Defensoria Pública inicia força-tarefa para atender seis mil presos no Paraná | Fábio Campana

Defensoria Pública inicia força-tarefa para atender seis mil presos no Paraná

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Começa nesta quarta-feira, 5, uma força-tarefa para atender os presos provisórios e condenados das comarcas de Cascavel, Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão e Londrina. O trabalho, que prossegue até o dia 21, faz parte do projeto “Defensoria Pública Sem Fronteiras” do Colégio Nacional dos Defensores Públicos Gerais, em parceria com a Defensoria Pública do Paraná.

Na ação, 16 defensores públicos do Paraná e 40 defensores de outros 15 estados do país vão realizar análise processual e peticionamento para seis mil presos provisórios e condenados. A lista dos presos que podem ter direito a benefícios é enviada pelo Departamento de Execução Penal e diretores das unidades prisionais da Secretaria Estadual da Justiça. O trabalho da Defensoria Pública ajuda a agilizar o julgamento, pelo Judiciário, dos pedidos de benefícios.


5 comentários

  1. AGENTE
    quarta-feira, 5 de novembro de 2014 – 11:31 hs

    MAIS UMA AÇÃO “CITRICA” DA SECRETARIA DA JUSTIÇA

  2. LUIZ B.
    quarta-feira, 5 de novembro de 2014 – 12:26 hs

    CAMISA VERMELHA,CERTEZA VOTOU NA ANTA,COMO A MAIORIA DOS ( 99,9% )DOS PRESIDIÁRIOS.

  3. Sergio
    quarta-feira, 5 de novembro de 2014 – 14:57 hs

    Força-tarefa deveria ser empregada nos postos de saúde e hospitais públicos para atender decentemente a população. Mais uma vez dando prioridade pra detento. Bandido tem mais atenção que o cidadão de bem. Parafraseando: “Q

  4. MENSALEIRO JÚNIOR
    quarta-feira, 5 de novembro de 2014 – 18:07 hs

    O CIDADÃO COMUM QUANDO PRECISA DA DEFENSORIA PÚBLICA DIFICILMENTE CONSEGUE SER ATENDIDO,MAS PARA OS BANDIDOS SOBRA DEFENSOR,SERÁ ISTO UMA INVERSÃO DE VALORES OU NÃO ?

  5. Beatrix Kiddo
    quarta-feira, 5 de novembro de 2014 – 22:03 hs

    Beleza, aí o tigrão sai de manhã do xilindró e de tarde já está acertando as contas com a ex. Ou assaltando já à tardinha, que é para não perder o costume. Aposto com quem quiser que muitos dos que saírem ou não voltam, ou voltam ao vício, que é o de roubar, assaltar ou assassinar.

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