Na França, Richa busca soluções para transporte metropolitano | Fábio Campana

Na França, Richa busca soluções para transporte metropolitano

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O governador Beto Richa reuniu-se nesta quinta-feira (22), em Paris, com os diretores da NTL, empresa que desenha, fabrica e comercializa Veículos Leves sobre Pneus (VLP), além de operar uma linha de transporte público na capital francesa. O objetivo é buscar novas soluções para o transporte metropolitano dos municípios paranaenses.

O diretor-geral adjunto de Desenvolvimento e Estratégia, Philibert d’Hotelans, e o diretor de Desenvolvimento de Negócios da NTL, Olivier Brihaye, explicaram ao governador o funcionamento, os custos e a gestão do sistema VLP. Richa também conheceu os veículos e andou por toda a linha T6, operada pela NTL desde o ano passado. A linha tem 14 quilômetros, incluindo passagens subterrâneas, e conta com 21 estações.

São 28 VLPs operando na linha T6 – cada veículo tem capacidade para transportar 255 passageiros. Entre 82 mil e 120 mil passageiros utilizam, por dia, a linha operada pela NTL.

As informações obtidas durante a reunião com os executivos franceses, de acordo com o governador, podem trazer luz às discussões sobre transporte público no Paraná. “A concentração de pessoas nos grandes centros urbanos e nos seus entornos exige a intervenção do poder público e da iniciativa privada para oferecer uma melhor condição de vida para a população”, disse.

Segundo ele, a busca por opções de transporte coletivo mais eficientes e que ofereçam o menor impacto possível ao meio ambiente é um dos pilares deste debate. “O modelo idealizado pela NTL e utilizado em Paris pode ser uma alternativa interessante para as cidades paranaense e, por isso, foi muito importante conhecê-lo e tê-lo visto em funcionamento”, afirmou Richa.


8 comentários

  1. zangado
    quinta-feira, 22 de outubro de 2015 – 20:10 hs

    É ridículo, não podemos aguentar esse tipo de pataquada.
    Um pouco de respeito à sociedade que paga essa nefasta conta …

  2. VISIONÁRIO
    sexta-feira, 23 de outubro de 2015 – 6:34 hs

    Tanto se falou em metrô e os desacertos e entre os governantes
    que o assunto nunca saiu do lugar. Curitiba possui uma infraestru-
    tura de transporte de superfície que a princípio resolveu o nosso
    problema momentaneamente. Ideias geniais mas que já era.
    Os países modernos investem maciçamente entre superfície e
    metrô sem dúvida alguma mas no Brasil o assunto é político sem
    exceção. Cobram-se impostos abusivos e devolve uma porcaria
    de transporte à população. Só para se ter uma ideia da engenharia
    ultrapassada que ocorre aqui em Curitiba, a linha verde que deve-
    ria ter semáforo zero (simplesmente projetar trincheiras nos cruza-
    mentos) continua engavetando tudo devido à superlotação quase
    que 24 horas por dia. As canaletas do expresso tambem deveriam
    ser modernizadas com onibus modernos e com redução dos se-
    máforos enquanto o metrô fica para daqui a mil anos…

  3. Renato Britto Barros
    sexta-feira, 23 de outubro de 2015 – 7:19 hs

    Fazia tempo que não via o governador BETO RICHA e foto recente.
    Tá bem tratado, o paletó quase não fecha.

  4. Nelson
    sexta-feira, 23 de outubro de 2015 – 7:57 hs

    Este sim é um modal de transporte que deveria ser investida em Curitiba, pois além de ser infinitamente mais barato que o metrô a sua implantação na cidade seria facilitada devido as canaletas já existentes. Na minha opinião este é o avanço tecnológico que Curitiba e região metropolitana precisa para se tornar novamente uma referência no transporte coletivo.

  5. Fabio
    sexta-feira, 23 de outubro de 2015 – 8:47 hs

    Já que ele gosta tanto da Capital em detrimento ao resto do Estado, deveria pelo menos tentar dar uma ajudinha quanto aos alagamentos por lá.

  6. Dévio Rivas
    sexta-feira, 23 de outubro de 2015 – 11:58 hs

    Claro que sim

  7. Gentil
    sexta-feira, 23 de outubro de 2015 – 15:52 hs

    Usando um autêntico sapato Aubercy, de fato o Governador mais elegante do Brasil !

  8. antonio carlos
    sexta-feira, 23 de outubro de 2015 – 22:27 hs

    Vai sonhando Betinho, quem é que quer realmente mudar este modelo de transporte coletivo? Ninguém, nem você mesmo. Mas o que custa fazer demagogia barata, a ninguenzada adora acreditar que alguém queira fazer algo por ela. Aposto que se esta empresa francesa desse estes VLPs nem a Comec e nem a Urbs aceitariam a oferta, aí parte do problema do transporte coletivo poderia se resolver, o que faria esta gente toda então? Ficar desempregada nem pensar.

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