno da ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA PETISTA e nesses últimos 05 anos da presidente DILMA A PERDULÁRIA a redução dos valores aplicados na SAÚDE BÁSICA, foi mais intensa, pois o desvio foi assustador. E com esses desvios, faltaram recursos a SAÚDE, o que provocou a redução no controle a vetores das doenças epidêmicas do NORDESTE, onde o mosquito AEDES bastante contaminado e como vetor, sem qualquer controle teve um ambiente propício para alastramento. Mais um LEGADO da DILMA A PERDULÁRIA ao NORDESTE. Entendemos que ela tem compromisso de ir a TV e pedir desculpa para as mães brasileiras que terão seus filhos com MICROCEFALIA, numa nova geração de brasileiros derivados da inconsequência, portadores de deficiência neurológica, que terão que serem indenizados pelo ESTADO brasileiro. Atenciosamente. .

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