Com crise, Estados arrecadam R$ 11,8 bi a menos em 2015 | Fábio Campana

Com crise, Estados arrecadam R$ 11,8 bi
a menos em 2015

da Folha de S. Paulo

Em meio à crise econômica, os 27 governadores do país atravessaram o primeiro semestre deste ano com R$ 11,8 bilhões a menos em caixa, em comparação com o mesmo período de 2014. Levantamento feito pela Folha de S. Paulo aponta que 19 dos 26 Estados e o DF tiveram redução na receita tributária na primeira metade de 2015.

Somado, o total de receitas de impostos e taxas passou de R$ 220,2 bilhões de janeiro a junho de 2014, em valores corrigidos, para R$ 208,4 bilhões agora. Como as despesas se mantêm em alta, os Estados têm recorrido a alternativas. Governadores aderiram à ideia da presidente Dilma Rousseff de recriar a CPMF, anunciada há uma semana, para reivindicar que parte dos novos recursos vá para os Estados.


3 comentários

  1. Doutor Prolegômeno
    segunda-feira, 21 de setembro de 2015 – 16:21 hs

    É indecente e pornográfico acenar com aumento de tributos quando a sociedade é estuprada diariamente com as denúncias de corrupção, desvios, malversações e outras bandalheiras em todos os níveis de governo. Os serviços públicos são incompátiveis com a arrecadação boçal de tributos. O estado é um ogro devorador e insaciável e precisa ser encolhido.

  2. Ruan Benites
    segunda-feira, 21 de setembro de 2015 – 19:43 hs

    Vão trabalhar bando de s.vergonha! Vão aprender a administrar sem roubar

  3. Marcelo
    terça-feira, 22 de setembro de 2015 – 8:58 hs

    Mas a arrecadação do Paraná subiu, e muito! Os aumentos no IPVA, na Energia, na Água, no ICMS, o roubo da Previdência (de onde, em um ano, foram gastos 2 bilhões!), garantiram um caixa gordíssimo para o estado! E agora nosso ilustre governador quer mais um capítulo dessa franquia horrenda, o “Pacote de Mladades Volume 3”, para, dessa vez, além do povo e dos servidores, ferrar ainda mais com as prefeituras (essas sim, quebradas pela bandalheira promovida pelos governos federal e estadual), reduzindo repasses por meio de um golpe sujo! Além de, para adiantar recebíveis e continuar a esbórnia com o nosso dinheiro, privatizar a COPEL e a SANEPAR. Depois de tudo isso, a pergunta que persiste é: CADÊ O DINHEIRO DO PARANÁ?

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