Tête-à-tête | Fábio Campana

Tête-à-tête

do Painel, Folha de S. Paulo

A presidente Dilma Rousseff decidiu assumir pessoalmente a articulação da votação do que o governo considera a primeira batalha por sua permanência no cargo: a manutenção dos vetos a itens da pauta-bomba. O Planalto decidiu centrar esforços no Senado, onde considera mais fácil evitar derrotas. A presidente pediu à sua equipe de articulação política uma lista com pontos pendentes das negociações com os senadores da base e vai procurar um por um para resolver a questão.

Todas as fichas – Um interlocutor da petista resume a importância com que o governo está vendo a votação prevista para a próxima semana: “Se perder, acabou tudo”.


5 comentários

  1. M.E.J.
    quinta-feira, 17 de setembro de 2015 – 12:03 hs

    Enquanto isso, a imprensa ESCONDE a pçosição dos nossos Deputados e Senadores.

    Como Vota o Arruda?
    Qual é a posição do Requião?
    E a Senadora Gleisi?

  2. Francisco Foltrani Freire
    quinta-feira, 17 de setembro de 2015 – 12:27 hs

    Ela, por se passar por democrata, pois nunca a foi, terá que conversar, isto, sim, com TODOS OS SEUS ELEITORES , e não com os deputados e senadores MERCANTILISTAS. o ADÁGIO que tornou-se popular assim nos ensina: QUEM PARIU MATEUS (crise) QUE O EMBALE. Essa medida é considerada NATIMORTA. APÓS FAZER TODAS AS PERIPÉCIAS e ACROBACIAS POSSÍVEIS A aeronave está em queda livre, sem condições de retomar o prumo.
    dessa ela não e salva.

  3. Doutor Prolegômeno
    quinta-feira, 17 de setembro de 2015 – 12:52 hs

    Só falta encomendar o caixão, as velas e a missa de sétimo dia. Precisa contatar as carpideiras, porque ninguém vai chorar neste velório.

  4. Luigi
    quinta-feira, 17 de setembro de 2015 – 13:30 hs

    Dr Prolegômeno, não é bem assim. Ouvi há 5 minutos que ela pediu uma reforma (física) no seu próprio gabinete para fechar um dos dois banheiros, assim ela não terá dúvida sobre o qual usar.

  5. Tostão
    quinta-feira, 17 de setembro de 2015 – 15:59 hs

    Quanto vai custar esta aprovação? Será que os mesmos 26 bilhões a serem cortados?

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