MP-SC nega ter determinado que polícia não fizesse segurança interna no estádio | Fábio Campana

MP-SC nega ter determinado que polícia não fizesse segurança interna no estádio

Do G1:

Na noite de domingo, o Ministério Público do estado afirmou que não fez “nenhuma recomendação ou ação que impeça a Polícia Militar de atuar no interior do estádio Arena em Joinville”. De acordo com a assessoria de imprensa do MP-SC, uma ação civil pública que pede mudanças estruturais na segurança do estádio foi protocolada no dia 2, mas o Fórum de Joinville não havia aceitado o pedido até a noite de domingo. Ainda segundo a assessoria, a ação não pede que policiais deixem de atuar na Arena Joinville. Além disso, a ação só passaria a ser uma determinação depois de aceita pelo Judiciário.


6 comentários

  1. Miguel
    segunda-feira, 9 de dezembro de 2013 – 11:15 hs

    Isso tem que ser esclarecido na raiz. Não é possível encarar um jogo de futebol sem levar em conta o interesse público da segurança. A PM diz que é determinação do MP e o MP fala em ação sem determinação da justiça. É preciso responsabilizar quem faltou com a segurança, nem que seja PM ou MP. Questão de alfabeto. Depois disso, punir com o rigor da Lei os baderneiros que estão tirando as famílias dos estádios.

  2. Vigilante do Portão
    segunda-feira, 9 de dezembro de 2013 – 12:57 hs

    Uma ótica OBTUSA de que se trata de EVENTO PRIVADO.

    Um casamento,
    É um evento privado.

    Uma reunião da ACP,
    É um evento privado.

    Um JOGO de FUTEBOL,

    NÃO É UM EVENTO PRIVADO.

    A Polícia tem OBRIGAÇÃO de estar presente.

  3. Camboim
    segunda-feira, 9 de dezembro de 2013 – 13:12 hs

    O Ministério Público e a Polícia Militar são guardiães do Estatuto da Criança e do Adolescente, portanto, também responsáveis, dentro da proteção geral e especial inseridas nas normas constitucionais e do ECA, pelo respeito e proteção às pessoas diretamente abrangidas por esses diplomas. No caso de Joinville, SC, sabiam, ou deveriam saber, que haveria crianças e adolescentes dentro do estádio, sujeitos à selvageria de marginais, como de tato ocorreu. Então, como o evento era privado, e como a PM não foi contratada para atuar dentro do estádio, deveriam ter proibido o jogo. Não o fizeram. As explicações não convencem.

  4. GG
    segunda-feira, 9 de dezembro de 2013 – 18:33 hs

    Mais uma vez, uma instituição, “tira o dela da reta” e coloca a culpa na PM. Mas manda ver, já estamos calejados de levar a culpa pela incompetência e intransigência dos outros mesmos. Na hora de mandar é assim: “cumpra o que estou mandando”; “não pondere”; “manda quem pode e obedece quem tem juízo”; “ordem dada é ordem cumprida”; “etc., etc., etc….!!!???” Porém, quando a batata assa é fácil. VAMOS COLOCAR A CULPA NA PM.
    Só faço uma pergunta. PORQUE, EM UM EVENTO PRIVADO, QUE TEM A FINALIDADE DE OBTER LUCRO, A PM TEM QUE TRABALHAR DE GRAÇA?
    Tenho uma casa de show e acho que mandarei um ofício para a PM vir fazer a segurança, eles são obrigados a trabalhar e o máximo que vai me custar é um “lanchinho” para os PM’s.

  5. ANTI PT
    segunda-feira, 9 de dezembro de 2013 – 20:34 hs

    O PROMOTOR AGORA TIRA O CORPO FORA

  6. Cidadão Atento
    segunda-feira, 9 de dezembro de 2013 – 22:07 hs

    Os promotores não estão acostumados a assumir responsabilidades, só fazem apontar o dedo, mas assumir responsabilidades nunca, quando alguém lhes aponta o dedo ficam aturdidos.
    Vejam aqui o gaeco quando foi acusado de tortura, por enquanto basta negarem, logo isso não vai ser mais suficiente, estão se transformando em uma mera entidade policialesca, o principe Roberto Lyra deve estar se remoendo no túmulo.
    Hoje a PM mostrou o ofício do promotor recomendando sim a não intervenção, e se o comandante ousasse descumprir a recomendação lá vinha mais uma ação de improbidade.
    Agora que assumam a responsabilidade.

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