Estava tudo encaminhado para Sergio Malucelli, atual gestor do Londrina, assinar um contrato para, ao lado de outros empresários graúdos do meio esportivo, comandar o futebol do Figueirense por um período de 15 anos. No dia em que a negociação seria oficializada, Malucelli desistiu. Aconselhado por amigos e familiares, achou melhor não assumir mais este compromisso. Disse que ficaria sobrecarregado, pois acumularia a função que exerce no Londrina com a nova empreitada em Santa Catarina. Em nenhum momento Malucelli indicou que deixaria o Londrina, onde tem um longo contrato a cumprir e um generoso projeto para recolocar o Tubarão nas principais competições do calendário nacional.
Em tempo: à margem dos holofotes da imprensa dos grandes centros, Sergio Malucelli surge como aspirante a um dos homens-fortes do futebol nacional. Já indicou a vontade de continuar à frente do Londrina e preparar a passagem de comando, no futuro, para seu filho. A parceria no Figueirense seria feita com Juan Figer, o empresário uruguaio, conhecidíssimo no meio futebolístico.