Pedra no caminho | Fábio Campana

Pedra no caminho

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Há tempos, o líder do PMDB na Câmara, deputado Eduardo Cunha (RJ), é considerado, pela própria Dilma Rousseff, “uma pedra no caminho” – e isso quando não é brindado com outros adjetivos pela Chefe do Governo. Agora, diante do avanço de Cunha em sua pré-campanha para a presidência da Câmara, no ano que vem (ele vem batendo recorde de jantares com parlamentares de todo o país, incluindo novos eleitos e reeleitos), o Planalto tem um motivo especial para aumentar sua preocupação. O governo acha que até seria possível um pedido de impeachment de Dilma por conta da Petrobras. E nessa eventualidade, ninguém aposta que Cunha arquivaria o processo.


3 comentários

  1. O CURITIBANO
    segunda-feira, 24 de novembro de 2014 – 19:00 hs

    FIQUEM TRANQUILOS. O MICHEL DEIXARA A
    R(Y)OUSSEFF EM FRIGIDEIRA…ATÉ A HORA QUE NÃO HOUVER RISCO DE OUTRA ELEIÇÃO….. DEPOIS SAI O INPIXEMEN

  2. segunda-feira, 24 de novembro de 2014 – 19:02 hs

    Os partidos de oposição,devem apoiar,este Deputado para a PRESIDENCIA da CAMARA,para voltar a moralidade neste ambiente!!

  3. Beatrix Kiddo
    segunda-feira, 24 de novembro de 2014 – 21:50 hs

    Isto é tudo farinha do mesmo saco, é só a companheira se acalmar um pouquinho e chamar o “desafeto” para uma conversinha amigável. Aí todo mundo sai dando risadas e ficam na paz. Mas quem será que ainda não é desafeto da companheira?

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