Não abro mão de ter opinião | Fábio Campana

Não abro mão
de ter opinião

Amigos me aconselharam a não publicar aqui o texto “É preciso ter coragem” (que pode ser lido aqui). Tinham razão quando imaginaram a onda de protestos de todos os tipos, inclusive os chulos. Mas não é de minha natureza fugir da raia. Nem de optar pela sensação de conforto de estar de acordo com a maioria. Não fujo do desconforto que significa defender posições minoritárias. Não acredito na máxima popular “a maioria sempre tem razão”. Ao contrário, acredito que a maioria, ou o que parece ser a maioria, quando torna-se massa, tem grandes chances de estar errada, conduzida apenas pela emoção, tal qual uma torcida de futebol. Recebo as críticas, Leio os insultos cheios de rancor e outras miudezas da alma. Que fazer? Não vou abdicar de ter a minha opinião para satisfazer os que não concordam com ela. Ou os que preferem acompanhar a massa e a mídia de massa. Prefiro ser minoria.


18 comentários

  1. Parreiras Rodrigues
    sexta-feira, 1 de maio de 2015 – 8:43 hs

    Há dois mil anos atrás, a maioria fez a cagada mais comentada da História.

    Há poucos anos, o professor exercia forte influencia na sociedade. Era, então, um líder.
    Essa sua subserviência à uma entidade que se diz reprresentativa, mas na verdade não passa dum comitê petista, transformou-o em massa de manobra. Tsk…tsk…

  2. Selbach
    sexta-feira, 1 de maio de 2015 – 10:11 hs

    Fábio, você conhece a minha história profissional. Sabe por onde andei e o que fiz. Sabe também que nunca me retratei por que nunca disse inverdades. Nos países por onde passei como profissional, tive a oportunidade de conviver com os melhores da nossa profissão, por isso concordo com seu texto e o remeti a vários amigos pela coerência do seu conteúdo, já que em outros estados os ” professores” manobrados por centrais também estavam em greve. Tenho bom relacionamento com professores de todos os níveis e inclusive fui assessor do último presidente correto que a APP teve em sua vida, Izaias Ogliari.. Ele, como eu, deixamos aquela instituição no momento em que por decisão de Assembléia os ” mestres” decidiram se juntar aos vermelhos através de centrais sindicais. Aconteceu que perderam o seu objetivo, a sua identidade, e hoje são manobrados por interesses
    escusos. Os paranaenses já disseram nas urnas que aqui não tem lugar para esta gente. Quem conhece o mínimo de democracia sabe discernir o direito de cada um, menos os vermelhos que sem rumo ou objetivo, estão em busca de um lugar onde possam ser abrigados para dar continuidade aos seus desmandos. E os nossos professores, de tão boa qualidade profissional, se deixaram levar por seres desqualificados, derrotados pelo voto e foram usados como massa de manobra. Onde estava o presidente da APP? Escondido embaixo de alguma mesa e mandou a tesoureira da instituição botar a cara para bater e com ajuda de baderneiros pagos pelas centrais sindicais, afrontarem os poderes constituidos pelas urnas. Quero ver a cara destes professores no primeiro dia de aula diante dos seus alunos e dizer a eles que terão aulas também no Natal Ano Novo para compensar os dias de greve.Fábio o governador Beto Richa se pudesse concorrer novamente, não teria mais os 82% de votos e sim 100% dos paranaenses, pois até os professores grevistas votariam nele, já que hoje eles sabem que foram infantilmente manobrados pelos vermelhos. Parabéns Fábio!

  3. Michaelantonio
    sexta-feira, 1 de maio de 2015 – 10:34 hs

    – Parabéns Fábio! – Vivemos em um Estado Democrático de Direito e temos o direito de pensar e se expressar.

  4. Vigilante do Portão
    sexta-feira, 1 de maio de 2015 – 10:37 hs

    Tenho insistido no assunto:

    Qual é a finalidade de um Fundo de Previdência?

    Angariar contribuições, previamente definidas através de cálculos , para, em momento seguinte, PAGAR APOSENTADORIAS e PENSÕES.

    A nova Lei, aprovada dia 29, determina que o FUNDO pague APOSENTADORIAS (parte delas, dos aposentados com mais de 73 anos)

    O FUNDO não tem dinheiro para arcar com o pagamento?

    HOUVE insuficiência de aportes ao caixa do FUNDO?

    Quem não fez o aporte?
    Quando (mês/ano)?
    Quanto (qual foi o valor, histórico e corrigido) faltou depositar?

    Houve malversação dos valores depositados, como aplicações desastrosas?

    Houve benefícios indevidos?
    A ISENÇÃO de contribuição dos aposentados, por exemplo, teria sido um erro?
    P.S. alguns Deputados que criticam a nova lei, figuram entre os que APROVARAM a Isenção.

    Enquanto a arrecadação crescia 5% acima da inflação, tudo muito bom.

    Crescimento ZERO (como em 2014) e NEGATIVO em 2015, com redução da arrecadação, ensejam a urgência em REVER o custeio do pagamento dos aposentados.

  5. professor da rede
    sexta-feira, 1 de maio de 2015 – 10:49 hs

    TUDO ISSO QUE ESTA ACONTECENDO É PURA POLITICAGEM DOS LIDERES PETISTA, ESTOU ACOMPANHANDO O MOVIMENTO NA MINHA CIDADE E NÃO TENHO DUVIDAS,TODAS AS REUNIÕES REALIZADAS ENTRE OS PROFESSORES ELES(PT) SÓ CRITICA.

  6. MAD MAX
    sexta-feira, 1 de maio de 2015 – 10:56 hs

    Não costumo responder a comentários de outros aqui neste espaço, mas o Sr.Nanet me fez algumas ponderações e gostaria de de esclarecer:
    1 – A APP foi convidada a participar das discussões, mas se retiou quando percebeu que suas “propostas” não seriam atendidas;
    2 – O Governador Beto Richa é meu parente, pois sou seu primo em 212º grau; daí a estender a algum desmando meu pelo meu parentesco com o governador é ir um pouco longeeeee;
    3 – Lembrei do Collor sim. É o mesmo que à éepoca de sua eleição chamou seu adversário de “Sapo Barbudo”, e que hoje é aliado político… do “Sapo Barbudo”;
    4 – Se comprou apoio, mostre o recibo;
    5 – Se os deputados são vendidos, vamos assumir a mea culpa, pois fomos nós mesmos que os colocamos lá.
    A verdade é que pela fala deste cidadão, ele não é PTralha de coração, está mais alinhado a facção engajada em tornar a mamona o aperitivo nacional.

  7. fabiano golveia
    sexta-feira, 1 de maio de 2015 – 11:25 hs

    Enquanto isso nos que trabalhamos na iniciativa privada estamos quietinhos tentando segurar nosso emprego diante dessa crise que é nacional e não regional. Professores estão sendo usado como boi de picanha por essas centrais sindicais. Só tenho isso a dizer.

  8. henry
    sexta-feira, 1 de maio de 2015 – 11:29 hs

    DESDE HÁ MUITO TEMPO, SOU SEU LEITOR AQUI E NA REVISTA. PORTANTO, SE SOU TEU LEITOR, CONCORDO PLENAMENTE COM O ESCRITO.

  9. Beatrix Kiddo
    sexta-feira, 1 de maio de 2015 – 11:30 hs

    O pe$ti$mo e seus asseclas querem silenciar quem não se deixa enganar pela mentira oficial. A liberdade de escolha, o direito de livre expressão, o de ir e vir são cláusulas pétreas da nossa Constituição, então porque discordar virou pecado? Ser contra ou a favor é sempre uma questão de escolha, de opinião. Esquecemos muito rapidamente dos tempos da Gloriosa de 31 de março, quando quem discordava ia contar “estorinha” lá no DOPS? Alguém se lembra disto? Tem muita gente querendo voltar no tempo, mas vão fazer um acerto de contas com quem? Os donos do poder daquela época quase todos já morreram.

  10. luiz saragiotto
    sexta-feira, 1 de maio de 2015 – 12:18 hs

    PARABENS Sr.FABIO.

    Nós que temos certeza que o Beto esta certo temos, podemos e devemos nos expressar mostrando que o apoiamos nas suas ações de autoridade que foi eleito para governar, e, o futuro mostrara que ele esta certo.

  11. Sociedade Responde
    sexta-feira, 1 de maio de 2015 – 12:20 hs

    Parabéns pela defesa da liberdade de expressão ilustre jornalista Fábio Campana. São pessoas como você que fazem a diferença na Sociedade Decente que não aceita que o grito, a palavra de ordem e o populismo façam do Brasil um estado de contumaz barbárie, como visto nos últimos anos nos quatro cantos do país por mascarados os mais diversos, incluindo políticos e aventureiros do setor, cujo juiz Sérgio Moro os vem identificando e os colocando na Papuda.

    Aos fatos! E não à militância e a pouca vergonha engendrada por políticos e politiqueiros que querem transformar o Paraná num estado de baderna já com vistas às eleições do ano que vem. ** A Sociedade Decente tem que ficar alerta, pois daqui por diante, até outubro do próximo ano, muita coisa feia, ruim e descarada vai acontecer para azeitar a engrenagem politiqueira da hora e de sempre e dos mesmos já bastante conhecidos por estas plagas (eu disse plagas!). ** Aliás, não sei por que, lembrei-me dos baderneiros que sistematicamente invadiam a Ferrovila, em Curitiba, com a mesma metodologia, lembram-se? Tinha nome, endereço e muito mais. ** Esse estardalhaço dos “professores” (que acredito os decentes, coerentes e respeitosos mestres), não se alia a badernas promovidas e anunciadas com antecedência pelos paus mandados do sistema dominante populista e desordeiro que investe no quanto pior melhor, com o objetivo de alavancar candidaturas do mesmo naipe para às eleições do ano que vem e desde já pensam em açambarcar a Prefeitura de Curitiba como ninho e território-base para suas investidas maquiavélicas. Todo o cuidado é pouco. Confira abaixo, a VERDADE ESTABELECIDA/(SD)
    .-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-

    por Reinaldo Azevedo, na Veja online:

    Ah, eu também fiquei indignado com o que vi ontem no Paraná. Busquei informações com o governo. A sequência que vai abaixo deriva dessa conversa. Os sindicalistas têm outra versão? Há vídeos, que vão ao ar daqui a pouco, indicando os métodos a que recorreram os patriotas. Insisto: que a Polícia Militar não abra mão de investigar se houve excessos. Mas não dá para mascarar o que se deu por lá.

    Proteção a tucanos e prevenção contra petistas? Uma ova! Fernando Pimentel, por exemplo, aquele que condecora João Pedro Stedile, é governador de Minas. Se professores ou quaisquer outras categorias agirem como vândalos contra a sua gestão, serão criticados severamente aqui. Acontece que, curiosamente, onde o PT é governo, essas cenas de selvageria não costumam acontecer. Daqui a pouco, os vídeos.

    1– Em fevereiro, o governo do Estado encaminhou à Assembleia um conjunto de medidas para restabelecer o equilíbrio das finanças estaduais, afetadas pela retração da economia e por quatro anos de discriminação ao Paraná promovida pelo governo federal, sob o comando de representantes do Estado que ocupavam postos-chave no primeiro governo Dilma Rousseff.

    2– Parte dessas medidas promovia alterações no sistema de Previdência do Estado (ParanaPrevidência). Nenhuma delas coloca em risco o pagamento de pensões ou a solvência do sistema. Ao contrário. Foram pensadas para garantir a solvência, para futuras gerações, de um sistema que vai ter de absorver mais 30 mil inativos só nos próximos cinco anos.

    3 – A reação da APP Sindicato foi promover uma greve, que durou 29 dias, e invadir e ocupar o plenário da Assembleia em 10 de fevereiro. Instalações foram depredadas, deputados, intimidados e impedidos de trabalhar e até de circular no prédio, exceção aberta apenas àqueles alinhados com as posições do sindicato. A Assembleia foi ocupada e impedida de funcionar até que as mensagens do governo fossem retiradas.

    4 – Atendendo à reivindicação dos professores, uma nova proposta foi exaustivamente discutida por dois meses com representantes da APP Sindicato e foi reapresentada à Assembleia, onde tramitou normalmente. Quando se aproximou o momento da votação, a APP, numa clara demonstração de que seus objetivos são políticos e nada têm a ver com os legítimos interesses da categoria, resolveu apelar novamente para a violência.

    5 – No sábado (25/04) anterior à semana em que a projeto de lei da ParanaPrevidência iria a votação, a APP decretou mais uma greve. Por não ter objeto, ter objetivos claramente políticos, foi declarada ilegal pelo desembargador Luiz Mateus de Lima, do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR). O magistrado ordenou a volta às aulas sob pena de multa R$ 20 mil a R$ 40 mil diários. A decisão do Judiciário foi ignorada pelo comando do Sindicato dos Professores, e a APP partiu para mais uma tentativa violenta e ilegal de imobilizar o funcionamento do Legislativo.

    6 – Os antecedentes de invasão violenta e depredação da Assembleia em fevereiro levaram a Mesa Diretora da Alep a solicitar um interdito proibitório antecipando uma nova invasão APP Sindicato durante a votação da matéria sobre a Previdência. O juiz Eduardo Lourenço Bana, do Tribunal de Justiça do Paraná, proibiu nova invasão da Assembleia “e assemelhados” e estabeleceu uma multa diária de R$ 100 mil para o caso de o sindicato turbar ou esbulhar a posse da Assembleia.

    7 – O magistrado autorizou “desde já a requisição de reforço policial para cumprimento da ordem” e adiantou, no seu despacho, que “a APP-Sindicato, com o intuito de inviabilizar a votação de projeto de lei contrário aos seus interesses, pretende organizar novo cerco e invasão à Assembleia Legislativa”. O juiz justificou seu despacho com os antecedentes: “Oportuno consignar que recentemente a requerida organizou movimento similar, que culminou na invasão do prédio público, com danos materiais, tentativa de agressão a parlamentares e necessidade de intervenção judicial, com aplicação de multa e expedição de mandado de reintegração de posse”.

    8 – A força policial determinada pela Justiça posicionou-se no entorno da Assembleia desde a véspera da votação, no sábado (25/04), para garantir o funcionamento do Legislativo. Indiferente à decretação da ilegalidade da greve e da proibição de invadir ou cercear o funcionamento da Assembleia, a APP promoveu o cerco das imediações da Assembleia a partir da segunda-feira (27). Várias tentativas de forçar a entrada e de cercar a Assembleia, com confronto com os policiais que estenderam cercas de segurança em torno do prédio da Alep, foram feitas já na terça-feira (28).

    9 – Ontem, quarta-feira (29), antes do confronto, os professores e seus aliados radicais tomaram mais medidas arbitrárias e flagrantemente ilegais. Em uma tentativa de impedir que os deputados tivessem acesso a Assembleia, estabeleceram bloqueios em todas as ruas que davam acesso a Alep, obrigando os motoristas a permitir revistas a seus veículos, incluindo aí os porta-malas.

    10 – Por volta das 15h, os professores sob o comando da APP, liderados por aliados radicalizados, que usavam máscaras antigás, portavam coquetéis molotov, bombas caseiras e estavam armados de paus e pedras, partiram para o confronto direto e violento com a Polícia Militar, que mantinha uma área de segurança, com cercas em torno da Assembleia, no cumprimento a determinação judicial de garantir o livre funcionamento do Legislativo.

    11 – Embora visualmente impressionantes e chocantes, as imagens do conflito, quando encaradas objetivamente, mostram apenas policiais militares reagindo a ataques de uma multidão enfurecida e radicalizada, instigada por lideranças irresponsáveis, despreocupadas com possíveis consequências graves desse tipo de confronto. A Polícia Militar foi obrigada, para cumprir uma deliberação judicial, a tomar as medidas necessárias para conter uma turba que avançava violentamente, com o objetivo expresso de invadir a Assembleia e impedir o funcionamento de um Poder legítimo.

    12 – Ninguém, a não ser os mais soturnos cultivadores da máxima do quanto pior melhor — eles existem e são bem conhecidos —, pode estar comemorando os resultados desse confronto lastimável. Por mais que todos os cidadãos de boa-fé lastimem o confronto e os feridos — tanto manifestantes como policiais —, é preciso levar em conta as alternativas. Desrespeitar a determinação judicial que garantia o livre funcionamento do Legislativo, permitir uma nova invasão da Assembleia e a paralisação dos trabalhos da Casa, tudo isso equivaleria a entregar o comando de um Poder legitimamente eleito ao arbítrio de uma categoria radicalizada, sob o comando de lideranças que perderam qualquer vestígio de equilíbrio e bom senso.

  12. Ade
    sexta-feira, 1 de maio de 2015 – 12:22 hs

    Numa DEMOCRACIA, quando a violência, agressões e sangue predominam, todos perdem a razão. E ainda, um dos pilares do sistema democrático é a independência dos poderes: Executivo, Legislativo e Judiciário,e isto esta claro que não ocorre no nosso Estado do Paraná.

  13. sexta-feira, 1 de maio de 2015 – 14:45 hs

    Que esperar dos professores do Paraná? Que de primeiro lugar do IDEP passaram para o décimo (10) lugar. Se fazem de vítimas em tudo e esquecem as verdadeiras vítimas que são os ALUNOS. mas pensar em aluno ALUNOS PARA QUÊ? É melhor fazer greve a ficar ensinando quem precisa deles. A vagabundagem tomou conta deste nosso País.

  14. VERGONHA DE SER BRASILEIRO
    sexta-feira, 1 de maio de 2015 – 19:24 hs

    Parabéns! a polícia agiu perfeitamente né, ficaram parados, só revidaram porque foram muitos giz e apagador em cima deles. Parabéns também aos deputados ( 31 ), votaram realmente porque acreditam que o projeto é bom, eles não tem interesse algum naquilo que o governo quer. Parabéns também ao richa, vai pegar um pouco do dinheiro do paranaprevidencia, tá la né, tem de pegar mesmo. Perfeito!!!! Perfeito!!!! Tudo perfeito, pegar o dinheiro previdencia, votos deputados sem nenhum interesse, polícia batendo e jogando bombas porque foram atacados!!!!!
    PERFEITO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  15. Luiz Porto
    sexta-feira, 1 de maio de 2015 – 22:43 hs

    Perfeito, Campana. Então quando forem postados comentários diferentes da sua linha de pensamento, não esqueça de publicá-los.

  16. lucia helena hubie
    sexta-feira, 1 de maio de 2015 – 23:22 hs

    é lamentável ver pessoas tentando justificar tamanha falta de respeito com o povo paranaense. Quando será que voltaremos a ter lideranças sérias comprometidas com as reais causas dos povo. Vejam vcs a pressa do governador em colocar em prática seu plano que já sancionou o projeto. Tá muito preocupado mesmo com a repercussão de todas essas cenas absurdas acontecidas apenas 2 dias!!!!!!!!! a esperança está cada vez mais longe. Só espero que ele tenha a certeza que sua trajetória politica esta manchada, vai ser difícil ganhar até eleição para sindico de prédio.

  17. Tibúrcio Gabirú
    sábado, 2 de maio de 2015 – 15:22 hs

    Gustavo,
    Deixa de ser alienado piá! Você deve estar de brincadeira ao vir falar em desrespeito ao Judiciário. Desrespeito ao Judiciário, meu caro, é comprá-lo com auxílio moradia de R$ 4.000,00. Desrespeito com a democracia é esse mesmo judiciário não ter tomado providência em relação ao princípio jurídico e democrático de livre acesso à ALEP em uma votação de tamanha importância como essa. Desrespeito a nossa inteligência é dizer que foram o black blocs que começaram a violência. Todos sabem que estes só se manifestam contra o governo do PT e nunca contra o PSDB pois estão diretamente ligados à Juventude do PSDB. O que você faria se chegasse na frente da sua casa e alguém tetasse impedir sua entrada na sua casa? daria meia volta e sairia de cabeça baixa? A ALEP não é de Traianos e Romanellis, a ALEP é do povo do Paraná, os deputados estão trabalhando ou deveriam estar trabalhando para os interesses dos paranaenses.
    Vo cê acha que o simples fato de citar Montesquieu vai dar embasamento para as besteiras que você escreveu? Se fosse leitor de verdade de Montesquieu ou de qualquer outro filósofo contratualista não perderia seu tempo escrevendo as besteiras e sandices que escreveu… Se leu, não entendeu nada do que ele escreveu. Cada um tem direito a expressar seu ponto de vista, mas tem que saber que se escrever besteira vai ter resposta.

  18. Milton
    domingo, 3 de maio de 2015 – 8:36 hs

    Boas palavras para quem não é funcionário público e não tem nada a perder se o governador deseja extinguir os direitos historicamente conquistados à custa de sangue suor e lágrimas. Boas palavras para quem não terá saqueado o dinheiro de sua previdência depositada no decorrer dos anos, Boas palavras para quem não chorou ás lágrimas do gás das bombas. Boas palavras para quem não sentiu na pele a dor das balas de borracha. Boas palavras para quem não terá de enfrentar uma sala de aula com um gosto amargo de derrota e um futuro de incertezas. Boas palavras…

Deixe seu comentário:

Campos obrigatórios estão marcados com *

*

*