Barros critica debate antecipado do pedágio | Fábio Campana

Barros critica debate antecipado do pedágio

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Não é de hoje que as discussões sobre a prorrogação dos contratos de pedágio entram em pauta e ontem, durante uma visita na Assembleia Legislativa, o deputado federal Ricardo Barros (PP), vice-líder do governo da presidente Dilma Roussef na Câmara e marido da vice-governadora Cida Borgheti (SDD), criticou o que ele chamou de “debate antecipado” sobre a questão. As informações são da Folha de Londrina.

Tal declaração foi dada depois dele contar que, em 90 dias, deve ser apresentado qual tipo de acordo pode ser levado em consideração para uma futura prorrogação entre o governo estadual e as concessionárias que administram as rodovias. Barros destaca que a comissão criada com representantes do Executivo e de setores produtivos do Estado, vai analisar investimentos que ainda precisam ser feitos; o passivo jurídico por conta de aumentos não concedidos; tempo de concessão e desconto do pedágio.

“A decisão será tomada por todos nós, pela sociedade, a partir das vantagens e desvantagens que forem apresentadas. Mas acho que o debate deve ser feito depois, quando nós tivermos todos os números. Quem quer fazer um debate antecipado está fazendo um debate de posicionamento político, e acho que não é o que o Paraná precisa agora. Fazer reunião para saber quem é a favor ou contra sem saber quanto se pode reduzir acho que é inócuo porque ninguém é a favor ou contra sem saber do que se trata”, afirmou.

Aliel Machado (PCdoB), outro parlamentar federal que esteve ontem em Curitiba, ressaltou que a questão é grave e que todas as propostas precisam ser analisadas com cautela: “O Paraná paga hoje por um absurdo realizado há 17 anos, que é um pedágio extremamente oneroso, ruim e um dos mais caros do País. Temos que ter muito cuidado ao discutir o assunto”.


6 comentários

  1. Sergio Silvestre
    terça-feira, 14 de julho de 2015 – 12:02 hs

    Ele está de olho nesse filet mignom,pois pode estar no poder lá por volta de 2021 e ai meu irmão,sai de baixo que o leitão vesgo vem ai,se a lava-jato não pegar antes.

  2. PORTUÁRIO
    terça-feira, 14 de julho de 2015 – 12:20 hs

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!

  3. taderu rocha
    terça-feira, 14 de julho de 2015 – 12:33 hs

    DEP. RICARDO BARROS, NO BLOG DO PT DO ESMAEL, VOCE FALANDO DO BETO, NÃO ESTOU A FAVOR DO BETO,VOCE É MARIDO DA VICE GOVERNADORA, VOCE NÃO ACHA CHATO FALAR COMO FALOU, VOCE ESQUECEU QUE TEU PARTIDO QUE GANHOU MAIS PROPINA DA PETROBRAS O PP, E VOCE NÃO DIZ NADA.

  4. rei do asfalto
    terça-feira, 14 de julho de 2015 – 12:59 hs

    O governo do Paraná perdeu o pudor de defender publicamente a renovação dos contratos de pedágio. Durante o primeiro mandato, até a campanha à reeleição do governador Beto Richa (PSDB), o assunto foi tratado sob fogo brando para não comprometer o capital político do tucano. No entanto, os desdobramentos das últimas semanas indicam que o primeiro escalão do Palácio Iguaçu trabalha arduamente pela renovação dos termos.

    A história da renovação do pedágio começa no dia 13 de novembro de 2013, quando Richa se reuniu com a presidenta Dilma Rousseff em Brasília. Na ocasião, o governador levou ao Palácio do Planalto a proposta de renovação das concessões por mais 25 anos, mediante desconto nas tarifas de 30%. A proposta foi imediatamente descartada por Dilma.

    Quando as informações sobre a proposta do tucano vieram a público em entrevista da então candidata ao governo estadual, senadora Gleisi Hoffmann (PT), ao jornal Gazeta do Povo em outubro de 2014, Richa negou com veemência que articulasse a prorrogação e qualificou a notícia como uma mentira orquestrada pelos ministros do PT.

    Entretanto, poucos meses depois de ter garantido nas urnas a permanência por mais quatro anos no comando do Executivo estadual, o governador e seus auxiliares adotam postura exatamente oposta.

    Na última semana o governo do Paraná constituiu um grupo de trabalho formado pela vice-governadora, Cida Borguetti (Pros), secretário da Casa Civil, Eduardo Sciarra (PSDB) e secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho, para discutir junto ao Ministério dos Transportes a renovação da delegação de 1,8 mil quilômetros de rodovias federais ao Paraná. A renovação da delegação é o primeiro passo para a prorrogação dos atuais contratos de pedágio.

  5. nereu vidal cezar
    terça-feira, 14 de julho de 2015 – 18:26 hs

    So pode se tratar de uma brincadeira, faltam ainda, 05 anos, para o vencimento do contrato. Temos que esperar que o final do contrato de aproxime, lá por 2 020, agora nao é hora, Qualquer outra posicao teremos que apelar para opoder judiciário, nao nos restara outra alternativa, este Estado tem donmo, é o POVO.

  6. João Luís
    quinta-feira, 16 de julho de 2015 – 10:20 hs

    Prorrogar o contrato do pedágio e dizer que tem possibilidade de baixar a tarifa e ainda realizar obras, é palhaçada!!!
    Agora que estão vendo que o prazo é 2022 e os financiadores e doadores para a campanha será em muito diminuido quanto aos valores, aí a preocupação da classe política para prorrogar os contratos!
    O modelo de pedágio do Paraná é equivocado. Deve ser feito por trecho específico via PPP com cronograma físico financeiro publicado no portal da transparência e também das prefeituras por onde o trecho passar! Com prazo máximo de 2 anos para inicio das obras!

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