CPI vai às ruas ver o drama dos dependentes de crack | Fábio Campana

CPI vai às ruas ver o drama dos dependentes de crack

ney leprevost -alep

Na próxima terça-feira, 18/11, acontecerá na Alep a última reunião da CPI da Saúde Psiquiátrica, proposta pelo Deputado Ney Leprevost. Dentre os diversos assuntos debatidos está o grave aumento no número de usuários de crack na cidade de Curitiba. Em função disso, os deputados saem a campo na próxima semana para ouvir esses dependentes e buscar mais informações sobre a situação em que se encontram.

A CPI foi criada para investigar a grave situação na saúde mental no Estado do Paraná, principalmente na cidade de Curitiba. Os Deputados receberam nas reuniões médicos psiquiatras e o diretor do Departamento de Saúde Mental de Curitiba, Dr. Marcelo Kimati Dias, que respondeu diversos questionamentos sobre a atual situação.

A Comissão fez um levantamento no interior do Estado e verificou que alguns municípios tem problemas para atender os pacientes. Em Centenário do Sul, por exemplo, um CAPS está em fase de implantação e atenderá também as cidades de Cafeara, Lupionópolis e Guaraci. No momento os atendimentos no município acontecem em um imóvel alugado e os médicos psiquiatras e psicólogos atendem também na Unidade de Saúde. Esse é um dos vários exemplos de como está a saúde psiquiátrica nos diversos pontos do Estado do Paraná.

Em fase de finalização da Comissão, será agora preparado um Relatório Final com todas as informações e depoimentos para ser encaminhado ao Ministério Público para investigação.

“As denúncias e informações que recebemos foram muito graves e é necessária uma atenção especial por parte de todos para minimizar o problema. É inaceitável que pacientes fiquem sem atendimento e, principalmente, sem a medicação correta. A CPI fez um trabalho importantíssimo e pretende cobrar das autoridades uma solução para todas as denúncias apuradas”, afirma Leprevost.

Compõem a CPI os deputados Ney Leprevost (Presidente da Comissão), Felipe Lucas (Relator), Luiz Cláudio Romanelli, Stephanes Júnior, Osmar Bertoldi, Tadeu Veneri e Gilson de Souza. Os suplentes são: Waldir Pugliesi, Marla Tureck, Duílio Genari, Pedro Lupion, Luciana Rafagnin, Tercílio Turini e Pastor Edson Prazczyk.


6 comentários

  1. quinta-feira, 13 de novembro de 2014 – 12:11 hs

    Enquanto estivermos combatendo somente os efeitos nada se avançará nesse assunto.

    As fronteiras do crack estão abertas, tanto externas como internas.

    Quando serão atacadas de fatos as fontes e a responsabilidade dos financiadores dessa praga?

    Eis a questão: não há outra deputados!

  2. Marquinhos
    quinta-feira, 13 de novembro de 2014 – 15:05 hs

    Ney nosso prefeito!!!!!!

  3. Zé do Pinheirinho
    quinta-feira, 13 de novembro de 2014 – 16:47 hs

    O crack é mais que uma droga, é um veneno. Tem que combater os traficantes e tratar os dependentes em rede hospitalar para não retornarem as ruas.

  4. Lenita
    quinta-feira, 13 de novembro de 2014 – 16:50 hs

    Parabéns ao deputado Ney Leprevost pelo excelente trabalho em defesa da saúde. Estas pessoas precisam mesmo receber assistência psiquiátrica , pois todo mundo sabe que os dependentes de crack são diferentes dos de outras drogas e tendem a se tornar pessoas violentas durante as crises.

  5. ativo
    quinta-feira, 13 de novembro de 2014 – 18:55 hs

    Continuem a tratar o traficante como coitadinho..vão ver no que vai dar!

  6. Diogo
    quinta-feira, 13 de novembro de 2014 – 19:43 hs

    Este trabalha pelos menos favorecidos . Muito bem, Ney Leprevost .

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