Delegado condena o privilégio no caso da prisão da promotora "tragueada" | Fábio Campana

Delegado condena o privilégio no caso da prisão da promotora “tragueada”

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O presidente do Sindicato dos Delegados da Polícia Civil, Claudio Marques Rolim e Silva, questionou nesta terça-feira (11) o privilégio previsto em lei para promotores públicos e citou, de forma específica, o caso da promotora Leila Schimiti, presa pela Polícia Militar no sábado, 8, por dirigir embriagada em Londrina. A promotora após registro de boletim de ocorrência foi liberada pela Polícia Civil.

Para o sindicato, tanto a Polícia Civil quanto a Polícia Militar agiram de forma correta e nenhum policial favoreceu a promotora. “Surgiram muito boatos após a promotora ter sido liberada, mas infelizmente é isso que prevê a lei orgânica do Ministério Público. É um tratamento diferenciado que só agora a sociedade descobriu que existe. É um tratamento inconstitucional, pois não se pode criar leis que vão contra a Constituição Federal. Delegados, policiais, juízes e promotores devem dar exemplo, afinal todos conhecem a lei”, disse Marques Silva.


9 comentários

  1. Da Vinci
    terça-feira, 11 de agosto de 2015 – 19:40 hs

    O campana vocês não vão conseguir desmoralizar o GAECO ECO ECO ECO e agora tem que se investigar Foz, fechamento das delegacias da receita cheira queima de arquivo.

  2. Sergio Silvestre
    terça-feira, 11 de agosto de 2015 – 20:05 hs

    Delegado,então vamos fazer uma lei especifica só para condenar os promotores que forem pegos quando tomarem uns chopes a mais.
    Fazer vistas grossas pra jogo de bicho,cassinos clandestinos e bingos,isso não é bom fazer leis proibindo não.
    É proibido isso.Por que cada esquina tem um bingo.

  3. Sergio Silvestre
    terça-feira, 11 de agosto de 2015 – 20:21 hs

    Fabio,não sei se isso de chamar a promotora que por sinal muito competente de cachaceira.
    Não sei também o por que do blog dar inúmeras postagens ,quando não da nenhuma do auê do terceiro andar onde tem um verdadeiro harém para servir políticos e altos funcionários.
    Eu imagino se alguém resolve bulir nesse rolo ai do Palácio,que sabemos é uma verdadeira zona.
    Voces acham que o caso da promotora é mais importante que isso,ou fatores extras o impedem de fazer uma postagem corajosa dessa.

  4. Cidadão Atento
    terça-feira, 11 de agosto de 2015 – 20:24 hs

    Esse delegado tem razão. Juízes e promotores praticam crimes e na prática ficam impunes, são investigados por seus pares que em um corporativismo vergonhoso protegem seus iguais.Esse caso não é o primeiro, apouco dias dois promotores fizeram um papelão numa boate em Curitiba e tantos outros por aí. Está na hora da sociedade acordar e mudar essa lei absurda e inconstitucional como diz o delegado.Se fosse um cidadão comum estaria sendo escrachado na imprensa, mas como é promotora o procurador não deixou nem fazemrem imagem

  5. Marcelo
    terça-feira, 11 de agosto de 2015 – 20:32 hs

    – Parabéns aos Policiais Civis e Militares que cumpriram com a lei, mesmo que imoral, Lei é Lei e deve ser cumprida. Devem os Promotores do GAECO tomarem como exemplo a conduta destes policiais, vez que, em tese, não é isto que observa nas ações deste grupo. Deve a Dra. Leila aproveitar estes dias de licença/férias para meditar sobre suas condutas na representação da instituição, seja, no trabalho ou fora dele. Quando do caso dos “publicanos” condenaram os Senhores Promotores os pedidos de licenças/férias dos Auditores, supostamente, envolvidos, porém, a gora, neste momento de trovoadas utilizou-se a Dra. Leila do mesmo expediente, qual seja, saiu de licença/férias para apensar na vida e quem sabe retomá-la de forma mais humana. Todos estamos sujeitos a intempéries nesta vida. NINGUÉM É PERFEITO como querem ser os promotores do GAECO.

  6. Loren
    terça-feira, 11 de agosto de 2015 – 21:18 hs

    Muito justo.
    Mas espero que tal senso de ética também valha para os casos envolvendo policiais.

  7. OPINIÃO
    quarta-feira, 12 de agosto de 2015 – 0:02 hs

    Eu acho que a lei q estabelece garantias (prerrogativas) não devem ser revogadas, porque elas previnem eventuais perseguições (revanchismo) contra os que têm poder investigatório (criminal, civil, tributário).
    Contudo acho que as autoridades não devem serem tratadas com disparidade. Deve se isonomia de tratamento, material e processual. Pois a CF ensina que todos são iguais perante a lei..

  8. FUI !!!
    quarta-feira, 12 de agosto de 2015 – 3:47 hs

    O exemplo deveria começar de cima. Foro privilegiado (!?) só existe no
    submundo como no Brasil. Todos precisam ser iguais perante as leis e os
    superiores mais ainda. Aqui o foro privilegiado deveria se chamar “PROTEGE
    BANDIDO”.

  9. Observador
    quarta-feira, 12 de agosto de 2015 – 12:02 hs

    Tenho certeza que, ninguém mais que o Ministério Público, tenha lamentado tal fato. Porem, nada que venha a arranhar a imagem da Instituição, pois trata-se de um fato isolado e todas as Instituições estão sujeitas a isso. Mas, com relação a privilégios legais, entendo que realmente deva haver uma revisão, afinal, a Constituição diz que: “todos são iguais perante a Lei”. Não é o que ocorre com membros do Ministério público e Judiciário, em todos os sentidos, tornando-os uma classe privilegiada no serviço publico. Cada qual no seu papel, todos em prol da população que os paga, porem, sem privilégios inaceitáveis.

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