AGU quer mais autonomia para combater a corrupção | Fábio Campana

AGU quer mais autonomia para combater a corrupção

manifestação 2

Membros da Advocacia Pública Federal fizeram um ato público nesta quarta-feira (5), nas escadarias da UFPR em Curitiba, pedindo a aprovação da PEC 82, a chamada PEC da Probidade, que confere autonomia à advocacia pública. A autonomia é considerada essencial para o combate à corrupção em todos os níveis da federação.

A manifestação reuniu mais de 60 procuradores entre advogados da união, procuradores federais, procuradores da fazenda nacional e procuradores do Bacen. Segundo eles, sem autonomia, o advogado público carece de prerrogativas necessárias para se impor diante das pressões políticas, além da constante ameaça de aparelhamento da advocacia pública por meio de nomeação de pessoas não aprovadas em concurso público.


9 comentários

  1. ferreira
    quarta-feira, 5 de novembro de 2014 – 18:27 hs

    Muito bem, que sirva de exemplo às outras entidades, senão serão pelegas dos(as) ditadoras de plantão.

  2. Elias
    quarta-feira, 5 de novembro de 2014 – 19:15 hs

    Espero que essa PEC seja aprovada pois a advocacia pública exerce um papel fundamental no controle da legalidade dos atos administrativos e consequentemente da corrupção. Atualmente muitos advogados
    Públicos sofrem perseguiçoes dos gestores ao exararem seus pareceres contrarios aos interesses dessas pessoas que muitas vezes nao atendem ao interesse público!

  3. Suzana Gastaldi
    quarta-feira, 5 de novembro de 2014 – 19:20 hs

    Parabéns! Que a PEC da Probidade seja pautada e aprovada. Paridade de armas e autonomia necessária.

  4. quarta-feira, 5 de novembro de 2014 – 19:52 hs

    Mas quem está impedindo o que?
    O Estatuto da Advocacia estabelece prerrogativas e garante a independência técnica e a Constituição assegura a inviolabilidade.
    Quem então está impedindo o que?
    Ou querem igualar-se a ministério público e magistratura para fins remuneratórios e ainda poder advogar privadamente, dar aulas, receber sucumbência, ocupar outras funções públicas que não a sua própria atividade.
    Eis a questão.

  5. antonio
    quarta-feira, 5 de novembro de 2014 – 21:37 hs

    ‘Eh o quarto poder se estruturando.

  6. Jorge Mattereck
    quinta-feira, 6 de novembro de 2014 – 0:29 hs

    Parabéns aos membros da AGU! A única carreira que pode combater a corrupção! Pena que poucos sabem disso!

  7. QUESTIONADOR
    quinta-feira, 6 de novembro de 2014 – 12:40 hs

    -Me engana que eu gosto!!!
    -Querem mais autonomia para aumentar o número de cargos comissionados e elevando seus vencimentos, pois de fato, não acontece nada!!!
    -Melhor ficar como está, assim a despesa não aumenta e a ineficiência permanece igual!!!

  8. quinta-feira, 6 de novembro de 2014 – 12:59 hs

    Essa tal PEC 88 da Probidade é justamente o seu contrário – a da IMPROBIDADE!

    Já ganhar como ministro do Supremo não basta um país em que o salário mínimo não passa de 700 reais !

  9. RENATA
    quinta-feira, 6 de novembro de 2014 – 14:42 hs

    Por que a AGU e magistratura federal, apesar de concursos dificílimos, auferem remuneração inferior quando comparadas as mesmas funções nos Estados (PGE´s, PGDF e magistratura estadual)?

    É um absurdo o que o governo DILMA está fazendo com as carreiras jurídicas federais ESSENCIAIS À JUSTIÇA.

    Espero que esta tal PEC82 seja aprovada para fazer justiça à AGU e principalmente à sociedade, porque ficar à mercê de pressões do governo não dá mais!!!

    Queremos sim uma advocacia pública autônoma para escapar dos mandos e desmandos do governo, da improbidade, dos apadrinhamentos, etc.

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