Sob pena de R$20 mil por hora, Justiça determina desbloqueio imediato do prédio da Fazenda | Fábio Campana

Sob pena de R$20 mil por hora, Justiça determina desbloqueio imediato do prédio da Fazenda

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O juiz Mário Dittrich Bilieri, do Tribunal de Justiça do Paraná, concedeu agora há pouco liminar determinando que os manifestantes da APP-Sindicato desobstruam imediatamente o acesso ao prédio onde funciona a Secretária da Fazenda e a Fomento Paraná. A Justiça estipulou multa de R$ 20 mil por hora de descumprimento.

A liminar atendeu um pedido da Fomento Paraná, que alega prejuízos de R$ 1,2 milhão com o bloqueio dos professores.

O magistrado defende o direito de reunião e de expressão dos manifestantes, mas reafirma que esses direitos não podem interferir na liberdade de outras pessoas. “O exercício do direito de manifestação é limitado pelos direitos legítimos de outros indivíduos. Inclusive aqueles decorrentes do exercício da posse”, disse a liminar.

Há dois dias, os manifestantes estão em vigília impedindo funcionários de ingressarem no prédio que fica localizado na Avenida Vicente Machado, 445. Eles manifestam contra o reajuste proposto pelo governo estadual de 5% para o funcionalismo. O grupo acampou no local ainda na terça-feira, montando barracas nas duas entradas do prédio.


4 comentários

  1. Sergio Silvestre
    quinta-feira, 21 de maio de 2015 – 17:18 hs

    Ninguem está dando muita bola para essa justiça aqui do Paraná,me parece que logo vão invadir o forum e dar uma camassada de pau nesses magistrados governistas.
    Muitos iriam soltar foguetes.

  2. Lud
    quinta-feira, 21 de maio de 2015 – 17:30 hs

    tem q provar esse prejuizo.. vale lembrar que o presidente da fomento eh o juraci presidente do psdb de curitiba e um dos organizadores do caixa ano passado.

  3. Sociedade Responde
    quinta-feira, 21 de maio de 2015 – 18:35 hs

    O juiz está certíssimo. Chega de baderna da APP-Sindicato. Cansou a sociedade usurpada, e mostrou a politicagem e o desrespeito às instituições. ** Até parece que eles não querem diálogo, nem solução para o imbróglio. A ordem é agitação… Afinal, o ano que vem tem eleição e até lá, salve-se quem puder.

  4. COELHO RICOCHETE
    sexta-feira, 22 de maio de 2015 – 11:38 hs

    Dá pra ensinar para esses “educadores” que o direito deles protestarem é exatamente igual ao direito dos funcionários trabalharem?
    Ou vai ser preciso chamar o Francischini para aplicar um corretivo?

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