Exumação do corpo de Renata Muggiati aponta asfixia mecânica | Fábio Campana

Exumação do corpo de Renata Muggiati aponta asfixia mecânica

renata muggiati - facebook

do Bem Paraná

O exame de exumação do corpo da fisiculturista Renata Muggiati, que morreu na madrugada de 12 setembro deste ano, em Curitiba, mostrou que ela foi vítima de asfixia mecânica. A polícia teve acesso à conclusão nesta semana.

O resultado do exame, feito por uma junta formada quatro peritos (médicos e outros peritos), contradiz a necropsia feita pelo médico legista Daniel Colman, do Instituto Médico Legal, que afirmava não ter havido a asfixia. Na ocasião, o suspeito de ter matado a jovem, Raphael Suss, que era namorado dela, chegou a ser solto pela 1ª Vara do Tribunal do Júri de Curitiba.

Essa nova análise, no entanto, além de revelar que houve morte agônica – aquela que causa sofrimento -, apontou que Renata já estava morta quando caiu do prédio, também contrariando a primeira análise feita.

A 1ª Vara do Júri concedeu dez dias para os peritos do IML explicarem as diferenças entres as conclusões dos exames. O caso está na Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).


5 comentários

  1. antonio lucchesi
    quinta-feira, 5 de novembro de 2015 – 16:19 hs

    esse pais e podre mesmo!
    nao entendo como um juiz solta um psicopata como esse!
    e as surras que ele estava dando na renata antes de mata-la
    esse pais eh uma grande merda em tudo
    se fosse nos eua estaria com prisao perpetua
    sem direito a fianca

  2. Sergio Silvestre
    quinta-feira, 5 de novembro de 2015 – 17:51 hs

    Se for verdade tem que prender na mesma cela o medico legista e esse ai que supostamente matou.

  3. PARANA NETO.
    quinta-feira, 5 de novembro de 2015 – 21:39 hs

    ….A impericia graça ,permeia ,podre todos os orgãos que envolvem a segurança neste país…como pode um fato ser antagônico..
    Um proclama sim outro não…e a garganta é a mesma…????!!!!!!

    …Prof. pn.

  4. Juca
    sexta-feira, 6 de novembro de 2015 – 8:05 hs

    Repete-se o caso Tayná. Peritos fazem besteira e induzem à impunidade criando contradições nas investigações. Afinal foi feita ou não a necrópsia na vítima antes do sepultamento? Chega a ser ridícula a possibilidade de acareação entre médicos e peritos.Mas esse é o nosso Brasil!

  5. Marcão
    sexta-feira, 6 de novembro de 2015 – 10:10 hs

    Como é que pode a necropsia feita pelo médico legista Daniel Colman, do Instituto Médico Legal, ter mostrado resultado diferente??? Se havia dúvida e se havia possibilidade de crime, porque não fizeram antes esta perícia??? Como é que fica então a situação do legista Daniel Colman??? É incompetente??? É burro??? Está macumunado com o autor??? Uma hora o cara é inocente e no momento seguinte é culpado??? Difícil é explicar……

Deixe seu comentário:

Campos obrigatórios estão marcados com *

*

*