Crime quase perfeito | Fábio Campana

Crime quase perfeito

Duque
Veteranos juristas estão enxergando “requintes de criatividade” nas relações incestuosas entre Petrobras e o PT, quando a propina se transforma em doação legal, com origem no ex-diretor Renato Duque, indicado para o cargo pelo próprio partido. Ele nega e João Vaccari Neto, tesoureiro nacional da legenda, jura que todos os recursos recebidos foram de forma legal. Para esses mesmos juristas, o esquema fica próximo do que se chamaria “um crime quase perfeito”.


3 comentários

  1. ATENTO
    sábado, 6 de dezembro de 2014 – 9:51 hs

    ELES NÃO SÃO AMADORES, TODOS PROFISSIONAIS , MESTRES DA ARTE, COLOCA OS HOSPEDES DE CATANDUVAS NO CHINELO , HUMILHA OS CHEFES DO PCC , COMANDO VERMELHO .

  2. VERDADE
    sábado, 6 de dezembro de 2014 – 17:33 hs

    Isto serve para todos os partidos que receberam dinheiro das empresas do Lava Jato ou soh para o PT?

  3. Beatrix Kiddo
    sábado, 6 de dezembro de 2014 – 19:35 hs

    O tesoureiro do partido está certíssimo, as doações foram recebidas de forma legal. Pena que ele não perguntou de onde elas vinham. Assinou o recibo e tudo bem.

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