Saída à siciliana | Fábio Campana

Saída à siciliana

do Painel, Folha de S. Paulo

No debate com empresários do Lide (Grupo de Líderes Empresariais), nesta quinta, o juiz Sergio Moro foi questionado por João Doria Jr, que dirige o grupo:

– Com tantas pressões, o senhor está preparado para resistir até o fim das investigações da Lava Jato?

– Quando estou em um momento de grande dificuldade, lembro do juiz Giovanni Falcone.

O juiz italiano que conduziu os processos contra a máfia acabou sendo assassinado em 1992.

– O buraco em que ele se encontrava era muito mais fundo do que o meu. Então, sigo em frente –concluiu Moro, para aplausos dos convidados.


4 comentários

  1. Sergio Silvestre
    sexta-feira, 25 de setembro de 2015 – 11:56 hs

    Nossa hein que maravilha,só que o Falcone não era partidário,investigava até o Papa,não é o que ta parecendo aqui,depois daquela entregada do Gilmar Mendes o que tem de juiz e delegado com carimbo tucano na testa .

  2. antonio carlos
    sexta-feira, 25 de setembro de 2015 – 12:38 hs

    Felizmente as Máfias que existem por aqui só estão interessadas em roubar e corromper, são todas da “paz”.

  3. sexta-feira, 25 de setembro de 2015 – 14:53 hs

    Sergio por que não pode o Gilmar Mendes ser do PSDB se o resto dos magistrados todos são do PT ???

  4. Juca
    sexta-feira, 25 de setembro de 2015 – 17:23 hs

    Pois é Calça Frouxa. Cada um tem a tatuagem que quer. Você por exemplo tem as nádegas tatuadas com as feições do Lula e com a estrela do PT.

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