Sete mitos da campanha de Dilma que caíram após a reeleição | Fábio Campana

Sete mitos da campanha de Dilma que caíram após a reeleição

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Depois da subida dos juros, do resultado fiscal ruim e da permanência da inflação acima da meta, Dilma acena com recuo na política expansionista

O eleitor que assistiu à campanha eleitoral com atenção deve estranhar os últimos anúncios feitos pelo governo. Duas semanas depois de ser reeleita, a presidente Dilma Rousseff já autorizou a subida dos juros, o reajuste do preço da gasolina e falou até mesmo sobre “ajuste fiscal” depois que o Tesouro Nacional divulgou que a economia do governo para pagar os juros da dívida está deficitária em 15 bilhões de reais até setembro deste ano. Curiosamente, trata-se de medidas que constavam do leque de ataques da presidente aos candidatos da oposição, Aécio Neves (PSDB) e Marina Silva (PSB). O ainda ministro da Fazenda Guido Mantega chegou até mesmo a sinalizar que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) receberá menos recursos a partir de 2015. O discurso em questão contraria sistematicamente tudo o que a presidente defendeu ao longo da corrida eleitoral. Agora, Dilma admite que haverá cortes de orçamento em 2015, o que implicará na redução de repasses para investimentos, por exemplo. Veja quais foram os mitos da campanha petista que caíram por terra nos primeiros dias após a reeleição.

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6 comentários

  1. OSCAR GOMES
    segunda-feira, 10 de novembro de 2014 – 1:00 hs

    2015 será um ano difícil, não tenha dúvidas. A presidente Dilma esta entre a cruz e a espada, única saída a principio é cortar gastos, aumentar impostos e dar um corte em investimentos. Bom vai depender do Congresso também, é lá só na base da negociação, acorda povo. Presidente sempre foi e continuará sendo refém do Congresso, lamentável!…………………

  2. FUI !!!
    segunda-feira, 10 de novembro de 2014 – 6:13 hs

    Os eleitores que elegeram a Dilma foram os indecentes que mal sabem
    o que é inflação. Juros, déficit, metas !? para estes caras o que importa
    mesmo são as bolsas e fim de papo !!!

  3. CORINGA
    segunda-feira, 10 de novembro de 2014 – 7:51 hs

    E ainda tem um que se o povo bobear se concretiza. Golpe no país e tentar instalar o comunismo,sonho de consumo dos pistas. seria a perpetuação no poder eo com do risco de ir para a cadeia

  4. QUESTIONADOR
    segunda-feira, 10 de novembro de 2014 – 12:37 hs

    -Só estou esperando a volta da inflação para corroer os valores das bolsas farelos e o pessoal da “nova classe média” comprar cada vez menos!!!
    -No outro lado da vertente, a verdadeira classe média, pagando cada vez mais impostos para manter as bolsas farelo, e não se incomodam pois acham que esta é uma contribuição para se reparar (in)justiça social….sabe de nada inocente!!!

  5. Beatrix Kiddo
    segunda-feira, 10 de novembro de 2014 – 17:38 hs

    A companheira sofre da Síndrome de Estocolmo”, ela ama fazer o povo sofrer como sofreu nas mãos dos seus torturadores. Agora vamos comer o pão que o diabo amassou porque a companheira vai fazer o que jurava, que os “abomináveis ” Aécio e Marina fariam. A tigrada sempre ligada e mais do que esperta sacou logo o lance, não vou arriscar o meu pescoço, cravou no mais do mesmo, e agora vai ter bem menos do mais e muito menos do mesmo. Chora tigrada.

  6. VERDADE
    segunda-feira, 10 de novembro de 2014 – 21:28 hs

    Se eh uma coisa que eu não me arrependo eh ter votado na Dilma! Eh muito bom ver a derrota da arrogância e da prepotência. Fui……!

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