Buscas em rio para tentar encontrar João Rafael serão retomadas | Fábio Campana

Buscas em rio para tentar encontrar João Rafael serão retomadas

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Quase 16 meses após o desaparecimento do menino João Rafael Kovalski, de dois anos, o secretário de Segurança Pública do Estado Paraná (Sesp-PR), Fernando Francischini, anunciou nesta quinta-feira (8) a abertura de uma força-tarefa para tentar localizar o garoto. Segundo o secretário, ele já conversou até mesmo com os bombeiros, para que uma nova varredura nas proximidades do rio em que João sumiu possa ser realizada.

“Já chamei os delegados envolvidos na investigação e vamos utilizar a minha experiência para verificar se podemos tomar um novo rumo. Na minha gestão nenhum caso será abandonado, queremos começo, meio e fim nas investigações”, disse.

João Rafael desapareceu no dia 24 de agosto de 2013. Ele morava em Adrianópolis, na região metropolitana de Curitiba, e foi visto pela última vez em uma chácara do município enquanto brincava próximo a um rio. Um boné foi encontrado a cerca de 300 metros da casa do menino alguns dias após o desaparecimento, mas familiares descartaram que o objeto fosse dele. Desde o desaparecimento, várias hipóteses foram levantadas, até mesmo que ele poderia estar na Holanda. A última hipótese levantada era a de que a babá poderia ter sequestrado o menino, possibilidade esta que não foi confirmada.

Segundo o secretário, buscas podem ser realizadas até mesmo no exterior para tentar localizar o menino. “Queremos esgotar todas as possibilidades. Vamos ouvir pessoas, quebrar sigilos até que eu me sinta confortável de encerrar a investigação”, concluiu.


Um comentário

  1. Selbach
    quinta-feira, 8 de janeiro de 2015 – 17:17 hs

    Com cinco meses desaparecido, ou este menino está nas mãos de alguém no Brasil ou no exterior, se vivo. Ou então, morto em qualquer lugar. Na primeira hipótese, depois de tanto tempo, fica um tanto difícil, até para o delegado, encontrar o menino. Bom seria conversar de perto com os que conviveram com ele direta ou indiretamente, até se esgotarem as possibilidades. Depois sim as buscas serão por seus restos mortais, pois a estas alturas seu corpo deve estar em completa decomposição. É bom o Secretário da Segurança, se quer mesmo mostra serviço, trabalhar no caso Rachel (aquela menina cujo corpo foi encontrado numa mala na rodoferroviária), este sim é um caso cabeludo e cheio de mistérios, que está exigindo muita habilidade de quem estiver na busca de seu autor, o que para mim o novo Secretário tem de sobra,

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