Paraná está próximo de se tornar área livre da aftosa, diz Kátia Abreu | Fábio Campana

Paraná está próximo de
se tornar área livre da aftosa, diz Kátia Abreu

katia abreu1 23.06.15 II

A ministra Kátia Abreu (Agricultura) reconheceu o esforço do Paraná para garantir a certificação internacional de área livre de febre aftosa sem vacinação e área livre da peste suína clássica. “O Paraná é um dos estados brasileiros mais adiantados para conseguir as certificações. Isso é reflexo do apoio que temos do governador”, disse Kátia Abreu nesta terça-feira, 23, no encontro em Curitiba com lideranças do agronegócio na Ocepar.

Antes do encontro, Kátia Abreu se reuniu com o governador Beto Richa (PSDB) no Palácio Iguaçu. A ministra disse que está otimista que as certificações saiam logo para ampliar as exportações brasileiras, com acesso a novos mercados internacionais. Beto Richa disse que o Paraná tem feito tudo o que está ao seu alcance para que obter o reconhecimento de área livre de aftosa, sem vacinação. “Isso garantirá mais exportações e renda aos produtores paranaenses”, disse.

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Richa explicou que, para conquistar o status de livre de aftosa sem vacinação e a certificação internacional de área livre da peste suína, o governo investe R$ 5 milhões na construção e reforma de 23 postos de fiscalização instalados nas divisas com os estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul. A intenção é controlar a entrada de veículos com produtos de origem animal ou vegetal que não estejam dentro dos padrões e registros definidos pelo Paraná.

Além disso, o governo contratou 169 técnicos para trabalhar na Agência de Defesa Agropecuária do Paraná, autarquia criada por Richa para atuar na fiscalização da produção vegetal e animal do Estado.


5 comentários

  1. antonio carlos
    terça-feira, 23 de junho de 2015 – 14:40 hs

    Os nossos vizinhos catarinenses já estão livres da doença, e porque será? Será uma vergonha se nunca conseguirmos nos livrar desta doença, não podemos ficar condenado ao atraso.

  2. Eloiza Helena
    terça-feira, 23 de junho de 2015 – 14:46 hs

    Mentira, a ministra não disse isso, ela afirmou em entrevista que a Federação está trabalhando para incluir todos os estados livres, mas que isso é uma decisão nacional e conjunta com os demais países do eixo…o erro cometido por SC não será repetido !

  3. Antonio Vier
    terça-feira, 23 de junho de 2015 – 16:36 hs

    Extremamente temerario, se isto ocorrer, o gado no Pr não tem memória imunológica, muito difícil e complexo o controle nas fronteiras, seguidamente entram animais tanto Paraguay quanto MS também oriundos do Paraguay onde não a controle algum, tornando assim o gado paranaense muito vulnerável a aftosa, transito grande nas estradas do estado. Se olharmos tao somente o lado comercial também não se justifica pois os EUA também compraram de países com vacinação, e não precisaríamos correr um risco muito grande onde tantos outros países torcem contra o Brasil, exatamente pela quantidade e qualidade que temos e um foco aqui , ajudaria e muito estes países que competem conosco. A economia que se faria em não vacinando é ridícula se comparado a um foco em terras paranaenses, não vale a pena e não vale o risco. Mas insisto que a não vacinação colocara o estado em serio risco de contaminação exatamente pela não memória imunológica e constante transito de animais de regiões contaminadas como Paraguay não somente em nossas divisas bem como oriundos do MS e MT só por isso o risco ja enorme.

  4. QUESTIONADOR
    terça-feira, 23 de junho de 2015 – 16:59 hs

    -E o governador ainda tem que aguentar e fazer sala para a queridinha da predidenta!!!

  5. João Carlos R. Almeida
    quarta-feira, 24 de junho de 2015 – 8:01 hs

    O Paraná tem demonstrado liderança em muitos setores, principalmente no agropecuário. “Primeiro Estado” a ser reconhecido como “equivalente ao SIF – MAPA” em 2010!, recebendo a liberação para o credenciamento de empresas de produtos de origem animal SISBI. Já era para ter se livrado da aftosa muito tempo, porem esta chegando o dia! Estou certo de que será um grande avanço! A não ser que grandes empresários não o permitam…ADAPAR terá que fazer seu dever de casa quanto às fronteiras, que ainda são uma preocupação verdadeira. Já esta fazendo com a contratação de novos técnicos. Vamos em frente!

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