Arrecadação de impostos atinge marca recorde de R$ 1,7 trilhão no Brasil | Fábio Campana

Arrecadação de impostos atinge marca recorde de R$ 1,7 trilhão no Brasil

O Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo – que mede a arrecadação de impostos federais, estaduais e municipais – atingiu a marca recorde de R$ 1,7 trilhão nesta terça-feira (31), por volta das 13h40.

O valor corresponde aos tributos pagos pelos brasileiros desde o dia 1º de janeiro de 2013. Em 2012, o Impostômetro ficou em R$ 1,5 trilhão em impostos arrecadados, número alcançado no dia 9 de dezembro deste ano.

“A arrecadação está crescendo mais do que a economia, ou seja, uma parcela maior dos esforços da sociedade é transferida para o setor público”, diz Rogério Amato, presidente da ACSP.

De acordo com a entidade, este é o maior valor mais registrado pelo painel desde 2005, quando foi criado. No dia 21 de dezembro, o Impostômetro já tinha atingido a marca recorde de R$ 1,6 trilhão e, em dez dias, saltou para R$ 1,7 trilhão.

Segundo a ACSP, o salto ocorreu porque o resultado da arrecadação de novembro foi superior ao projetado pelo governo e pelo Impostômetro, pois não levava em conta a reabertura do Refis, que gerou uma renda adicional, e também algumas mudanças na própria tributação.

O funcionamento do Impostômetro se dá a partir de estimativas, que são revistas sempre que sai um dado oficial. E em novembro o dado oficial mostra que a arrecadação estava correndo mais. Isso foi corrigido e resultou, em dezembro, no total de R$ 1,7 trilhão.


9 comentários

  1. SERGIO SILVESTRE
    quarta-feira, 1 de janeiro de 2014 – 10:14 hs

    Se a arrecadação foi isso,é porque o Pib esta quase batendo nos cinco trilhões.
    Depois dizem que doar bolsas familias ,aumentar o credito e trazer o pobre para o consumo não dá resultados.
    Ta ai a resposta para aqueles rabujentos ideologicos que não gostam do Lula e da Dilma.

  2. Vigilante do Portão
    quarta-feira, 1 de janeiro de 2014 – 11:18 hs

    Não adianta.

    Na mão dos pródigos, o dinheiro será mal gasto.

    Pior,
    Os candidatos (todos) prometem AUMENTAR GASTOS.

    Não vejo uma proposta de REDUZIR A CARGA TRIBUTÁRIA.

  3. LCFREITAS
    quarta-feira, 1 de janeiro de 2014 – 15:34 hs

    Que bom, é sinal que a economia vai bem e que os sonegadores estão mais conscientes.

  4. LUIZ
    quarta-feira, 1 de janeiro de 2014 – 19:43 hs

    ÉÉÉÉ´!!!! E ONDE ESTÁ ESSE MALDITO DINHEIRO. MEUS VIZINHOS, INCLUSIVE EU, TIVEMOS AS CASAS ARROMBADAS POR MARGINAIS EM MARINGÁ, E CADÊ O DINHEIRO PARA O GOVERNO CUMPRIR COM SUASD OBRIGAÇÕES??????

  5. BOZO
    quarta-feira, 1 de janeiro de 2014 – 23:26 hs

    É uma vergonha … um país com tamanha arrecadação e os governantes nada fazem para ao povo … SAÚDE, EDUCAÇÃO, SEGURANÇA … TD UMA PORCARIA …

  6. Irineu
    quinta-feira, 2 de janeiro de 2014 – 12:14 hs

    O pior é que isso não basta para satisfazer a mordomia dos nossos governantes que cada vez querem mais fazendo os brasileiros tirarem água da pedra.

  7. Irineu
    quinta-feira, 2 de janeiro de 2014 – 12:20 hs

    Depois da copa e as eleições, este país vai entrar no caos.

  8. VISIONÁRIO
    sexta-feira, 3 de janeiro de 2014 – 6:08 hs

    Este país governado pelo PT vai de mal a pior. Os impostos que
    pagamos neste país dá vergonha em relação aos países do primei-
    ro mundo. É um verdadeiro assalto oficializado.
    Com a desculpa de que o governo realiza a distribuição de renda
    (bolsas !!!) o coitado do brasileiro continua a trabalhar tres meses
    sòmente em um ano para o pagamento de impostos. Se esta fábula
    fosse corretamente utilizada em benefício dos brasileiros ainda me
    conformaria, porem a realidade é outra:- ROUBALHEIRA !!!

  9. NA CORDA BAMBA
    segunda-feira, 21 de abril de 2014 – 5:21 hs

    Os impostos são necessários porem em doses homeopáticas. Ne-
    nhum governo teve a coragem de mexer nesta ferida tomando algu-
    ma medida tão fundamental para todo o povo brasileiro, tais como
    abolir ou reduzir drasticamente os impostos para as medicações e
    todos os meios utilizados para o tratamento da saúde. A alimenta-
    ção básica não pode ter imposto algum. O luxo e o vício do álcool e o fumo deveriam ter um superimposto para compensar os demais. Como este governo que tenta ser populista mas continuar batendo de frente com o povão burro deixe que a “natureza” resolva…

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