Corregedoria afasta juiz de julgamentos do caso Eike Batista | Fábio Campana

Corregedoria afasta juiz de julgamentos do caso Eike Batista

eike

Beatriz Bulla, Estadão

A corregedora nacional de Justiça, ministra Nancy Andrighi, determinou o afastamento do juiz Flávio Roberto de Souza, da 3ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, de todos os processos relativos ao empresário Eike Batista.

Nesta semana, o magistrado foi flagrado dirigindo um Porsche Cayenne do empresário. O veículo havia sido apreendido pela Polícia Federal junto com outros bens do empresário, por ordem do próprio juiz. Foi a defesa de Eike que denunciou que o automóvel estava estacionado no condomínio do juiz.

A ministra já havia determinado a apuração dos fatos, mas diante do “risco” de que a situação continuasse ocorrendo no caso concreto, decidiu afastar o magistrado do caso envolvendo o empresário. Para Nancy Andrighi, “não há e nem pode haver” risco de um “um juiz manter em sua posse patrimônio de particular”.


13 comentários

  1. COMANDO
    sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015 – 8:00 hs

    Matou a vontade de dirigir um carro possante, mas se ferrou…

  2. Juca
    sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015 – 8:06 hs

    Não basta o afastamento desse Juiz dos processo do Eike Batista. Seu comportamento irregular pode estar se repetindo em outros processos também envolvendo mais pessoas. É necessário que se afaste esse Juiz da judicatura e se instaure uma correição rigorosa na 3ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro. Conferência de armas, munições, drogas e valores em dinheiro e outros bens de um modo geral deve ser procedida pela Corregedoria. Coisas assombrosas poderão ser reveladas com tal procedimento. Fica a sugestão.

  3. ferreira
    sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015 – 8:25 hs

    O Meritíssimo não fez nada mais que sua obrigação; apenas dirigiu os “autos” do processo.

  4. Kátia Flávia
    sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015 – 8:35 hs

    Tomô com sua Prepotência !!

  5. MENSALEIRO JÚNIOR
    sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015 – 8:37 hs

    NOSSA, MAS JUIZ NÃO É DEUS ? OU NÃO É MAIS ?

  6. INTRUSO
    sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015 – 9:28 hs

    Seria a única chance do magistrado dirigir uma máquina automotiva.
    NÃO DEVE SER CASTIGADO POR ISSO.
    O USO CERTAMENTE FOI COM TOTAL PARCIMÔNIA, SMJ

  7. jaime rodrigues
    sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015 – 9:49 hs

    vergonha para o judiciário o comportamento deste juíz.

  8. Ary Bracarense Costa Júnior
    sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015 – 9:59 hs

    Boa Piada: É dever do Juiz conduzir os “AUTOS” do processo!! kkkk

  9. Luigi Mereu Jr
    sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015 – 10:01 hs

    Se essa moda pega, daquii a pouco o “juíz” Moro vai aparecer dirigindo um petroleiro.

  10. Tisa Kastrup
    sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015 – 10:44 hs

    Ele estava apenas fazendo carga dos autos, conduzindo o processo e transitando em julgado com o Porsche. Já com o piano, faz parte de tocar o processo. Coisas legais da justiça brasileira!

  11. Willian
    sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015 – 11:26 hs

    Com certeza ja tava de olho na lanburghini

  12. NEIDE
    domingo, 1 de março de 2015 – 15:07 hs

    É UMA BESTEIRA, SÓ RINDO PARA NÃO CHORAR!KKKK

  13. NEIDE
    domingo, 1 de março de 2015 – 15:08 hs

    DIGO, É MUITA BESTEIRA… SÓ RINDO PARA NÃO CHORAR!KKKK

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