O 'faço porque posso' de Graça Foster | Fábio Campana

O ‘faço porque posso’ de Graça Foster

DF, 11/06/14, Graça Foster / Depoimento / Brasília
Elio Gaspari, O Globo

Quem acompanha a desenvoltura do comissariado petista habituou-se a conviver com notícias chocantes. Assessor de deputado com dólares na cueca ou o vice-presidente da Câmara voando no jatinho de um doleiro. Ainda assim, pode (se quiser) atribuir esses malfeitos às deficiências do gênero humano. Aí, aparecem os repórteres Vinicius Sassine, Eduardo Bresciani e Demétrio Weber e informam:

Entre março e abril, a presidente da Petrobras, Graça Foster, doou a seus dois filhos um apartamento no Rio Comprido, outro em Búzios e uma casa na Ilha do Governador. (A mesma generosidade bafejou Nestor Cerveró, diretor da Petrobras, levando-o a doar aos filhos e a um neto dois apartamentos no Leblon e outro em Ipanema.)

Desde 2012 o Tribunal de Contas da União investigava a encrenca da Petrobras na compra da refinaria de Pasadena, que poderia resultar no bloqueio de bens do petrocomissariado. Ele efetivamente ocorreu, meses depois das doações. Na quarta-feira, quando o TCU decidia se deveria bloquear também o patrimônio de Graça Foster, veio a informação da transferência dos bens. “É grave, porque é como se fosse uma tentativa de burlar o caso”, disse o ministro José Jorge, relator do processo no Tribunal


6 comentários

  1. ferreira
    domingo, 24 de agosto de 2014 – 16:02 hs

    O que importa são os milhões ou bilhões de reais que devem estar em paraísos ou bancos ou em nome de laranjas.
    Apartamentos e casas são miúdos valem para eles uns poucos milhares de reais que poderiam ter sido adquiridos com seus vencimentos legais.

  2. FUI !!!
    domingo, 24 de agosto de 2014 – 16:49 hs

    É bom mandar a Graça colocar a dentadura que esqueceu
    na cabeceira da cama…

  3. Parreiras Rodrigues
    domingo, 24 de agosto de 2014 – 18:43 hs

    Está sendo envolvida, digamos, arrastada para a vala comum dos miaus da PerdoBrás. Trinta e seis anos numa empresa do porte (?) da estatal onde entrou como estagiária depois de vender jornal lido para pagar escola na favela onde morava, o capital amealhado é condizente, prá não dizer, inferior ao que deveria possuir. Fosse ela, pegava o boné – ou o turbante, e iria curtir os netos, com toda dignidade. Deixava a laia.

  4. Luiz
    segunda-feira, 25 de agosto de 2014 – 7:51 hs

    CADE AS ” FROUXAS ” ARMADAS PRA DAR UM JEITO NESSA QUADRILHA.

  5. ATLETICANO
    segunda-feira, 25 de agosto de 2014 – 8:56 hs

    Não adianta vir com churumelas e também pedir ajuda aos santos.
    O lugar de vocês é atrás das grades espertinhos.

  6. COMANDO
    segunda-feira, 25 de agosto de 2014 – 9:52 hs

    Em primeiro lugar chegar todos os envolvidos no esquema, depois o julgamento final, com devolução de dinheiro perda de emprego por justa causa e até prisão de for o caso…
    Nós brasileiros não temos de pagar essa conta absurda, com aumento de preços de combustíveis e outros…

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