MST ocupa sede do Incra em Curitiba | Fábio Campana

MST ocupa sede do
Incra em Curitiba

Quatrocentos integrantes do MST ocupam neste momento a sede do Incra em Curitiba. A mobilização faz parte da jornada nacional de luta pela reforma agrária e prevê audiências sobre os assentamentos e acampamentos. Os sem terra cobram a estruturação de um plano para áreas de reforma agrária, que garanta a infraestrutura dos assentamentos: construção e reforma de escolas, garantia de recursos para a habitação, construção e revitalização de espaços culturais e postos de saúde. Os sem terra também reivindicam a continuidade da assistência técnica que estimula a cooperação e a produção, respeitando e garantindo a participação das organizações das famílias assentadas, e a ampliação de programas para a agroindustrialização e comercialização dos alimentos produzidos.


4 comentários

  1. juventino clemente.
    terça-feira, 4 de agosto de 2015 – 14:16 hs

    sangue sugas

    só querem , nao trabalham,,, vivem nas tetas do governo

  2. Do Interior....
    terça-feira, 4 de agosto de 2015 – 14:43 hs

    Enquanto isso, os micro produtores rurais (5-10 alqueires), estão perdendo suas terras para os bancos porque não conseguem pagar o que devem.

    O governo não lhes ajuda em nada! . Enquanto isso doa bilhões para o MST a fundo perdido. Porque tanta diferença de quem já trabalha e o MST, que todos sabemos, que é gente que não trabalha?

    Enquanto o bando de desocupados do MST querem terra, casa, cesta básica, bolsa família e, se duvidar, um casal de japoneses, italianos ou alemães para trabalhar (para eles).

  3. MANOEL BOCUDO.
    terça-feira, 4 de agosto de 2015 – 15:00 hs

    O INCRA É FEDERAL TUDO PARA RETIRAR DE FOCO ESSES ROMBOS DO GOVERNAÇO QUE TEMOS, ESTÉDILE NO COMANDO, EITA BRASIL VEIO DE
    GUERRA. TINHAM QUE INVADIR A PF EM CURITIBA.

  4. Johan
    terça-feira, 4 de agosto de 2015 – 15:29 hs

    Caro FÁBIO, entendemos que realmente eles estão corretos, que devem invadir e manter ocupada essa organização, inviabilizando suas ações, e auxiliar os colaboradores a continuarem a não fazer nada, pois enquanto ficam alojados no órgão, deixam de praticar danos e prejuízos a sociedade trabalhadora. Não fazem falta ao setor produtivo. Atenciosamente.

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