MP apura caso de promotora presa por embriaguez | Fábio Campana

MP apura caso de promotora presa
por embriaguez

do Bem Paraná:

O Ministério Público do Paraná reafirmou nesta segunda-feira 10, que apura o acidente envolvendo a promotora Leila Schimiti Voltarell, ocorrido no último sábado (8) em Londrina. A promotora voltava de uma festa na área rural quando bateu em outros dois carros na avenida Aminthas de Barros. Conforme boletim de ocorrência, a promotora apresentava sinais de embriaguez e odor etílico. O caso foi encaminhado à 10ª Subdivisão Policial.

“Embora o fato não esteja relacionado ao exercício das atividades funcionais, a conduta dos membros do Ministério Público requer exemplaridade tanto na vida pública quanto privada”, destacou o MP em nota.

“Ainda com relação aos fatos, o Ministério Público do Paraná esclarece que, desde o primeiro momento, adotou, por meio da Procuradoria-Geral de Justiça, as providências cabíveis, delegando atribuições ao procurador de Justiça Claudio Rubino Zuan Esteves para acompanhar o caso naquele momento, zelando pela estrita observância da lei”, reforçou a instituição no texto.


11 comentários

  1. Ponderado
    segunda-feira, 10 de agosto de 2015 – 14:19 hs

    A parquet é absolutamente independente, inclusive na vida conjugal, imune de qualquer acusação..

  2. segunda-feira, 10 de agosto de 2015 – 15:19 hs

    “Exemplo lamentável e reprovável. Num País civilizado onde vige o respeito ao Estado Democrático de Direito essa lei que membros do Ministério Público só podem ser presos em casos de crimes inafiançáveis. Jamais deveria existir. Provando que no Brasil é letra morta o princípio pétreo de que TODOS são iguais perante a lei sem distinção de qualquer natureza. A sua efetiva e literal aplicação só funciona para o ALTO CLERO. A NOBREZA. OS SANGUE AZUIS. Que vivem no alto do monte olimpo. São semi-deuses contemplando a desventura de não pertencermos a CASTA deles. A sociedade é desrespeitada e aviltada todos os dias. O MP poderia dar o bom exemplo e pedir a EXTINÇÃO dessa lei. Porquê se recusou a fazer o teste? Porquê? Só ela se recusou. Todos os outros envolvidos fizeram. Só ela não. Espero que o MP dê uma resposta a sociedade. Independente do brilhante trabalho que ela faz na operação Publicano. Independente. Profissionalmente ela é um exemplo, e deve continuar a frente do trabalho que está fazendo. Uma coisa é uma coisa. Outra coisa é outra coisa… Muda Brasil. Acorda Brasil!…” – Profº Celso Bonfim

  3. Xerpa
    segunda-feira, 10 de agosto de 2015 – 17:43 hs

    Professor Bonfim, parabéns pelo seu comentário.

  4. jonas tibilete
    segunda-feira, 10 de agosto de 2015 – 19:08 hs

    De fosse um politico, a mídia tava deitando e rolando. Mas quando são bebados do ministerio publico, abafa o caso. Vergonha! PS: este blog noticiou, mas é exceção.

  5. eduardo ferreira
    segunda-feira, 10 de agosto de 2015 – 19:11 hs

    Acho que stj é o cnj e o conselho dos promotores ,deveria convocar todos os envolvidos de todas as operações realizadas em londrina e procurar saber ,se ouve o excesso ou tortura psicológica sim isto mesmo ,método adotado em confissões forçadas ou o mesmo método da tortura da época que se afogava ….tenho conhecimento que várias pessoas foram torturadas

  6. jose marcos
    segunda-feira, 10 de agosto de 2015 – 20:11 hs

    Mas, já que a PM levou para a DP foi lavrado auto de prisao em flagrante pelo delegado de plantao, e liberada após fianca, ou não, a materia não está clara.

  7. jose marcos
    segunda-feira, 10 de agosto de 2015 – 21:06 hs

    Há tá. Pesquisei as leis do nosso “Brasilzão”….o delegado naõ prevaricou, promotores de justica não podem ser presos em flagrante por crimes onde é permitido recolher fiança. kkkkk…é engraçado mas é verdade..kkkkkkkk…. Exemplo: Se um Promotor de Justiça praticar agresão contra o conjuge (lei maria da penha) o mesmo não pode ser preso…kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  8. Sergio Silvestre
    segunda-feira, 10 de agosto de 2015 – 21:52 hs

    O Bonfim,por que tambem o Beto Richa e sua trupe quer que os processos dele sejam julgados no TJ do Parana,é aquele mesmo ai ,mandrake,parcial ,dominado,por que hein.

  9. Pixuleco
    segunda-feira, 10 de agosto de 2015 – 23:34 hs

    Ela não gastou uma real com advogado para ver-se livre da prisão.
    Assim deveria ocorrer com todas as autoridades públicas.
    As prisões CAUTELARES provisória e preventiva só existem para os mais fracos desamparados da mesma lei que ampara os togados. COVARDIA DA GRAÚDA..

  10. Tinho
    terça-feira, 11 de agosto de 2015 – 0:30 hs

    Lamenta-se esse ocorrido com a Promotora que é uma pessoa que esta fazendo a diferença nas apurações de irregularidades do Estado.

  11. Roberto Fernandes
    terça-feira, 11 de agosto de 2015 – 23:40 hs

    Lembram o caso da médica do Hospital Evangélico que assinou o atestado de embriaguez de um tal deputado que se envolveu em um “acidente de trânsito” que vitimou dois jovens aqui na cidade de Curitiba? Lembram o que aconteceu com ela? pois é: Essa promotora é uma das responsáveis pela apuração do GAECO no caso da Receita Estadual de Londrina… Sabem o que vai acontecer com ela? Aliás: já está acontecendo…É assim que funciona: incomoda, dá-se um jeito de colocar para escanteio… ou somem coisas… lembram dos radares que nada registraram??? pois é…

    Vou colocar esse mesmo post “em outro Blog” pois tenho minhas dúvidas de que neste será publicado…

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