Greve de professor precisa ser revista, diz ex-ministro | Fábio Campana

Greve de professor precisa ser revista,
diz ex-ministro

renato janine - foto o globo

O filósofo Renato Janine Ribeiro, ex-ministro da Educação, disse nesta quarta-feira, 7, que a greve no funcionalismo público, em especial nas universidades, precisa ser repensada. “Se você não tem dinheiro para pagar despesas fundamentais, se o empregado da iniciativa privada está perdendo emprego, como se justifica que você dê aumentos acima do convencionado para funcionários? Penso que está na hora de repensar essa questão da greve”, declarou Janine Ribeiro em entrevista a’O Globo.

“O Judiciário, na falta de lei, aplica a regra do setor privado no setor público. Mas há uma regra clara no setor privado: dia parado não é pago. Então, aplica-se a lei da iniciativa privada com um paternalismo que não faz parte de uma sociedade madura. As pessoas fazem uma greve sem custo para elas, é algo que acho que deve ser revisto. Uma das coisas que mais fazem falta no Brasil é as pessoas assumirem a responsabilidade do que fazem”, completou.


9 comentários

  1. Argueiro zego icic
    quarta-feira, 7 de outubro de 2015 – 12:46 hs

    Observações perfeitíssimas! Professores grevistas atacando órgãos públicos como cascavéis, levam o troco à altura da PM, e depois se defendem como se fossem portadores de necessidade especiais. Vergonhoso para o funcionalismo público!

  2. Sergio Silvestre
    quarta-feira, 7 de outubro de 2015 – 13:42 hs

    Tem direito sim sr professor que ganha 188 reais por mes,mas tem professor de universidade que ganha 30 mil reais e 200 mil em palestras pelo mundo e ainda reclama de governos,.

  3. A máscara caiu! Parabéns PM
    quarta-feira, 7 de outubro de 2015 – 14:07 hs

    obviamente os professores no no “massacre” infringiram a lei e tentaram depredar, mais uma vez, o patrimônio publico.

    a população aos poucos vê que o Estado vai bem e que os professores tiveram sim suas reivindicações atendidas nos últimos anos.

    Deixem de ser manipulados pela APP/PT.

  4. Fala sério pô
    quarta-feira, 7 de outubro de 2015 – 14:31 hs

    Na inciativa privada, férias somente uma vez ao ano. E, em muitos casos, vende-se 10 dias ao empregador.
    No caso dos professores, férias em julho, dezembro, janeiro e retorna no meio de fevereiro. E, ainda tem direito licença remunerada a cada 5 anos.
    Pode isso Arnaldo?

  5. Rossby
    quarta-feira, 7 de outubro de 2015 – 14:43 hs

    Muito corajoso ele…. #sóquenão!!
    Queria ver mesmo era ele defender esse ponto de vista como Ministro da Educação… As hordas sindicalistas iam cair de pau nele… mas como agora ele voltou a filosofar (aliás acho que ele só fez isso na posição de ministro no executivo, pois de concreto e mensurável, nada…).
    E destaque-se: voltou filosofando bem pela foto… com uma adega de vinhos muito fina e chique atrás dele…
    Esses são nossos esquerdistas… pro povão que se virem… prá eles só do bom e do melhor…

  6. Veredito
    quarta-feira, 7 de outubro de 2015 – 15:12 hs

    Para o governo provar que professor não tem nada a reclamar ao menos no Paraná, é só liberar no Portal da Transparência a relação nominal dos professores e seus respectivos salários. Eles vão ficar em silencio por um com tempo e quero ver a desculpa que eles vão dar na sala de aula aos seus alunos que hoje precisam sair de casa as 6 horas da manhã para compensar a “greve” dos mestres. Estou de pleno acordo com o professor Renato Ribeiro:faltou ao emprego, desconto nele.É assim em todo lugar, menos nas escolas…

  7. Stanislau Samenko
    quarta-feira, 7 de outubro de 2015 – 19:52 hs

    Nunca deixaremos da condições de subdesenvolvidos!
    A sociedade brasileira é infantilizada, imatura, todos querem tirar proveito do erário até a exaustão! O governo não governa para a sociedade, mas para os servidores e seus parceiros políticos. Só nesta republiqueta, na qual os três poderes estão acomunados, trabalhão para fins próprio.
    Nos países desenvolvidos, fica rico quem tem competência e arrisca seu capital na iniciativa privada.

  8. Amadeus
    quinta-feira, 8 de outubro de 2015 – 8:34 hs

    Concordo com esse tal de Renato, greve não deveria existir enquanto existir sindicatos, porque se existe um sindicato de uma categoria, ele é formado para defender os direitos da classe, mas como elegem sempre os piores da categoria para ser o presidente, aí ficam num bom escritório, controlando as finanças, e as conquistas, devem ser na base da força, para tudo!! é assim que querem resolver os problemas. por isso eu particularmente acho, que enquanto existir sindicato de classe, não deve ser deflagrada greve em hipotse nenhuma. Eu vejo hoje que os sindicatos elegem sempre os piores, aqueles que não tem vóz e nem vez em lugar algum, aí inflamam os trabalhadores da dita classe e vamos pras ruas, e ainda dizem, vamos quebrar tudo!! as eleições de sindicatos de classe nos dias de hoje, e feita da mesma forma que escolher no grito as equipes de futebol de vargem, chamam para cada lado e como não mais jogadores, lá em baixo da sombro tem dois cidadãos que não são zagueiros, meio campo ou centroavante, aí são chamados ou até aclamados para irem para o gol. é assim que eu vejo as eleições de sindicato de classe. são eleitos para resolver, se não conseguirem? faz o que! troca o miserável até chegar a um nome que representem as classes que pagam pra isso acontecer.

  9. Willian
    quinta-feira, 8 de outubro de 2015 – 15:47 hs

    Cade a APP, professores de universidades federais não merecem o apoio de vcs APP. Bando de pilantras, bandidos travestidos de professores, apoiadores da Cleptocracia PTralha.

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