Justiça italiana julga extradição de Pizzolato | Fábio Campana

Justiça italiana julga extradição de Pizzolato

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A Corte Suprema de Cassação, instância superior do Judiciário italiano, julga hoje o recurso do governo brasileiro pela extradição do ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato. Em outubro, a defesa do petista teve uma importante vitória quando a Corte de Apelação de Bolonha recusou sua extradição por entender que as penitenciárias brasileiras não ofereciam garantias de que os direitos fundamentais de Pizzolato seriam respeitados. As informações são da Folha de S. Paulo.

Na época, o advogado de Pizzolato, Alessandro Sivelli, exibiu imagens do presídio de Pedrinhas (MA), onde presos foram decapitados, e citou mortes de detentos na Papuda (DF), provável destino do ex-diretor. Para tentar virar o jogo, o recurso impetrado pelo advogado Michelle Gentiloni, contratado pelo Brasil, afirma que o presídio da Papuda e duas unidades em SC podem garantir o cumprimento da pena sem riscos à integridade do preso.”O local oferecido para Pizzolato é seguro”, disse à Folha Boni de Moraes Soares, da AGU (Advocacia-Geral da União).


4 comentários

  1. Doutor Prolegômeno
    quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015 – 11:08 hs

    Porque a justiça italiana extraditaria este cidadão? Os políticos condenados no mensalão petista estão todos em suas mansões, servidos por seus criados de libré. Isso é a prova concreta de que não estariam seguros nas prisões brasileiras. Atrás das grades estão apenas os não-políticos, inclusive, la poverina balerina dasafortunata, que posava de banqueira. Então, ele que fique por lá.

  2. Juca
    quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015 – 12:19 hs

    Responsável por tudo isso é o cachaceiro Lula que manteve no pais aquele Cesare Battisti. O troco veio na mesma medida.

  3. Beatrix Kiddo
    quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015 – 12:52 hs

    Apoio a permanência deste ladrão na Itália, assim é menos um ocupando as nossa já lotadas cadeias. E é menos um perigo, o cara é uma universidade do crime ambulante.

  4. FUI !!!
    quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015 – 3:46 hs

    Se o cara fosse político “profissional” poderia voltar ao Brasil e estar
    totalmente ileso, porem como cidadão comum é melhor permanecer
    na Itália.

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