Temporal deixa 43 mil residências sem luz em Curitiba | Fábio Campana

Temporal deixa 43 mil residências sem luz em Curitiba

Da Banda B:

Os fortes ventos que atingem Curitiba na tarde desta quinta-feira (5) já deixam 43 mil residências sem energia elétrica, de acordo com dados divulgados pela Copel por volta das 15h45. A região norte da capital é a mais afetada, sendo o Pilarzinho o bairro com maior número de residências sem energia.

De acordo com a companhia, em informe no microblog Twitter, pelo menos 200 eletricistas trabalham para atender as ocorrências.

Segundo o Simepar, a rajada de vento chegou a 83 km/h em Araucária e a 96 km/h na Lapa, ambas na região metropolitana. Na capital, os ventos chegaram aos 59,4 Km/h.

Semáforos desligados:

Em informe também no Twitter, a Secretaria de Trânsito informou que os semáforos do cruzamento da Padre Germano Mayer e Senador Souza Naves, no Alto da XV, e da esquina da Av. Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco e Av. Senador Souza Naves, no Jardim Social, estão desligados. Já uma queda de árvore causa bloqueio parcial na Av. Vicente Machado com a Rua Jerônimo Durski, no bairro Batel.

A Avenida Marechal Floriano está bloqueada no sentido Boqueirão, perto do terminal Hauer. Letreiro de supermercado se soltou e caiu na via.


3 comentários

  1. Doutor Prolegômeno
    quinta-feira, 5 de dezembro de 2013 – 16:47 hs

    Toda primavera-verão é a mesma história, a mesmas cenas se repetem. Árvores quase centenárias podres e imensas caem sobre carros, fios, postes, etc. A prefeitura e a concessionária de energia deveriam ter um plano de substituição de árvores velhíssimas e podres que tem 60 anos ou mais e ameaçam as vidas e propriedades das pessoas. Confundem proteção às árvores com irresponsabilidade com a cidade e seus moradores. Tudo previsível, não imprevisível como dizem os técnicos e políticos. Curitiba já era.

  2. Parreiras Rodrigues
    quinta-feira, 5 de dezembro de 2013 – 20:17 hs

    No meu projeto Muralhas Verdes, premiado pela Surehma e pelo Badep, em 1983, já pedia o plantio de quebra-ventos. Estudos sobre as alterações climáticas mostram que o deflorestamento é a principal causa do aumento da velocidade dos ventos – os de hoje aqui em Curitiba, passaram dos 100 km/hora. Há meio século, a velocidade média era de 20/30 kms horários. Produtores de laranjas no Noroeste do Paraná, cercam os plantios com cercas-vivas de eucaliptos.
    Os estragos maiores – casas, barracões, coberturas de pátios de postos de gasolina, torres de transmissão de energia – são verificados com maior incidência,nas regiões do Extremo Noroeste e Oeste paranaense, Os ventos encontram nas áreas contínuas de soja, a pista ideal para o desenvolvimento da velocidade. Mas, pedir prum sojicultor intercalar quebra-ventos é o mesmo que chamar prá briga. Ninguém quer perder um metro de área de plantio. Lembro-me que quando foi feito o asfalto Toledo/Palotina/Terra Roxa, o DER plantou grevileas nas suas margens. Mudas de metro e meia que foram estraçalhadas pelas máquinas. Eles ignoram que a prática segura a umidade no solo, diminuindo o seu ressecamento, impede a proliferação de pragas pelo vento – a ferrugem, por exemplo e ajuda no controle da erosão eólica.

  3. sexta-feira, 6 de dezembro de 2013 – 16:05 hs

    Tudo tem início,meio e fim, inclusive as árvores,se tivéssemos uma gestão planejadora não teríamos tantos problemas, ainda teremos muito mais. ACORDA POLÍTICOS FORMADORES DE OPINIÃO,E GESTORES PÚBLICOS SEM VISÃO E DESPREPARADOS.

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