Cartórios têm um dos melhores índices de satisfação entre as instituições do Paraná | Fábio Campana

Cartórios têm um dos melhores índices de satisfação entre as instituições do Paraná

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Levantamento realizado pelo Instituto Paraná Pesquisas aponta que os serviços notariais e registrais paranaenses têm um dos melhores índices de satisfação geral entre as instituições do Paraná, com nota de 8,2, em uma escala que vai de 0 a 10, em avaliação com pessoas que haviam acabado de ser atendidas por um cartório. Os dados mostram que o índice de satisfação com a confiança e a credibilidade dos serviços recebeu a nota 9,1, enquanto que a satisfação com a honestidade e a seriedade dos estabelecimentos ficou em 9,0. Mais de 90% das pessoas disseram também que se sentem seguras em relação às transações efetuadas em cartórios, e 96,1% afirmaram que os serviços notariais e de registro são importantes para a sociedade.

“O que mais chama atenção são os altos índices de qualidade de atendimento registrados. Isso é reforçado pelo fato de que as pessoas ouvidas pela pesquisa tinham acabado de ser atendidas por um cartório, o que fortalece a conclusão final de que os cartórios são hoje a instituição mais bem avaliada perante a população do Paraná”, analisa o diretor do Instituto Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo. “Outro ponto importante é a preocupação da instituição em ouvir a população e utilizar os dados coletados como uma forma de nortear a continuidade do desenvolvimento da prestação desses serviços”, conclui Hidalgo.

Para a realização da pesquisa, encomendada pela Anoreg-PR, foram ouvidos 1.306 cidadãos após o atendimento em um cartório, entre os meses de julho e agosto deste ano, em um planejamento estratificado de acordo com a atribuição do ofício e posição geográfica em 31 municípios, o que permite uma amostra representativa do Estado do Paraná com índice de confiabilidade de 95% e margem de erro de 3 pontos percentuais para resultados gerais. “Acreditamos que os números mostram a determinação dos serviços notariais e de registro paranaenses em prover um serviço de credibilidade à sociedade, o que corresponde ao que os usuários de cartório encontram no dia a dia do atendimento”, afirmou o presidente da Associação dos Notários e Registradores do Estado do Paraná (Anoreg-PR), Robert Jonczyk.


8 comentários

  1. Roque
    quarta-feira, 4 de novembro de 2015 – 12:11 hs

    Esses cartórios recebem atores absurdos que deveriam ser do estado. Prestam um serviço de estado e ficam integralmente com recursos q poderiam custear saúde, habitação, saneamento, educação, logística. O que eles arrecadam são taxas de Estado ! E ficam com tudo, bancas campanhas eleitorais e políticos desonestos. Com uma arrecadação como a deles o serviço deveria ser nota mil.

  2. Eleitor
    quarta-feira, 4 de novembro de 2015 – 12:51 hs

    Pelo que eles cobram, nada a comentar.

  3. Sergio Silvestre
    quarta-feira, 4 de novembro de 2015 – 13:39 hs

    A credibilidade das instituições que está em primeiro lugar são as casas de putaria,aqui em Londrina o “PERA” ganha disparado das igrejas,justiça,Gaeco,MP,stc.

  4. RICARDO BALESTRA
    quarta-feira, 4 de novembro de 2015 – 22:14 hs

    OS CARTÓRIOS DO PR SÃO TÃO BONS QUE ATÉ O STF RECONHECE ISSO, MANTENDO ALGUNS DOS SEUS DONOS, DIGO, DOS SEUS DILIGENTES SERVENTUÁRIOS.
    ISSO PARA NÃO DIZER QUE O TJ-PR TAMBÉM ACREDITA NELES!

  5. zé povinho
    quinta-feira, 5 de novembro de 2015 – 8:59 hs

    96¨dos entrevistados devem ser doentes mentais, acreditarem que os serviços notariais e de registro são importantes para a sociedade, só pode ser coisa de doido. Este sistema de privilégio talvez seja a coisa mais retrógrada que ainda existente em Pindorama, desembarcou juntamente com Cabral lá na Bahia. E ainda tem gente que acredita que este sistema de registro sirva para alguma coisa, além de encher os bolsos dos cartorários e tabeliães.

  6. zé povinho
    quinta-feira, 5 de novembro de 2015 – 8:59 hs

    96%¨dos entrevistados devem ser doentes mentais, acreditarem que os serviços notariais e de registro são importantes para a sociedade, só pode ser coisa de doido. Este sistema de privilégio talvez seja a coisa mais retrógrada que ainda existente em Pindorama, desembarcou juntamente com Cabral lá na Bahia. E ainda tem gente que acredita que este sistema de registro sirva para alguma coisa, além de encher os bolsos dos cartorários e tabeliães.

  7. sexta-feira, 6 de novembro de 2015 – 6:21 hs

    Certamente, somos um país com um extraordinário complexo de vira-lata. Ganhar bem parece crime. Para alguns, a propriedade é um roubo. Um cidadão acha que o serviço deveria ser do Estado, quando historicamente sempre foi da sociedade (ok, ok, é muito esperar que saiba distinguir uma coisa da outra). Outro acha que prevenir conflitos “é coisa de doido”, que a ideia de cartórios desembarcou com Cabral, que é um enguiço coimbrão. Caramba! Pobre diabo. Não sabe que cartórios existem na Alemanha, Suíça, Japão, Inglaterra, e tantos outros países. Sinceramente? já não digo que descemos a ladeira; acho mesmo que chafurdamos sobre um monte quente e fumegante de lama (a paráfrase de Montaigne aponta para outra substância).

  8. Índio Vergueiro da Silva
    sexta-feira, 6 de novembro de 2015 – 7:47 hs

    Comentários de quem desconhece totalmente a atividade cartorial no Brasil e no exterior. Será que as pessoas que comentaram sabem que na Alemanha, na Holanda, no Japão, no Chile, existem cartórios? Será que eles sabem que grande parte da receita dos cartórios vai para o Estado? Em alguns lugares chega a 40% da renda bruta, e sem o Estado ter qualquer despesa. E ainda tem o imposto de renda, ISS, etc…… Será que eles sabem que se chega a um cartório por concurso público? Eu ainda vou ser titular de um, vou estudar e fazer o concurso. Cartório não tem “dono”, tem titular concursado. O Sérgio Silvestre votou nas “casas de putaria” como campeãs de credibilidade. Alguma coisa está errada, não acham? Talvez seja por aí: a população brasileira entende de “putaria”, mas pouco de cartórios, e alguns fazem comentários infelizes.

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