Recordar é viver | Fábio Campana

Recordar é viver

do Painel, Folha de S. Paulo

Os ministros do STF Gilmar Mendes e Celso de Mello, que votaram pela permanência das investigações da Lava Jato em Curitiba, meses atrás criticavam o juiz Sergio Moro, a quem atribuíam atos que usurpariam atribuições da corte.

Ao julgar recursos do caso Banestado, definiram o magistrado como “juiz absolutista, acima da própria Justiça”, e condenaram os “repetidos decretos de prisão”. A transcrição dos debates circulou na época em escritórios de advocacia. Moro não comenta o assunto.


Um comentário

  1. Doutor Prolegômeno
    terça-feira, 29 de setembro de 2015 – 12:13 hs

    Saudades dos bons e velhos tempos dos juízes anônimos, laboriosos, silenciosos, avessos às luzes da ribalta, palestras e aplausos. Andando pelas ruas, ninguém sabia que eram juízes.

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