Pressão popular reduz salário de vereadores | Fábio Campana

Pressão popular reduz salário de vereadores

A campanha desencadeada na mídia deu resultados. Em pelo menos 21 municípios do Paraná protestos de cidadãos originaram propostas de redução do ganho fixo de veradores que tramitaram nas Câmaras e conseguiram reduções substanciais. No leia Mais, a lista de municípios, os salários e as reduções alcançadas.

vereadores reducao salarios.pdf


15 comentários

  1. gilmar cardoso
    segunda-feira, 24 de agosto de 2015 – 11:16 hs

    No caso dos vereadores, é preciso razoabilidade, ponderação. Quando a sede de justiça é exagerada, vira justiçamento, e certamente se voltará contra aqueles que o desejam. Se insistirmos em trocar o sistema e os cargos, quando o que se quer é trocar as pessoas, acabaremos por “jogar a água suja com a criança dentro”. Oxalá este banho não demore tanto.

    Para isso, obviamente que o legislador precisa de independência e autonomia para realizar sua função. Se o seu vereador não faz isso, o problema não é o cargo, e sim a pessoa. Troque-a! Mas não apequene o cargo. Não estrangule esta função essencial de fiscalização e defesa primeira da comunidade

  2. Tarcizo Messias dos Santos
    segunda-feira, 24 de agosto de 2015 – 11:37 hs

    Para acabar com farra dos vereadores do nosso Brasil,poque não pagar de R$ 1.00 o máximo R$ 1.50 por mês pelo número eleitores valídos de cada município,por exemplo uma cidade 8.500 eleitores daria R$8.500,00 a 12.750,00 Reais por mês,seria para pagar todas as despesas dos vereadores,pagas as despesas viagem cursos os encargos sociais e funcionários etc… o resto do dinheiro será rapartido em partes iquais,tem ser lei federal ou cada município faz a sua lei e o rapasse seria mensal. E depois podendo estender para deputados estaduais e federais e sanado seria justo.

  3. CRISTOVÃO
    segunda-feira, 24 de agosto de 2015 – 11:40 hs

    Concordo plenamente com o GILMAR CARDOSO, e complemento : redução salarial sim, para aqueles que tem uma salário alto, mas reduzir só por reduzir é uma faca de dois gumes…..os malandros vão continuar malandro……agora que ganham um salário, vou trabalhar 4 anos por um salãrio

  4. MANOEL BOCUDO.
    segunda-feira, 24 de agosto de 2015 – 14:04 hs

    NÃO V : I APUCARANA, IBIPORÃ, CAMBÉ, FOZ DOM IGUAÇU,
    GUARAPUAVA,JANDAIA DO SUL, MARIALVA, BANDEIRANTES
    OU A CRISE NÃO CHEGOU NESTAS CIDADES ?????
    QUE ECONOMIA, NO LEGISLATIVO. O PARANÁ VAI OU RACHA
    VAMOS VER QUEM TEM VERGONHA NA CARA E AMOR
    POR SUA CIDADE E MORADORES.

  5. segunda-feira, 24 de agosto de 2015 – 14:39 hs

    “A muito tempo no Brasil o exercício da função pública da vereança, deputados estaduais, federais, senadores, prefeitos, governadores e presidente deixou de atender ao interesse público. Pelo povo. Para o povo. E com o povo. É um amontoado de interesses escusos, obscuros e comprometidos com os financiadores das campanhas que chega a ser um poço sem fundo. Defendo a tese pelo FIM dos financiamentos privados de campanhas em qualquer nível. Uma drástica e brutal queda do financiamento público dessas campanhas. Democracia? Desde quando destinar recursos públicos para campanha é sinônimo de democracia. Porquê recursos públicos em campanhas? E mais que tudo isso limitar os gastos com campanhas. Independente da fonte. Limitar os gastos. Queria ver se não iria diminuir senão acabar com essa sangria de recursos do povo. Com essa farra. Não existe almoço grátis. Ninguém financia ninguém se não for como ‘MOEDA DE TROCA’. É ingenuidade, para dizer burrice acreditar em motivos nobres. Que seja pela democracia. Poder ser sim pela democracia. Mas a democracia deles..” – Profº Celso Bonfim

  6. Sidney Bellini
    segunda-feira, 24 de agosto de 2015 – 15:11 hs

    Sinceramente oque estou vendo acontecer e uma demagogia,nao a vontade de colaborar com as finanças dos Municipio porque as propostas pelo aumenos no meu Municipio de Cambira,e pra que essa diminuiçao de salarios passe a valer somente a partir da proxima legislatura,ora,se a preocupaçao fosse verdadeira e nao politiqueira eles lançariam um projeto para que passasse a valer a partir da aprovaçao da lei,como dizem os politicos cortar na propia carne !

  7. Antonio Maria
    segunda-feira, 24 de agosto de 2015 – 15:55 hs

    O comentário do Gilmar Cardoso é certeiro! Porque não se faz movimento para zerar salário de prefeito, deputado, senador, juiz ou promotor? Será que para serem independentes precisam ganhar bem, só serve para eles essa premissa? O vereador pode ser rebaixado e dependente do poder econômico e da pressão do executivo? acorda, gente. Isso é a serviço e a interesse de quem? Pensem!

  8. terça-feira, 25 de agosto de 2015 – 10:50 hs

    “Ainda… Assisti recentemente uma reportagem no programa ‘Cidades e Soluções’ da Globo News – Canal 40, sobre o prefeito de Londres que ia trabalhar de bicicleta, e quando estava chovendo ia de metro. Como mencionei no comentário acima. A representatividade deixou de existir a muito tempo no Brasil com o exercício do poder. Invariavelmente eles se corrompem, se prostituem, se embriagam, ficam viciados nas benesses, nos gabinetes com sua poltronas confortáveis, ar condicionado, TVs de ultima geração em cada gabinete, carro a disposição, telefone fixo, celular, cargos comissionados a disposição, para que tantos cargos? ou melhor, para que servem ao conjunto da população esses cargos? Em que a sociedade se beneficia por esses parlamentares terem cargos comissionados a sua disposição? Onde está o benefício disso? Não passam de locupletadores do erário público. No Brasil a função pública se desvirtuou totalmente de sua finalidade. Já não atende mais a sua finalidade…” – Profº Celso Bonfim

  9. Andressa
    terça-feira, 25 de agosto de 2015 – 14:22 hs

    Em teoria, Celso Bonfim, os cargos comissionados seriam para os ilustres políticos usarem com sabedoria e nomear pessoas que conheçam coisas nas áreas que eles não conhecem. Por exemplo, o que um político entende de impactos ambientais? Das consequências de mudar o sentido de uma rua ou de ativar e desativar um sinaleiro? O político então nomearia pessoas que soubessem, que entendem do assunto. By the way, num documentário sobre o plano real, o FHC falou que não entendia nada de economia e então ele escolheu pessoas que entendessem sobre o assunto e deu carta branca para as propostas que apresentassem a ele, que ele colocaria em prática. E foi assim que nos livramos da inflação. Então, em tese os cargos são pra isso.

  10. terça-feira, 25 de agosto de 2015 – 15:39 hs

    “Reitero o meu posicionamento com todas as letras no que tange a absoluta e total falta de necessidade dos ‘aspones’ nos gabinetes. No Brasil a estrutura de poder público é uma das mais caras do mundo. Vou na contra-mão de quem defende estruturas gigantescas para um gabinete de vereador. ainda, defendo a tese de que qualquer cargo público deveria ser preenchido apenas por tivesse no mínimo uma formação técnica pós-média. E depois a legislação eleitoral deveria exigir que o pretendente a cargo público se especializasse. Estudasse. É inadmissível que uma pessoa que vota uma lei não saiba o minimo do rito procedimental do processo legislativo de elaboração de leis. Que as Câmaras municipais, as Assembléias, Câmara federal e o Senado tivessem especialistas em seus quadros de funcionários concursados, que ingressassem no serviço público apenas depois do devido concurso público. Aspone nada mais é do que CABIDE de emprego para segurar cabos eleitorais. Nos EUA a estrutura é uma das mais enxutas do mundo. No Reino Unido. No Japão. Aqui tudo tem que ser desproporcional a realidade do povo. Não defendo o anarquismo, muito ao contrário, acho sim que tem que haver ordem e disciplina. Que a presença do Estado a regular as relações entre as pessoas é indispensável. Mas não nesse modelo falido que temos no Brasil. Defendo um Estado menos iníquo, imoral, injusto e em alguns casos ilegal. O Estado não é fim em si próprio mas um meio pelo qual os Cidadãos se organizam para que haja justiça e paz social. Ele Estado existe exatamente para isso para promover a igualdade entre as pessoas. E não ao contrário…” Celso Bonfim / Gestor Tributário / Pós-Graduado, MBA em Gestão Pública, MBA em Administração Tributária, MBA em Administração Pública e Governo, Especialista em Metodologia da Educação no Ensino Superior / Palestrante de Planejamento Tributário, Prática Processual Fiscal, Tributos Municipais, Gestão Pública, Direitos e Garantias Individuais e Coletivas. / Professor Universitário.

  11. terça-feira, 25 de agosto de 2015 – 15:58 hs

    “Estado minimo. Menos intervencionista atrapalhando a vida das empresas e dos cidadãos…” – Profº Celso Bonfim

  12. Andressa
    terça-feira, 25 de agosto de 2015 – 16:31 hs

    Celso Bonfim, tem que ter algum “Estado” regulando as empresas, porque elas também não são santas, algumas infringem leis ambientais, outras vendem produtos adulterados… alguém tem que fiscalizar isso. Mas concordo que o estado deveria ser menos burocrático, e que o nosso sistema político está prestes a ruir porque as pessoas não se sentem representadas. Devemos ter menos cargos comissionados e mais pessoas que entendam do assunto e possam assessorar os políticos em assuntos que eles não são especialistas. Mas não podemos esperar algum ” regime militar” nos salvar, nós brasileiros temos que nos salvar, e os políticos tem que ouvir o povo, ou vamos ter um futuro sombrio nos esperando.

  13. quarta-feira, 26 de agosto de 2015 – 9:01 hs

    “É o obvio ululante que as empresas não são santas. Seria uma quimera achar que o capitalismo é o céu na terra. Claro que não é, lógico que não. É um fato, uma constatação irrefutável que muitas empresas, muiiiiiiitas empresas são corruptoras. Haja vista a operação lava jato. Ou mesmo o acordo de leniência assinado pela Camargo Corrêa que reconheceu formação de cartel, fraude em licitação, e pasme vão devolver R$ 700.000,00 (setecentos milhões). Esse é apenas um dos exemplos. Só a ponta do iceberg. Mas ainda assim uma economia de livre mercado acredito é melhor do que um Estado totalitário. Ou se não, um Estado gigante, um elefante branco. Defendo sim a presença do Estado a regular as relações entre as pessoas. Mas defendo um Estado minimo. Não um Estado que se porte como um Senhor feudal injusto, que só sabe cobrar, majorar, ou criar novos tributos caracterizando uma relação leonina. Sem a minima contra partida que tem que haver para cada tributo cobrado com a prestação de serviços para a população com qualidade. Serviços públicos que funcionem e não que travem o País, a economia, que atrapalhe a vida dos cidadãos, das empresas. Repito, o Estado não é um fim em si próprio mas um meio pelo qual os cidadãos se organizam para que haja justiça e paz social. E as empresas e os cidadãos que infringem as leis, regras e normas devem ser punidas, enquadradas, bens indisponíveis, direitos políticos cassados, e as pessoas nos seus atos da vida civil, ou mesmo as que controlam as empresas devem ser apenas até com restrição de liberdade.O País está mudando. A mudança é lenta e gradual. Mas veio para ficar. Bem vinda nova geração de Juízes, Promotores e Policiais que não se corrompem com as velhas praticas do clientelismo, da velha politicas dos coronéis, do voto de cabresto. O custo Brasil é muito alto e precisa urgentemente diminuir para que a maior carga tributária do planeta diminua um pouco. Segundo da dos do IBPT – Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário, o brasileiro trabalha em média 5 meses no ano só para pagar impostos. Essa relação precisa mudar. Para manter essa estrutura de Estado ineficiente e ineficaz o Brasil se transformou no País da injustiça tributária…” – Profº Celso Bonfim

  14. Andressa
    quarta-feira, 26 de agosto de 2015 – 13:48 hs

    Sim, a mudança será lenta e gradual, mas inevitável. As coisas não são como eram antes, onde uns “iluminados” diziam o que era bom pro país, e a “massa” seguia aquilo como sendo a palavra de Deus. Essa época passou, espero que os políticos entendam isso. E o Estado brasileiro tem um custo alto mesmo, mas é que existe tanta burocracia, tantas leis, tantas hierarquias, que não dá nem pra saber por onde começar a simplificar as coisas.

  15. sargento tainha
    quarta-feira, 26 de agosto de 2015 – 19:44 hs

    Quero tambem ser vereador. Criar leis da mor’daça pra caes ferozes. Obrigar cidadao a levar sacolinha pra cachorro defecar e depois a dondoca limpar, etc etc. Valha-me Deus! Isso é pilantragem. Que leis municipais estas bestas feras vao inventar??? Vao trabalhar seus vagabos! extinçao de cabide,… vereador é o correto. Preso e assassinos tem de plantar horta para escolas de criancinhas carentes, colher ovos em granjas,…nos EUA, limpar valetas, tapar buracos etc etc. Mas só em Banania preso tem direito a visita intima, TV a cabo, Festas nos cubiculos, Saidinhas pra assaltar e nao voltar, etc. Tudo isso por causa de politicos Safados!Fui!

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