Namorado de Renata Muggiati chamou a PM no feriado de 7 de setembro | Fábio Campana

Namorado de Renata Muggiati chamou a PM no feriado de 7 de setembro

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da Banda B

Informações divulgadas pelo Programa Tribuna da Massa, da Rede Massa, nesta sexta-feira (18), dão detalhes sobre como foi o atendimento da Polícia Militar (PM) na madrugada de Sete de Setembro, cinco dias antes de Renata Muggiati, de 32 anos, morrer após cair do 31° andar de um prédio no Centro de Curitiba. Segundo o programa, que teve acesso ao Boletim de Ocorrência (BO), quem chamou a PM via 190 foi o namorado de Renata, o médico endocrinologista Raphael Marques.

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De acordo com o BO, Raphael ligou para o 190 porque Renata estava trancada em um cômodo de 39 metros e não abria de jeito nenhum. Os policiais militares foram ao apartamento e entraram no local. Renata estava deitada na cama, de bruços. Não há nenhum relato no BO sobre sinais de agressão na modelo fitness. Quando os policiais entraram, a atleta discutiu com o namorado, segundo o programa.

A informação é que os policiais militares que atenderam a ocorrência vão prestar depoimento nos próximos dias na Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Laudo sobre a queda
Além disso, um laudo técnico sobre a queda de Renata será entregue nas próximas horas para os policiais. O Tribuna da Massa teve acesso ao documento, que mostra que Renata só morreu ao cair no chão do asfalto. Ela teria caído a uma velocidade de 70 km/h quando bateu na marquise do 23° andar. O impacto teria provocado uma rachadura no concreto e a projetado para a rua.

Passeata
Pela rede social Facebook, amigos da modelo fitness Renata Muggiati, de 32 anos, organizam uma passeata contra a violência doméstica. O evento acontecerá no sábado (24), às 19h, após a missa de 7° Dia da atleta, marcada para a Paróquia Nossa Senhora das Dores, a Igreja dos Passarinhos, no bairro Bigorrilho. De lá, os manifestantes pretendem caminhar até a Praça da Espanha.

Médico ouvido
O marido da atleta, Raphael Marques, foi ouvido nesta quarta-feira (16). A família da vítima diz que ele tinha uma relação conturbada com Renata. Além disso, um advogado criminalista recebeu da modelo, antes de sua morte, imagens de uma possível agressão que tinha sofrido.

Irmã quer Justiça
Na quarta, a irmã da modelo afirmou que no dia seguinte à morte o namorado da atleta procurou uma ex-companheira para marcar um encontro. Tina Muggiati disse, durante o programa Tribuna da Massa (Rede Massa) de quarta-feira (16), que o casal tinha uma relação conturbada e que ele mexeu no Facebook de Renata após ela cair do 31° andar de um prédio no Centro de Curitiba, na madrugada do último sábado (12), em um suposto caso de suicídio.

No sábado pela manhã, o Facebook inteiro dela foi apagado por ele. Ele tinha acesso à senha e tudo mais. Quero saber porque fez isso? Domingo, após o que aconteceu, ele convidou a ex-namorada para sair. Como pode isso? Eu vou lutar por Justiça no caso da minha irmã”, afirmou, visivelmente emocionada durante toda a entrevista.

Advogado diz que querem expor médico em ascensão
Após depoimento de seu cliente na DHPP, o advogado de Raphael Marques disse que o caso só ganhou proporção porque seu cliente é um médico em ascensão.

“Não tem nada a ser apurado e não há dúvidas da polícia, porque foi um caso de suicídio. Essa apuração maior acontece devido a forma que parte da mídia está veiculando o que aconteceu, com divulgação desnecessária de que ela era agredida”, afirmou
Questionado sobre o motivo do caso ter tanta repercussão, o advogado foi enfático. “Porque ele é um médico em ascensão”, disse Fernandes.

Com relação ao depoimento, o advogado falou que ele aconteceu de forma espontânea. “Foi um esclarecimento espontâneo. Não está se investigando nenhuma hipótese de crime, porque se trata de um suicídio. Trouxemos imagens do dia 8, em que alegam que ela estava apanhando, mas no dia ela mandou fotografia sorrindo e feliz. São esclarecimentos para colaborar com o caso”, descreveu.

Questionado sobre uma indução a suicídio por parte do médico, Arlindo negou de forma veemente. “Não existe indução, não existe prescrição de medicamentos e nem nada. Não existem dúvidas, é uma apuração sobre uma questão de suicídio”, concluiu.


2 comentários

  1. Kátia Flávia
    sexta-feira, 18 de setembro de 2015 – 16:54 hs

    Namoro sem respeito, com brigas e baixaria…, não adianta persistir … no final vai dar M !

  2. Aninha
    segunda-feira, 21 de setembro de 2015 – 0:55 hs

    Eu acredito que os 2 não valia 1/2

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