Gaeco prende prefeito de Prudentópolis que recebia propina | Fábio Campana

Gaeco prende prefeito
de Prudentópolis que recebia propina

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O prefeito de Prudentópolis, Gilvan Pizzano Agibert (PPS), foi preso em flagrante nesta quinta-feira (12), pelo Gaeco ao receber R$ 20 mil de propina. A prisão foi em um imóvel, em Curitiba.De acordo com o Gaeco, Agibert estava recebendo a quantia de uma empreiteira que tem contratos com a Prefeitura de Prudentópolis. O Gaeco não informou se o valor foi em dinheiro e não deu mais detalhes da prisão. As informações são do G1-PR.


8 comentários

  1. Rubéns de Assis Bueno
    sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015 – 10:50 hs

    Mas se ele é do PPS não pode ser preso, ele pertence ao grupo dos “limpinhos”.

  2. Allan
    sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015 – 11:12 hs

    Um coitado…não devia nem ser preso oquê são 20 mil no pais que so se fala em BILHÕES???
    Mais sempre é mais facil pegar os peixes pequenos…essa é nossa justiça

  3. Josué Corrêa Fernandes
    sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015 – 11:26 hs

    PRUDENTÓPOLIS NÃO É PROPINÓPOLIS
    Vejo, assustado, nas redes sociais, a notícia da prisão do prefeito de Prudentópolis, minha cidade natal e da qual também fui vereador, presidente da câmara e prefeito na década de 1970.
    Numa das postagens sobre o assunto, alguém escreveu que o nome da cidade passa a ser, agora, PROPINÓPOLIS.
    Independentemente do vexame e da vergonha que todos os prudentopolitanos de bem devem estar passando, discordo dessa infeliz colocação.
    Discordo porque Prudentópolis não é o atual prefeito e nem seus companheiros. Prudentópolis tem história de mais de um século, pontilhada pela presença de prefeitos que honraram o compromisso de honestidade e de respeito ao erário. Prudentópolis é Prudentópolis, a cidade de Prudente de Morais, o primeiro presidente civil da República (responsável pela colonização do município); o burgo mais europeu do Paraná e quiçá do Brasil; um lugar abençoado por Deus e que não nasceu ontem. Os ex-prefeitos que ocuparam a chefia do executivo local, em sua grande maioria (com uma ou outra vergonhosa exceção), deram tudo de si para o município crescer e se integrar na esfera do progresso. Relembre-se de nomes como os do empresário José Durski, primeiro prefeito; do agricultor João Pedro Martins, do jurista João Fleury da Rocha, do cartorário Francisco Durski Silva, do farmacêutico Francisco Cavalli Costa, do médico Geraldo Ribeiro de Carvalho, dos industriais Affonso Ditzel, Kurt Gustavo Schlumberger, Antônio Witchemichen e poucos outros mais recentes.
    Pela ambição desmedida e pelo errôneo pensamento de considerar o erário como propriedade particular, não se há de generalizar e nem de se colocar o nome da cidade na sarjeta. Quem se encontra nos desvãos da ilegalidade, não é Prudentópolis, não é o seu glorioso passado, não são os ex-administradores que respeitaram em tudo os princípios mais rígidos da gestão pública. A bela cidade das Cachoeiras Gigantes, a Terra da Oração, não deve ser confundida com homens públicos que desonraram seus compromissos e seu juramento de respeitar as leis, as Constituições do Estado e da União. Esses, uma vez evidenciada a sua responsabilidade, merecem todo o rigor da legislação, com o respectivo afastamento do cargo (para o qual se mostraram inaptos e ineptos).
    Não obstante essa nódoa que alguns entendem se abater sobre a cidade, é preciso registrar que Prudentópolis, a antiga Vila de São João do Capanema, continua EM PÉ. Atingida por petardos desferidos por gente que despreza seu patrimônio material, cultural e espiritual. Mas em PÉ. Pronta para continuar sua caminhada rumo ao futuro. Como entidade que não termina pela ação maléfica de alguns, Prudentópolis está acima de ações nefastas e de fraudes.
    Quem deve, que pague, arcando com todas as consequências.
    Mas Prudentópolis que continue a ser aquilo que todos ajudamos a ser: uma cidade aberta e solidária, um dos mais extensos municípios do Estado, um lugar de oportunidades legítimas em que a fé e a esperança encontram-se arraigadas nos primeiros pilares lançados por Firmo de Queiróz, pelos irmãos eslavos (ucranianos, poloneses) que nela aportaram aos milhares no final do século 19 e pela ação corajosa, viril e isenta de máculas demonstrada por tantos outros pioneiros.

  4. Beatrix Kiddo
    sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015 – 15:40 hs

    Isto é mal de família, o irmão também foi prefeito desta cidade e trilhou o mesmo caminho. E de quem é a culpa? Deste povo tolo e que insiste em trocar voto por telha, comprada com o dinheiro da própria prefeitura. Nunca é demais lembrar, só temos o que merecemos. Adoramos ter mais do mesmo, e depois ficamos reclamando. Eta povo burro e chorão.

  5. Loop
    sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015 – 20:17 hs

    Equivalia: Quatro (4) vezes o auxílio moradia ( humm!)

  6. Joselito Santos
    sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015 – 22:52 hs

    Não vai faltar cracóvia na cadeia !

  7. Sibelimar Carias Vidal
    sábado, 14 de fevereiro de 2015 – 23:31 hs

    Sou prudentopolitana, filha de pessoas que também nasceram neste município e vivem lá até hoje(Alcides e Emilia Binkovski Carias), apesar de morar fora do município há muitos anos, me senti ultrajada com tudo o que está ocorrendo. Sábias palavras do Sr. Josué, ao se referir ao município, como uma cidade aberta e solidária, onde não tem lugar para este tipo de ações maléficas e danosas para todo povo prudentopolitano. É lamentável ver a nossa terra natal ser atacada por pessoas de má índole, sem credibilidade nenhuma, colocando um município de futuro na mídia nacional, como uma cidade de propinas. É no mínimo degradante.

  8. quinta-feira, 18 de abril de 2019 – 19:59 hs

    Essas denúncias de corrupção são uma nódoa que mancha a idoneidade e a honra de uma pessoa. Lamentável que esse cavalheiro chamado Gilvan Agibert tenha essa ação que desmerece sua integridade, fato profundamente lamentável, que eu como prudentopolitano somente tenho que condenar.

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