Roseana Sarney pede ajuda ao Paraná | Fábio Campana

Roseana Sarney pede ajuda ao Paraná

Em meio à crise no sistema carcerário do Maranhão, a governadora Roseana Sarney viu no Paraná a resolução dos seus problemas. Atendendo a um pedido de Roseana, a secretária de Justiça do Paraná, Maria Tereza Uille Gomes, desembarcar em São Luís na próxima terça-feira, 14, levando na bagagem o novo esquema de gestão prisional do Paraná, que se tornou exemplo para o País.

Em 2010, o sistema penitenciário do Paraná foi destaque negativo no País (em uma reportagem do Fantástico) pela superlotação em carceragens. Na época, o número de presos no Paraná era de 30.449, a maioria (16.205) cumprindo pena em delegacias. Hoje, pouco mais de nove mil detentos estão em delegacias.

O governo paranaense criou um sistema de informação chamado Business Inteligence (BI Carcerário) que interliga as informações dos poderes Executivo e Judiciário, consolidando dados detalhados de cada detento. Com a ferramenta o governo conseguiu, por exemplo, diminuir em 62% a superlotação nas delegacias de polícia.

O BI Carcerário também possibilitou a realização de ações conjuntas para a análise da situação dos detentos. Desde 2011, foram realizados 25 mutirões carcerários pelo Poder Judiciário do Paraná, por solicitação da Secretaria da Justiça, com apoio do Ministério Público, Defensoria Pública, OAB/PR, Conselho Penitenciário do Paraná e Departamento de Execução Penal do Estado. O resultado foi a análise de 26.697 processos e a concessão de 5.901 alvarás de soltura.


8 comentários

  1. joao
    sexta-feira, 10 de janeiro de 2014 – 19:09 hs

    Lógico, estão nas ruas assaltando e cometendo crimes.
    meliantes vivem assaltando, furtando e vários delitos, drogas são vendidas a céu aberto no clarão do dia, A polícia prende, logo estão soltos. Enquanto bandidos, traficantes tiverem moleza, impunidade, a crise de segurança público, dentro e fora das penitenciarias, jamais acabarão.
    A dona roseane deveria visitar os presídios e pedir estatística dos índices de criminalidade. Estava faltando combustível para os veículos da polícia civil e militar… então…….

  2. Nanda
    sexta-feira, 10 de janeiro de 2014 – 19:18 hs

    Parabéns ao Governador Richa que conta com excelente Secretária, onde pode desenvolver um belíssimo trabalho na área da Justiça, tanto no sistema penitenciário como também na defensoria pública.

    Coisas que a Gazeta “do Povo ” Petista e outros órgãos da imprensa alugada não divulga e mais, faz questão de esconder

  3. Sociedade Responde
    sexta-feira, 10 de janeiro de 2014 – 23:35 hs

    No Maranhão, presos são convidados por direção de presídio a escolher facção

    Por Evandro Éboli, no Globo:
    Acusado pela governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), de ter mentido em seu relatório que apontou falhas no Complexo Penitenciário de Pedrinhas (MA), o juiz Douglas Martins, do CNJ, reafirmou nesta quinta-feira suas críticas sobre aquela unidade do sistema carcerário do estado. Na reunião do Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (CDDPH), Martins afirmou que a governadora não cumpriu as recomendações do órgão feitas ainda em 2008 e nem as mais recentes. O juiz, que é relator do sistema carcerário do CNJ, disse ainda que os presos que chegam do interior para o presídio da capital, no caso o de Pedrinhas, são obrigados a se filiar automaticamente ao crime organizado, optando por uma das facções existentes.

    “Foram quatro anos de inspeções e vários relatórios do CNJ. Foram feitas recomendações que não foram cumpridas. Houve advertência sobre as facções, que acabaram crescendo. Tentamos entrar recentemente numa unidade prisional e fomos proibidos. Tem vídeo disso. O CNJ, ainda na época de Ayres Britto presidente do STF, sequer deu respostas às recomendações do conselho. E ele (Britto) já se aposentou”, disse Douglas Martins. ”É preciso acabar com a centralização dos presos num único presídio. Tem presos em Pedrinhas de comarca que fica distante até 1.200 quilômetros de distância”, completou.

    A procuradora Ivana Farina, do Ministério Público de Goiás, apresentou seu relatório sobre Pedrinhas, elaborado para o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). Ela é relatora desse tema no CNMP. Ela descreveu o cenário das más condições da penitenciária de Pedrinhas e disse que a situação lá é diferenciada de todo o país. Ela também citou a presença de duas facções na unidade – 1° Comando do Maranhão e Bonde dos 40 – e repetiu Martins ao afirmar que os presos do interior sofrem nas mãos dos detentos da capital. Ela afirmou que além de aparelhos celulares, até tablets foram apreendidos dentro do presídio.

    ”É uma situação de total descontrole, de total insalubridade. É um absurdo atrás do outro. O preso que não é de uma facção é chamado, convidado pela direção do presídio para se filiar a uma. Assinamos um termo com a governadora Roseana, em 2013, e até agora nenhuma medida foi adotada”,disse Ivana Farina.
    Por Reinaldo Azevedo

  4. Helena
    sábado, 11 de janeiro de 2014 – 14:05 hs

    Na hora do sufoco, os amigos do PT pedem ajuda ao PSDB, perguntar não ofende, quem é que sabe administrar melhor um estado????

  5. alberto ramos
    sábado, 11 de janeiro de 2014 – 16:16 hs

    Pra Penitenciaria de Pedrinhas no Maranhão , qq “modelo”, qq coisa serve. Até o Carcere de Tacumbú, no Chaco Paraguaio.

  6. Rock
    sábado, 11 de janeiro de 2014 – 16:58 hs

    Então a mulher esta perdida mesmo, onde ele foi buscar socorro, na casa de afogado,

  7. carlos
    sábado, 11 de janeiro de 2014 – 20:30 hs

    PEDE PRO PAI DELA AQUELE LADRÃO, RESOLVEM TANTAS QUESTÕES PESSOAIS E LOGICO, AGORA O BURACO É MAIS EMBAIXO KKKKKKKKKKKKKKK SE FODA BISCATE

  8. Paulo Benes
    domingo, 12 de janeiro de 2014 – 0:12 hs

    Vai ensinar como vai ficar menos pior, é isso, nosso estado pode ter melhorado mais ainda sofre muito, não está ruim ao extremo porque foram construídas penitenciaria em governos anteriores.

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