Perdão judicial | Fábio Campana

Perdão judicial

Está nas mãos do ministro Teori Zavascki, do Supremo, a homologação do acordo de delação premiada que Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras, fez com o Ministério Público Federal. Zavascki é o mesmo que libertou Costa em maio, voltando atrás e admitindo o erro, depois da advertência do juiz Sergio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, de que ele poderia escapar e destruir provas. Na condição de réu colaborador, em caso de condenação, o ex-diretor da Petrobras poderá ter sua pena diminuída em até dois terços. Mais: a legislação prevê também a hipótese de perdão judicial, com a extinção total de pena. Ou seja: mesmo confessando os crimes, ele se livraria da cadeia.


4 comentários

  1. Do Interior....
    terça-feira, 9 de setembro de 2014 – 17:03 hs

    Teori Zavascki é ministro de LuLLa e DiLLma. Equipara-se aos demais petistas no STF. Dificilmente decidirá contra o PT.

    Verifica-se se um país é democrático na subordinação de outros poderes a um governante ou partido. No caso do Brasil, o legislativo e o judiciário já são controlados pelo PT, o que se faz concluir que é uma democracia de araque. Vide as transferências de recursos para Cuba, p.ex.. Imagine que o FHC fizesse isso quando era presidente, o que o LuLLarápio iria dizer?

  2. Beatrix Kiddo
    terça-feira, 9 de setembro de 2014 – 21:49 hs

    Aposto o que quiserem que o alemão vai melar o negócio, não é à toa que o cara foi escolhido a dedo pela companheira para mudar de corte.

  3. Helena
    terça-feira, 9 de setembro de 2014 – 22:27 hs

    Se ele contar tudo mesmo, merece o perdão da pena, pois, estaria prestando um grande serviço à Nação brasileira.

  4. Helena
    quarta-feira, 10 de setembro de 2014 – 12:31 hs

    Concordo contigo Do Interior, tá tudo contaminado, com a ladroeira do PT – poder absoluto dos PTralhas.

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