'Aprendemos o valor da liberdade', afirma Dilma | Fábio Campana

‘Aprendemos o valor da liberdade’, afirma Dilma

Do Josias de Souza:

Dilma Rousseff assinou nesta segunda-feira o contrato para a construção de uma ponte sobre o rio Guaíba, em Porto Alegre. A ponte terá 1,9 quilômetro, noves fora os 7,3 quilômetros de acessos. A participação do governo federal no custo da obra será de R$ 649 milhões.

A presidente escolheu o anúncio desse empreendimento para se referir a outra obra. Ao discursar, ela fez menção à ponte civilizatória que a sociedade brasileira construiu sobre o golpe militar de 1964, um divisor de águas que faz aniversário de 50 anos nesta segunda-feira.

Foi uma maneira inusitada de recordar que, ao custo de mortes, desaparecimentos e 21 anos de supressão de direitos, os brasileiros aprenderam “o valor da liberdade”. E puderam, nas palavras de Dilma, eleger um ex-exilado político (FHC), um líder sindical (Lula) e uma mulher que foi prisioneira.

“Por 21 anos, mais de duas décadas, nossas instituições, nossa liberdade e nossos sonhos foram calados”, disse Dilma. “Hoje nós podemos olhar para esse período e aprender com ele, porque nós o ultrapassamos. O esforço de cada um de nós, o esforço de todas as lideranças do passado, daqueles que vivem e daqueles que morreram fizeram com que nós ultrapassássemos essa época, os 21 anos. Nós aprendemos o valor da liberdade, o valor do Legislativo, o valor do Judiciário independentes e ativos, aprendemos o valor da liberdade de imprensa, o valor de eleger pelo voto direto e secreto de todos os brasileiros governadores, prefeitos, de eleger, por exemplo, um ex-exilado, um líder sindical que teria sido preso, que foi preso várias vezes e uma mulher que também foi prisioneira…”


5 comentários

  1. segunda-feira, 31 de março de 2014 – 18:04 hs

    Precisam avisar aos Petista,que liberdade,nao e assaltar os caixas da Petrobras,BB,ELETROBRAS,e mensaloes!!!

  2. Renato Pereira
    segunda-feira, 31 de março de 2014 – 19:44 hs

    Em 31 de março de 1964 as forças armadas brasileiras iniciaram um movimento para impedir que o Brasil se torna-se um Estado comunista. Nossa atual presidenta e muitos companheiros que hoje dirigem a nação queriam implantar um regime ditatorial como havia na época em Cuba, União Soviética, China e mais tarde em todo sudeste asiático onde fica o Vietnã. Este regime não tinha e continua não tendo NADA DE DEMOCRÁTICO, pois, um único partido governa o Estado, que é o partido comunista local.
    Estes regimes ficaram marcados pela brutalidade cometida contra opositores, como os assassinatos cometidos por Stalin e os massacres ocorridos no Camboja. Se hoje estes “companheiros” se dizem vítimas de mortes e torturas praticadas pelos militares, caso tivessem conseguido tomar o poder, as atrocidades cometidas contra opositores teria sido bem maior.
    O regime implantado pelos militares em 64 não era o ideal, mas foi o necessário para impedir que hoje vivéssemos num país pobre e atrasado semelhante a Cuba, Laos e Vietnã, onde sequer direitos humanos são respeitados, tudo em nome de um regime político que mostrou-se uma falácia.
    Se hoje podemos escolher através do voto direto um presidente (a) da República é graças as forças armadas brasileiras que no dia 31 de março de 1964 agiram para impedir um mal maior ao Brasil !

  3. Parreiras Rodrigues
    segunda-feira, 31 de março de 2014 – 21:04 hs

    Um líder sindical que, preso, avisava o DOPS da movimentação da “cumpanherada” e a presa, por boa coisa não foi.
    A palavra liberdade soa como escárnio quando proferida pela presidente Dilma, num momento em que se calam vozes de jornalistas e que a cada dia se cimentam mais e mais a amizade com as ditaduras de Cuba, da Venezuela, da Colombia, mais China, Irã, Iraque e outros.

  4. Do Interior....
    terça-feira, 1 de abril de 2014 – 8:34 hs

    Tenho certeza que o DiLLmão não defende a liberdade!

    O PT não admite a liberdade de imprensa.
    O PT não admite pessoas e partidos que pensam o contrário.
    O PT não admite que falem mal das mazelas e das burrices cometidas pela milícia travestida de partido dos trabalhadores.
    O PT não admite que ninguém o critique, mesmo com todas as vigarices praticadas.
    O PT, principalmente, com as mãos sujas e vermelhas do petismo, não admite sair do poder para dar lugar a outro, que é o que ocorre nas democracias (alternância de poder) e acha que ficará eternamente no governo.

  5. terça-feira, 1 de abril de 2014 – 9:32 hs

    Não parece !

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