O delator que sabia demais | Fábio Campana

O delator que sabia demais

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O Antagonista

Quando ainda estava preso em Curitiba, Alexandre Romano disse à PF que Dércio Guedes de Souza, da JD2, tinha um operador no Ministério do Planejamento chamado Valter Correia da Silva, que atuou em diferentes posições de 2005 a 2015 – depois foi trabalhar para Fernando Haddad.

Valter operou para Paulo Bernardo e Miriam Belchior. Era tido como amigo da ministra, hoje presidente da Caixa, origem dos créditos inadimplidos. Valter também era amigo de Josemir Mangueira Assis, que presidiu a Emgea, recebedora dos créditos inadimplidos, até poucos meses atrás.

Miriam chamou Assis para trabalhar com ela e Valter, mas ele preferiu ficar na Emgea, apelidada pelo mercado de Podrebras. No lugar de Assis, a ministra nomeou a mulher dele, Ana Lúcia Amorim de Britto, até então na Dataprev, subordinada ao homem da Previdência, Carlos Gabas.

O pânico absoluto de todo o PT em relação à Pixuleco 2 está claro. Sob o comando de Sergio Moro, a investigação implodiria todos os pilares que ainda restam do governo Dilma Rousseff.


2 comentários

  1. terça-feira, 3 de novembro de 2015 – 14:09 hs

    A cobra está fumando há muito tempo e até agora mordeu apenas os bagrinhos, faltam os cascas grossas. Os petralhas estão mais assustados que crianças quando vêem o Drácula. Agora não é a mídia que está pegando no pé dos petistas e sim a JUSTIÇA FEDERAL. FALTAM POUCAS delações premiadas para fechar completamente o cerco, isto é, para sabermos toda a CACHORRADA que ainda falta para ser indiciado, denunciado e finalmente CONDENADOS. TODO O PROJETO DE PODER DO pt vai por água abaixo com a LAVA JATO.

  2. Argueiro zego icic
    terça-feira, 3 de novembro de 2015 – 14:14 hs

    Toca o barco, doutor Moro. Queremo ve esse povo tudo em cana! ic ic ic

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