Eduardo Cunha avisa: candidatura à Presidência da Câmara é 'irremovível' | Fábio Campana

Eduardo Cunha avisa: candidatura à Presidência da Câmara é ‘irremovível’

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Líder do PMDB na Casa diz que não há razão para que o vice-presidente Temer não o apoie

Por Isabel Braga

BRASÍLIA – Para marcar posição e deixar claro aos partidos com os quais está conversando, o líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), disse nesta quarta-feira que sua candidatura à Presidência da Casa é “irremovível”. Segundo Cunha, o lançamento oficial será no próximo dia 2 de dezembro, 60 dias antes da eleição. A fala foi feita após reunião da bancada, onde os deputados do PMDB reafirmaram o apoio total ao nome de Eduardo como candidato do legenda e um dia antes de seminário do PT onde poderá ser anunciado o nome da legenda para a disputar com ele a Presidência da Casa.

—Tenho sentido nas minhas conversas com outros partidos uma cobrança se minha candidatura persistirá até o fim. A partir desse momento, minha candidatura é irremovível, será levada ao plenário em qualquer circunstância. Vou fazer o lançamento oficial no dia 2 de dezembro, 60 dias antes da eleição. Para que os partidos possam dar apoio é preciso que a candidatura seja real. E a minha é — disse Cunha.

O líder do PMDB vem mantendo conversas oficiais e informais com os partidos na Casa para garantir apoio a seu nome. E que está aberto também a conversar com o PT, mas alfinetou os petistas, afirmando que na semana passada foi o líder da bancada, Vicentinho (SP), quem descartou o diálogo.

Eduardo Cunha fez questão de dizer que constrói uma candidatura para defender o Parlamento e que não há razão para que o vice-presidente da República, Michel Temer – presidente do PMDB – não o apoie.

—Estive ontem com o Michel e vou estar hoje. Temos conversado muito. Construo minha candidatura no Parlamento. Não há razão para o Michel não apoiar. O que ele não quer é a candidatura de um candidato de oposição. E a minha não é – afirmou Eduardo Cunha, acrescentando:

— Não vamos construir uma candidatura de oposição e nem de submissão ao Executivo.

Segundo Cunha, a bancada já começou a discutir hoje a logística da candidatura e a divisão de tarefas:

— Os deputados estão muito envolvidos.


4 comentários

  1. Doutor Prolegômeno
    quarta-feira, 12 de novembro de 2014 – 16:57 hs

    Irrevogável seria mais elegante e castiço.

  2. quarta-feira, 12 de novembro de 2014 – 18:38 hs

    Governo Dilma,nao prospera,pais esta cancado de PT,mentira,incompetente.usaram plano real,o deixaram e se fu????

  3. Johan
    quarta-feira, 12 de novembro de 2014 – 19:07 hs

    Caro FÁBIO, realmente o vocabulário do nobre deputado é pequeno. Acreditamos que os partidos da oposição têm cacife para escolher e indicar um nome forte, de caráter, idôneo, livre para combater a chapa com os indicados do poder e CUNHA que fica no meio do caminho. A oposição não indicará nome caso esteja tão fragilizada, amarelada e acadelada que não consiga pelo menos elencar esse nome que pode até perder, porém perder em pé, com orgulho do combate, e isso é uma exigência dos 51,0 milhões de eleitores que ainda acreditam nesses nomes eleitos. Defendo a liberdade de imprensa e liberdade de opinião. Apoio a proposta de ” o sul é o meu país”, e proponho o IMPEACHMENT JÁ da DILMA, antes da posse, para evitar mais vergonha. Atenciosamente.

  4. Parreiras Rodrigues
    quinta-feira, 13 de novembro de 2014 – 6:14 hs

    Johan vai bem até o apoio ao movimento separatista. Eu quero o meu Brasil inteirinho.
    E que Dilma desconfie que não é centro-avante e peça pro Juiz expulsá-la.
    Faltas já fez prá levar sabe-se lá quantos cartões vermelhos. Eita mulher burra. Pior, pensa que não é.
    Além disso, incompetente, analfabeta, arrogante e corrupta também.
    O Brasil não merece, apesar dos acomodados pelas políticas sociais que garantem o atrelamento do desinformado e daquele que pensa que desde que me ajude, pode roubar à vontade.

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